{"id":961,"date":"2014-04-08T18:55:26","date_gmt":"2014-04-08T18:55:26","guid":{"rendered":"https:\/\/cih.org.br\/?p=961"},"modified":"2025-10-01T11:51:09","modified_gmt":"2025-10-01T11:51:09","slug":"a-falsidade-dos-manuscritos-cifrados-da-golden-dawn-e-o-ritual-do-rubi-estrela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cih.org.br\/?p=961","title":{"rendered":"A Falsidade dos Manuscritos Cifrados da Golden Dawn e o Ritual do Rubi Estrela"},"content":{"rendered":"<p>Por <strong>Frater Goya<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Recentemente, foi publicado em uma p\u00e1gina o Rubi Estrela com informa\u00e7\u00f5es equivocadas a respeito do mesmo. Fiz alguns coment\u00e1rios a respeito no local devido, mas os coment\u00e1rios n\u00e3o foram ao ar. Ent\u00e3o, me vejo na obriga\u00e7\u00e3o de explicar melhor o ritual e alguns equ\u00edvocos hist\u00f3ricos que ainda permanecem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1\u00ba &#8211; Crowley teria dito que o Rubi Estrela era um substituto do Ritual Menor do Pentagrama (equ\u00edvoco):<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2\u00ba &#8211; Crowley nunca disse que o dele seria melhor que o RmP. O termo usado foi &#8220;vers\u00e3o aprimorada&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><br \/>\nO que Crowley escreveu no <strong>Liber CCCXXXIII<\/strong> foi &#8220;<em>25 is the square of 5, and the Pentagram has the red colour of Geburah. The chapter is a new and more elaborate version of the Banishing Ritual of the Pentagram. It would be improper to comment further upon an official ritual of the A\u2234A\u2234<\/em> &#8220;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Traduzindo: &#8220;<em>25 \u00e9 o quadrado de 5, e o Pentagrama tem a cor vermelha de Geburah. O cap\u00edtulo \u00e9 uma vers\u00e3o nova e mais elaborada do Ritual de Banimento do Pentagrama. <\/em><br \/>\n<em>Seria impr\u00f3prio comentar mais sobre um ritual oficial da A \u2234 A \u2234<\/em>&#8220;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/hermetic.com\/crowley\/libers\/lib333.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/hermetic.com\/crowley\/libers\/lib333.html<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E o ap\u00eandice do Liber IV (ABA) &#8211; <em>Magick in Theory and Practice<\/em> possui apenas o roteiro de consecu\u00e7\u00e3o, sem coment\u00e1rios adicionais aos citados acima.<br \/>\n<a href=\"http:\/\/hermetic.com\/crowley\/libers\/lib333.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.sacred-texts.com\/oto\/aba\/aba.htm<\/a> e o ap\u00eandice VI &#8211; <a href=\"http:\/\/www.sacred-texts.com\/oto\/lib25.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.sacred-texts.com\/oto\/lib25.htm<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na p\u00e1gina do <a href=\"http:\/\/www.cih.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CIH<\/a>, colocamos uma vers\u00e3o comentada do Rubi Estrela bem detalhada, onde se explicita as diversas hip\u00f3teses do ritual.<br \/>\n<a href=\"https:\/\/cih.org.br\/?p=386&amp;wpfb_cat=5#wpfb-cat-5\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/cih.org.br\/?p=386&amp;wpfb_cat=5#wpfb-cat-5<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cita\u00e7\u00e3o completa de Crowley sobre o RmP \u00e9: &#8220;<em>Aqueles que consideram este ritual como um mero dispositivo para invocar ou banir esp\u00edritos s\u00e3o indignos de possu\u00ed-la. Corretamente entendida, \u00e9 a medicina dos metais e a Pedra do S\u00e1bio<\/em> &#8220;. (O Pal\u00e1cio do Mundo) &#8220;<em>N\u00e3o desprezes o desempenho do Ritual do Pentagrama.<\/em>&#8221;<br \/>\n&#8211; Aleister Crowley, Liber Aleph<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sobre a Briga Crowley x Mathers<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Crowley defendeu Mathers de Yeats na briga sobre a chefia do \u00cdsis Ur\u00e2nia, Templo mais importante da Golden Dawn em Londres \u00e0 \u00e9poca.