{"id":94,"date":"2012-02-03T14:24:45","date_gmt":"2012-02-03T14:24:45","guid":{"rendered":"https:\/\/cih.org.br\/?p=94"},"modified":"2012-02-03T14:24:45","modified_gmt":"2012-02-03T14:24:45","slug":"grega-origem-mitologica-das-profecias-e-dos-oraculos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cih.org.br\/?p=94","title":{"rendered":"Grega &#8211; Origem Mitol\u00f3gica das Profecias e dos Or\u00e1culos"},"content":{"rendered":"<p><strong>Origem Mitol\u00f3gica das Profecias e dos Or\u00e1culos<\/strong><br \/>\n<strong>Fonte:<\/strong> Internet (Site ignorado. Se algu\u00e9m souber, agradecemos se nos avisarem)<\/p>\n<p>Nas antigas lendas teog\u00f4nicas da mitologia grega, Pontos, ou Fluxo Marinho, nascido sem interven\u00e7\u00e3o de uma pot\u00eancia masculina, uniu-se a Gaia, a Terra, e desta uni\u00e3o nasceu Nereu, um s\u00e1bio que possu\u00eda o conhecimento de todos os segredos e de todas as profecias. Este conhecimento de Nereu, entretanto, n\u00e3o era para ser distribu\u00eddo, pois que repugnava-lhe revel\u00e1-los. Para escapar aos curiosos, ele utilizava-se de sua capacidade de se metamorfosear e passar despercebido. Mas Nereu pertence a um ciclo anterior e ultrapassado, a era dos Tit\u00e3s.<\/p>\n<p>A nova era corresponde ao ciclo dos olimpianos, ou ciclo dos deuses do Olimpo, do qual o deus que preside \u00e0s adivinha\u00e7\u00f5es \u00e9 Apolo, que possui uma natureza complexa e uma m\u00faltipla personalidade. Apolo \u00e9 H\u00e9lios, Febo-Apolo, o Sol; quando veio ao mundo, pediu um arco para matar o drag\u00e3o ou serpente P\u00edton, que atacara sua m\u00e3e antes do nascimento.<\/p>\n<p>O drag\u00e3o tinha em seu poder o or\u00e1culo de T\u00eamis, e ao mat\u00e1-lo com suas flechas, Apolo apropriou-se deste e o transformou em seu pr\u00f3prio or\u00e1culo, com um templo e tamb\u00e9m uma sacerdotisa (p\u00edtia) consagrada para responder \u00e0s perguntas. Apolo nasceu em uma ilha sideral, Ast\u00e9ria, &#8220;a terra flutuante&#8221;. Cassandra, filha de Pr\u00edamo e H\u00e9cuba, n\u00e3o cedeu \u00e0s arremetidas amorosas de Apolo nem depois que este ensinou-lhe a arte da adivinha\u00e7\u00e3o. Por despeito, Apolo cuspiu-lhe na boca e com isto privou-a n\u00e3o desta arte, mas de toda e qualquer credibilidade quanto aos seus or\u00e1culos.<\/p>\n<p>Deste modo, qualquer profecia que Cassandra fizesse n\u00e3o seria jamais acreditada, mesmo que se mostrasse verdadeira. * Os vatic\u00ednios feitos na Gr\u00e9cia antiga eram realizados nos templos dos or\u00e1culos, sendo que os mais conhecidos eram os de Delfos, Dodona, Trof\u00f4nio, Latona e Efora. Nos primeiros, os or\u00e1culos eram dados geralmente por uma sacerdotisa. Quanto ao \u00faltimo, que era chamado de &#8220;Or\u00e1culo dos Mortos&#8221;, o or\u00e1culo era dado por pessoas mortas.<\/p>\n<p>Nele, o interessado descia uma escadaria que passava por v\u00e1rios corredores e era deixado a esperar, \u00e0s vezes at\u00e9 por semanas inteiras, em um quarto. Quando era chamado, atravessava um longo corredor que conduzia at\u00e9 uma c\u00e2mara onde havia um vaso de cobre gigante, cheio de \u00e1gua. A pessoa deveria olhar o l\u00edquido at\u00e9 que os seus parentes mortos aparecessem e lhe dessem as vis\u00f5es que ele procurava. A seguir, ele era purificado antes que deixasse o lugar.<\/p>\n<p>O mais famoso dos templos era o de Delfos, dedicado a Apolo. Este templo se localizava na F\u00f3cida, no cume do monte Parnaso, supostamente o mesmo lugar onde a serpente P\u00edton havia sido morta e que era considerado o umbigo do mundo. Seus vatic\u00ednios eram repletos de met\u00e1foras e dif\u00edceis de entender. Eram realizados por virgens chamadas P\u00edtias, sacerdotisas que ficavam em transe ap\u00f3s beberem da fonte Cast\u00e1lia e mascarem folhas de louro.