<br \/>\nO criador da cisma entre Mathers e Crowley que acontece posteriormente foi o Westcott (um dos membros fundadores da Golden Dawn). Existem in\u00fameras vers\u00f5es sobre uma batalha m\u00e1gica envolvendo dem\u00f4nios entre ambos que deixou Londres 3 dias em trevas, mas sempre infundadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando come\u00e7ou o processo da Madame H\u00f3rus, que foi o que selou o destino da GD em 1902, Crowley escreveu a Westcott dizendo algo assim:<br \/>\n&#8220;Eu tenho grana pra limpar a barra e acabar com o processo. Basta o Mathers aceitar a minha proposta que tudo fica bem. Em troca, quero os manuscritos originais da GD (que ele ja havia copiado, como todos os membros faziam naquele tempo), em caso de negativa, eu publico o que ja tenho aqui anotado (o que acontece depois no Equinox). Nessa ocasi\u00e3o, Crowley j\u00e1 sabia da falsidade dos Manuscritos Cifrados, e queria expor Westcott.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cita\u00e7\u00e3o de Crowley em carta a Westcott &#8212;&gt; &#8220;<em>Caro Senhor e Irm\u00e3o, (&#8230;) Permita-me recapitular (&#8230;) O senhor est\u00e1 ou esteve de posse (ou, melhor dizendo, incumbido) dos manuscritos cifrados sobre os quais as ordens de R.R. et A.C. e A.D. foram fundadas (&#8230;) Preservando a confidencialidade e a inacessibilidade desses manuscritos, o senhor tornou poss\u00edveis tais crimes e, consequentemente, tornou-se c\u00famplice (&#8230;) Portanto exijo que o senhor fa\u00e7a uma declara\u00e7\u00e3o clara dos fatos de como os manuscritos chegaram \u00e0s suas m\u00e3os, e que os mesmos, apresentados atrav\u00e9s de tal declara\u00e7\u00e3o, sejam entregues aos Curadores do Museu Brit\u00e2nico (&#8230;) Assim, creio que n\u00f3s dois poderemos provar sua autenticidade (&#8230;) Por essa ocasi\u00e3o, assim como agora, darei ao senhor total oportunidade de apresentar sua pr\u00f3pria vers\u00e3o dos fatos (&#8230;) quanto \u00e0s falsifica\u00e7\u00f5es das quais seu colega o acusou (&#8230;) Se tal procedimento o desagrada, saiba que o senhor \u00e9 o \u00fanico culpado (&#8230;)<\/em>&#8221; (p\u00e1gs 96-97)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Westcott viu ai a chance de se livrar de 3 coisas ao mesmo tempo<br \/>\n* A GD, porque ele ja tinha deixado a GD pela ma\u00e7onaria e teosofia que eram mais aceit\u00e1veis socialmente, ja que ele era Coroner (Legista) da Coroa.<br \/>\n* Mathers, que era um falido e mal falado por causa das coisas da Golden Dawn, que naquela \u00e9poca j\u00e1 tinha sido v\u00edtima de in\u00fameros esc\u00e2ndalos.<br \/>\n* E Crowley que pra ele sempre foi um problema.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que Westcott fez? N\u00e3o respondeu a carta e n\u00e3o passou ao Mathers.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Da\u00ed, crowley assumiu que Mathers virou as costas pra ele, e dai vem o lance do Equinox, guerra m\u00e1gica, etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E porque Westcott faria isso? Especulo que foi ele quem forjou os manuscritos cifrados (existe ampla documenta\u00e7\u00e3o disso, apresentado por Ellic Howe em &#8220;<em>The Magicians of the Golden Dawn<\/em>&#8220;). Ele usou o Mathers como laranja para dar legitimidade aos mesmos, a partir da tradu\u00e7\u00e3o dele (Mathers) dos tais manuscritos, mas ele nao contava que isso viria \u00e0 tona. S\u00f3 que Yeats e mais uma turma, viram que tinha algo errado e come\u00e7aram a investigar, chegando a descobrir que o Westcott mandava os manuscritos de Londres pra um amigo na Alemanha que mandava de volta em outro envelope. Obviamente, todas as cartas da Frau Sprengel j\u00e1 iam tamb\u00e9m escritas e assinadas. Ent\u00e3o, ele sabia que ia estourar no rabo dele isso cedo ou tarde. Dai ele se bandeou pra Teosofia e largou o Mathers com a bomba. Mathers defendeu at\u00e9 o final (at\u00e9 porque ele tamb\u00e9m foi lesado e n\u00e3o queria acreditar que foi trouxa).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aqui, seguem-se algumas cita\u00e7\u00f5es que clareiam o entendimento do assunto:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;<em>Os manuscritos criptografados, que mascaravam um texto totalmente em ingl\u00eas, estavam escritos com tinta marrom em folhas de papel antigo, com marca d&#8217;\u00e1gua; de 1809 (&#8230;) elimina qualquer possibilidade de que o texto seja anterior a 1870, aproximando-o de 1880 (&#8230;) Westcott n\u00e3o fora esperto o suficiente para engendrar uma boa hist\u00f3ria sobre o manuscrito.<\/em>&#8221; (p\u00e1g.34)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;<em>As d\u00favidas sobre as cartas de Sprengel e os manuscritos criptografados surgiram entre os membros da Ordem, mas n\u00e3o foram expressadas at\u00e9 1900 quando Mathers, em uma carta (&#8230;) informava a Florence Farr que Westcoot: NUNCA teve contato, em qualquer \u00e9poca, tanto em pessoa, quanto atrav\u00e9s de comunica\u00e7\u00e3o escrita, com os Chefes Secretos da Ordem, ele mesmo tendo forjado ou mandado forjar a declarada correspond\u00eancia entre si e os outros, e minha l\u00edngua esteve atada todos esses anos devido a um antigo Juramento de Sigilo feito a ele, exigindo por ele, antes de demonstrar-me o que fizera e causara. Deve compreender, pelo pouco que digo aqui, a extrema gravidade de tal assunto e, novamente, pe\u00e7o-lhe, tanto para a seguran\u00e7a de Westcott quanto da Ordem, que n\u00e3o me force a dizer mais nada a esse respeito.<\/em>&#8221; (p\u00e1g.34)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;<em>Westcott poderia ter-se defendido com mais veem\u00eancia &#8212; possu\u00eda uma s\u00e9rie de depoimentos ao aparente recebimento de cartas de Anna Sprengel e sua primazia na Ordem &#8212;, mas escolheu n\u00e3o fazer uso disso. Limitou-se a dizer a W.B.Yeats, designado para aproximar-se dele, que &#8220;falando legalmente, creio que n\u00e3o posso provar os detalhes da origem e conhecimento da hist\u00f3ria da Aurora Dourada, portanto, n\u00e3o seria justo nem prudente que endossasse suas opini\u00f5es sobre o assunto.<\/em>&#8221; \u00a0(p\u00e1g.57)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;<em>Mas por raz\u00f5es que nunca deixou claras (&#8230;) Westcott n\u00e3o fez uso desses depoimentos e recusou-se a defender-se das acusa\u00e7\u00f5es de Mathers. Se ele tivesse rebatido as acusa\u00e7\u00f5es de falsifica\u00e7\u00e3o, voltando a ter um papel efetivo na Ordem, todo o furor, sem d\u00favida, teria se dissipado. For\u00e7osamente, Mathers ainda teria sido rejeitado mas a Aurora Dourada teria permanecido intacta.<\/em>&#8221; (p\u00e1gs 87-88)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Definitivamente, Westcott queria apenas defender a si mesmo, e queria se livrar tanto de Crowley como de Mathers, e a situa\u00e7\u00e3o de 1902 ofereceu a oportunidade perfeita para isso. Westcott temia perder seu posto de Oficial da Coroa. Conforme podemos ver a seguir:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;<em>Cita\u00e7\u00e3o de Westcott em carta a Cadbury-Jones&#8212;&gt; &#8220;Caro Cadbury-Jones, (&#8230;) Sei que M, disse a uma certa pessoa que duvidava da autenticidade de minhas cartas da Alemanha, assinadas Sap. Dom. Ast., mas n\u00e3o sabia que ele, na realidade, escrevera e enviara tal acusa\u00e7\u00e3o de falsifica\u00e7\u00e3o, nem tampouco sonhava que C. ouvira falar da acusa\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>A cita\u00e7\u00e3o de Crowley, sobre a verdadeira carta de Mathers dizendo que eu forjara correspond\u00eancias n\u00e3o pode vazar. A acusa\u00e7\u00e3o poderia ser repetida em qualquer matutino e o Conselho da Comarca de Londres poderia me procurar por acionar tanto M. por escrever e C. por editar o libelo e eu estaria arruinado.