<\/p>\n<p>A sacerdotisa escolhida sentava-se em uma tr\u00edpode \u00e0 beira de uma fenda vulc\u00e2nica, de onde sa\u00edam gases vindos das profundezas da terra. A interpreta\u00e7\u00e3o do seu vatic\u00ednio era d\u00fabia e dif\u00edcil, e muitas vezes somente se tornava clara se a pessoa contemplada com a revela\u00e7\u00e3o encontrasse, no momento certo, os elementos adequados para o entendimento do or\u00e1culo. Este podia ser t\u00e3o enigm\u00e1tico que era preciso que outros aug\u00farios ocorressem, para confirm\u00e1-lo.<\/p>\n<p>En\u00e9ias, filho do mortal Anquises e da deusa V\u00eanus, sobreviveu \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o de Tr\u00f3ia e teve de vagar durante sete anos, buscando o lugar desconhecido onde deveria erguer uma nova Tr\u00f3ia. O per\u00edodo durante o qual ele erra sem destino \u00e9 marcado por v\u00e1rios or\u00e1culos obscuros, cuja falsa interpreta\u00e7\u00e3o levam-no sempre para longe do lugar exato para o qual ele deveria dirigir-se. Adrasto, rei de Argos, ficou at\u00f4nito quando o or\u00e1culo o mandou entregar suas filhas em casamento a um le\u00e3o e a um javali. Algum tempo depois, viu dois jovens, Tideu, que fugira de Calidon, e Pol\u00ednice, filho de \u00c9dipo (que fora recentemente banido de Tebas). Foi quando percebeu que os seus escudos tinham, um, a ef\u00edgie de um le\u00e3o, e outro, a ef\u00edgie de um javali, que p\u00f4de compreender o or\u00e1culo.<\/p>\n<p>Atamante, rei dos orc\u00f4menos, tinha sido banido da Be\u00f3cia. Ao consultar o or\u00e1culo, este mandou que ele fundasse uma cidade no lugar em que os animais selvagens o alimentassem. Muito tempo depois ele chegou \u00e0 Tess\u00e1lia, onde encontrou alguns lobos devorando um carneiro. Ao v\u00ea-lo, os lobos fugiram, deixando sua presa. Lembrando-se do or\u00e1culo, Atamante fundou naquele lugar a cidade de Alos. Falanto, que queria conquistar a cidade de Tarento, procurou o or\u00e1culo. Este deu-lhe a seguinte resposta: quando percebesse uma chuva que o banhasse vinda de um c\u00e9u sereno, ele poderia atacar. Falanto n\u00e3o conseguiu compreender o vatic\u00ednio. Um dia, ele estava descansando no colo de sua esposa, Etra, quando sentia que as l\u00e1grimas dela derramavam-se sobre ele.<\/p>\n<p>Lembrando-se que Etra significava &#8220;c\u00e9u sereno&#8221;, levantou-se de imediato e partiu para a vitoriosa conquista. Locro, rei dos l\u00e9leges, perguntou ao or\u00e1culo para onde deveria ir com o seu povo. A resposta foi que ele deveria parar onde fosse mordido por uma cadela de madeira. Locro tamb\u00e9m n\u00e3o entendeu a mensagem; mesmo assim, partiu. Muito tempo depois, quando atravessava o oeste do Parnaso, ele pisou num espinho de uma roseira, chamada &#8220;espinho de c\u00e3o&#8221;, em grego. Foi ent\u00e3o que compreendeu o or\u00e1culo. Fixou-se ent\u00e3o ali, na regi\u00e3o que veio a ser conhecida como L\u00f3crida.<\/p>\n<p>Nem sempre, no entanto, a interpreta\u00e7\u00e3o era feita corretamente. Algumas vezes acontecia de a pessoa interessada entender ao contr\u00e1rio uma advert\u00eancia que lhe estava sendo feita. Foi o caso do rei Creso, da L\u00eddia, que tencionava empreender uma campanha militar contra a P\u00e9rsia e que dirigiu-se ao or\u00e1culo de Delfos para solicitar uma previs\u00e3o a este respeito. A sacerdotisa lhe falou que, se ele atravessasse o rio Halys, um grande imp\u00e9rio seria destru\u00eddo. Creso, confiante que este or\u00e1culo lhe era favor\u00e1vel, partiu em campanha. Tudo que ele conseguiu, no entanto, foi destruir o seu pr\u00f3prio grande imp\u00e9rio.<\/p>\n<p>Desvelar ou interpretar o or\u00e1culo n\u00e3o significava necessariamente que ele fosse favor\u00e1vel ao interessado. Muitas vezes, sua realiza\u00e7\u00e3o envolvia verdadeiras trag\u00e9dias, das quais era imposs\u00edvel escapar. Foi o caso, por exemplo, de \u00c9dipo. Ele era filho de Laio, rei de Tebas, e de Jocasta. Um or\u00e1culo revelou a Laio que ele teria um filho que o mataria. Quando \u00c9dipo nasceu, Laio mandou que o deixassem no monte Citeron para morrer. Foi encontrado pelos pastores e levado ao rei de Corinto, o qual ordenou que ele fosse educado.<\/p>\n<p>Assim que atingiu a maioridade, \u00c9dipo foi consultar um or\u00e1culo. Este falou que, se voltasse \u00e0 sua p\u00e1tria, ele mataria seu pai e desposaria a pr\u00f3pria m\u00e3e. \u00c9dipo, que pensava que seu pai era o rei de Corinto, procurou sair de l\u00e1, indo para Tebas. L\u00e1, ele se envolveu em uma pend\u00eancia com Laio, da qual resultou a morte deste. Por esta \u00e9poca, a regi\u00e3o era assolada por um animal misterioso, a Esfinge, que devorava todos aqueles que n\u00e3o conseguissem decifrar seus enigmas. Creon, que sucedera a Laio, prometeu o reino e a m\u00e3o de Jocasta a quem quer que conseguisse derrotar a Esfinge.<\/p>\n<p>\u00c9dipo foi ent\u00e3o \u00e0 procura desta, sendo assim interrogado quando a encontrou: &#8220;qual o animal que anda sobre quatro patas de manh\u00e3, sobre duas \u00e0 tarde e sobre tr\u00eas \u00e0 noite?&#8221; Sem hesitar, \u00c9dipo respondeu: &#8220;\u00e9 o homem, que engatinha na inf\u00e2ncia, anda sobre dois p\u00e9s quando adulto, e anda apoiado em uma bengala na velhice&#8221;. Ao ouvir esta resposta, diz-se que a Esfinge atirou-se ao mar. Com isto, \u00c9dipo foi aclamado rei e desposou Jocasta, sua m\u00e3e.<\/p>\n<p>Esta, posteriormente, teve conhecimento de todos os detalhes da hist\u00f3ria atrav\u00e9s de outro or\u00e1culo. Horrorizada, Jocasta enforcou-se. \u00c9dipo, por sua vez, ao tomar ci\u00eancia de sua trag\u00e9dia, arrancou os pr\u00f3prios olhos. Partiu em seguida de Tebas, acompanhado de sua filha Ant\u00edgona. N\u00e3o eram apenas os or\u00e1culos que podiam ver o futuro. Muitas pessoas podiam tamb\u00e9m eventualmente profetizar ou adivinhar o futuro. Di\u00f3genes La\u00e9rcio conta a respeito de Fer\u00e9cides, que era disc\u00edpulo de Pit\u00e1goras, o qual podia ver fatos futuros muito claramente. Certa vez, por exemplo, ele caminhava pela praia de Samos quando avistou um navio que surgiu no horizonte. Ele predisse que o navio iria afundar, e passados alguns momentos, o navio realmente afundou. Entre outras coisas, ele previu tamb\u00e9m um terremoto, bem como a vit\u00f3ria que viria do cerco de Mess\u00eania.<\/p>\n<p>Arist\u00f3teles faz um relato a respeito de um seu amigo, Eudemo, o qual tivera um sonho enquanto estava doente, quando ia da cidade de Feras para a Maced\u00f4nia. No sonho, ele viu uma jovem que lhe disse que sua doen\u00e7a n\u00e3o era grave, e que sua morte viria somente quando ele tentasse retornar ao lar. Eudemo morreu cinco anos depois, quando tentava voltar a Chipre, atrav\u00e9s da Sic\u00edlia. *<\/p>\n<p>As profecias, quando analisadas sob o aspecto estrutural, apresentam caracter\u00edsticas bastante regulares. Existe sempre uma estrutura b\u00e1sica subjacente