<\/em>&#8221; (p\u00e1g.93)<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>\u00a0Os Manuscritos Cifrados<\/strong><a href=\"https:\/\/cih.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Folio_22.gif\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-962\" src=\"https:\/\/cih.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Folio_22.gif\" alt=\"Folio_22\" width=\"448\" height=\"534\" \/><\/a>Rascunho do RItual Menor do Pentagrama Folio 22.<a href=\"https:\/\/cih.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Folio_22.gif\"><br \/>\n<\/a> <a href=\"https:\/\/cih.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Folio_48.gif\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-963\" src=\"https:\/\/cih.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Folio_48.gif\" alt=\"Folio_48\" width=\"226\" height=\"300\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Rascunho da Rosacruz Herm\u00e9tica Folio 48<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/cih.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Folio_53.gif\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-964\" src=\"https:\/\/cih.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Folio_53.gif\" alt=\"Folio_53\" width=\"220\" height=\"300\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Rascunho do Hodos Chamaleonis (o pr\u00e9 777, de onde Crowley tirou a ideia para o seu famoso livro)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sobre o Manuscrito Cifrado, ainda vale saber algumas informa\u00e7\u00f5es extras:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(&#8230;) Westcott assumiu seu posto e conseguiu, com sua vi\u00fava, todos os documentos relevantes para o ritual, junto com alguns &#8220;pap\u00e9is perdidos&#8221;. Esses eram, nada mais nada menos, o Manuscrito Cifrado&#8221; (p\u00e1g.8)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Portanto, a fim de Westcott satisfazer seu desejo de criar uma \u00f3rdem esot\u00e9rica atuante que oferecesse rituais assim como instru\u00e7\u00e3o (&#8230;) precisava criar algo inteiramente novo (&#8230;) Em mar\u00e7o de 1888, Westcott finalmente produziu tal cria\u00e7\u00e3o: a Herm\u00e9tica Ordem da Aurora Dourada&#8221; (p\u00e1g.9)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;(&#8230;) mas esses s\u00e3o os fatos significantes: os manuscritos criptografados nas m\u00e3os dos primeiros adeptos, o suposto Templo de Herman\u00fabis e a autoridade dos primeiros adeptos alem\u00e3es &#8212; embora a pergunta de como Westcott conseguiu os manuscritos e o que o levou \u00e0 &#8220;Soror Sapiens Dominabitur Astris&#8221; (&#8230;.) &#8212; foram assuntos de muitas e infrut\u00edferas especula\u00e7\u00f5es. Quando pressionado, Westcott apresentou uma c\u00f3pia de uma carta supostamente escrita pelo Reverendo A.F.A. Woodford (&#8230;) sobre a Prele\u00e7\u00e3o Hist\u00f3rica (&#8230;)&#8221; (p\u00e1g.29)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Portanto:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1 &#8211; Vemos no artigo um coment\u00e1rio: &#8220;(&#8230;)em 1929 Crowley estava em guerra de egos com a Golden Dawn e, obviamente, colocou seu ritual como a \u00faltima bolacha do pacote&#8221;. \u00a0Pra come\u00e7ar, n\u00e3o foi guerra com a GD, nem briga de egos, etc, Pois em 1929 n\u00e3o apenas a situa\u00e7\u00e3o estava resolvida, como Mathers havia falecido em 20 de novembro de 1918, v\u00edtima da Gripe Espanhola. E a Golden Dawn j\u00e1 havia se dissolvido em in\u00fameras ordens, como The Hermetic Brotherhood of Luxor, Stella Matutina, Builders of the Adytum (BOTA), The Brotherhood of the Inner Light, etc., tornando qualquer briga de egos, sem sentido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2 &#8211; No citado artigo, \u00e9 dito: &#8220;<em>Este \u00e9 um dos rituais oficiais da Astrum Argentum, publicado pela primeira vez em 1913 e descrito por Crowley como sendo \u201cUma nova e mais elaborada vers\u00e3o do Ritual Menor do Pentagrama, que superava em muito todos os rituais apresentados antes dele\u201d (Chapter XXV of Liber CCCXXXIII).<\/em>&#8221;<br \/>\nNo entanto, O Ritual Rubi Estrela foi publicado em 1913 e n\u00e3o em 1929. 29 foi revis\u00e3o. E em 1913 o stress j\u00e1 havia passado. O RmP n\u00e3o era da GD pra ele criar outro e criticar a GD. Todos sabemos que o RmP vem do Sidur Hebraico. Em suma, ele n\u00e3o fez um em detrimento do outro. E conforme visto acima, Crowley nunca disse que o Rubi Estrela superaria o RmP na sua vers\u00e3o original. <strong>O Rubi Estrela \u00e9 uma variante do RmP apenas banindo. Talvez at\u00e9 por isso n\u00e3o seria melhor ou um substituto do RmP usado na Golden Dawn.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3 &#8211; Sugerimos a leitura do Rubi Estrela comentado que est\u00e1 no site do <a href=\"http:\/\/www.cih.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CIH<\/a> para download em: <a href=\"https:\/\/cih.org.br\/?p=386&amp;wpfb_cat=5#wpfb-cat-5\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/cih.org.br\/?p=386&amp;wpfb_cat=5#wpfb-cat-5<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Bibliografia:<\/strong><br \/>\nLivro: <em>Revela\u00e7\u00f5es da Aurora Dourada (Golden Dawn) &#8211; O Esplendor de uma Ordem M\u00e1gica<\/em>, de R.A.Gilbert, Editora Madras, ano (n\u00e3o informado), S\u00e3o Paulo.<br \/>\n<a href=\"http:\/\/hermetic.com\/crowley\/libers\/lib333.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/hermetic.com\/crowley\/libers\/lib333.html<\/a> &#8211; <em>Liber Aleph <\/em><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.sacred-texts.com\/oto\/aba\/aba.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.sacred-texts.com\/oto\/aba\/aba.htm<\/a> &#8211; <em>Magick In Theory and Practice<\/em>, e o ap\u00eandice VI &#8211; <a href=\"http:\/\/www.sacred-texts.com\/oto\/lib25.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.sacred-texts.com\/oto\/lib25.htm<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/cih.org.br\/?p=386&amp;wpfb_cat=5#wpfb-cat-5\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/cih.org.br\/?p=386&amp;wpfb_cat=5#wpfb-cat-5<\/a> &#8211; vers\u00e3o comentada do Rubi Estrela bem detalhada.<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.ordoaa.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.ordoaa.com.br<\/a> &#8211; Astrum Argentum (Site Oficial)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Frater Goya Recentemente, foi publicado em uma p\u00e1gina o Rubi Estrela com informa\u00e7\u00f5es equivocadas a respeito do mesmo. 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Ent\u00e3o, me vejo na obriga\u00e7\u00e3o de explicar melhor o ritual e alguns equ\u00edvocos hist\u00f3ricos que ainda permanecem. 1\u00ba &#8211; Crowley teria &hellip; <\/p>\n<p><a class=\"more-link btn\" href=\"https:\/\/cih.org.br\/?p=961\">Continue lendo<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":9691,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9,8,13,6],"tags":[71,72,239,69,189,117,61,188,187],"class_list":["post-961","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos","category-golden-dawn","category-historia","category-thelema","tag-astrum-argentum","tag-crowley","tag-golden-dawn","tag-liber","tag-manuscritos-cifrados","tag-mathers","tag-ritual","tag-rubi-estrela","tag-westcott","nodate","item-wrap"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/961","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/9691"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=961"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/961\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2052,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/961\/revisions\/2052"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=961"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=961"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=961"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}