aos eventos que rodeiam os personagens envolvidos com os or\u00e1culos, aqueles descritos sob uma forma mitol\u00f3gica. Assim como com \u00c9dipo, uma lenda parece dar o contorno, ou um eixo de desenvolvimento aos fatos, quase sempre recorrentes, de suas vidas individuais. Otto Rank, em sua obra O Mito do Nascimento do Her\u00f3i delineia o que ele chamou de &#8220;lenda m\u00e9dia&#8221; dos her\u00f3is, apontando elementos caracter\u00edsticos sempre presentes no que parece ser o itiner\u00e1rio simb\u00f3lico de uma inicia\u00e7\u00e3o. O her\u00f3i, de modo geral, descende de pais nobres, tem um nascimento dif\u00edcil ou obstaculado, \u00e9 abandonado para morrer em raz\u00e3o de um or\u00e1culo desfavor\u00e1vel, \u00e9 encontrado e criado em circunst\u00e2ncias excepcionais. Quando se torna adulto, descobre sua verdadeira origem, o que, por sua vez, d\u00e1 origem \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de feitos her\u00f3icos ou ent\u00e3o, a alguma trag\u00e9dia. Basta citar os nomes de Mois\u00e9s, libertador do povo judeu, ou de R\u00f4mulo e Remo, fundadores da cidade de Roma, como exemplos mais conhecidos destes arqu\u00e9tipos de inicia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A linguagem dos s\u00edmbolos acerca de Cristo consiste sobretudo nos atributos que caracterizam a vida do her\u00f3i tais como: origem improv\u00e1vel, pai divino, nascimento amea\u00e7ado de perigo, pronta salva\u00e7\u00e3o, amadurecimento precoce (crescimento do her\u00f3i), supera\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria m\u00e3e e da morte, milagres, fim tr\u00e1gico e prematuro, tipo de morte simbolicamente significativos, efeitos p\u00f3stumos (apari\u00e7\u00f5es), sinais miraculosos&#8221; (Carl G. Jung, Interpreta\u00e7\u00e3o Psicol\u00f3gica do Dogma da Trindade).<\/p>\n<p>Analisados sob um aspecto funcional, os eventos ou fatos relativos \u00e0s profecias mostram que, sempre que se trata de revelar o futuro, os deuses revelam-se reticentes e ciumentos de seu conhecimento prof\u00e9tico, e quando chegam a responder \u00e0s perguntas, suas respostas s\u00e3o sempre vazadas em uma linguagem inintelig\u00edvel, com caracter\u00edsticas sibilinas e obscuras.<\/p>\n<p>Esta relut\u00e2ncia em revelar o futuro, pr\u00f3ximo ou distante, traspassa em todas as profecias, aug\u00farios, adivinhas, charadas e enigmas que os deuses ou personagens mitol\u00f3gicos transmitem. Deste modo, em todas as profecias, antigas e modernas, o sentido \u00e9 velado de modo a torn\u00e1-las quase inacess\u00edveis, e o interessado muitas vezes deve empenhar at\u00e9 a pr\u00f3pria vida para que o or\u00e1culo se desvele. * As profecias n\u00e3o t\u00eam a finalidade prec\u00edpua de informar ao homem o seu futuro, seja este qual for, ou mesmo permitir que ele escape aos des\u00edgnios do destino, pelo conhecimento das coisas que ir\u00e3o acontecer. Como j\u00e1 se viu, as profecias anunciadas podem lhe ser favor\u00e1veis ou desfavor\u00e1veis. Somente atrav\u00e9s do seu entendimento poderia ele aproveit\u00e1-las, mas j\u00e1 vimos a dificuldade em faz\u00ea-lo.<\/p>\n<p>Assim, o simples fato de conhec\u00ea-las muitas vezes n\u00e3o significa poder evitar o pior. Entretanto, de um modo paradoxal, as profecias pessimistas, ainda que n\u00e3o entendidas, podem ajudar a modificar um futuro sombrio, pela simples mudan\u00e7a da atitude humana. Trabalhar pelo melhor, pelo receio do pior: talvez seja este, afinal, o segredo e o objetivo de todas as profecias.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Origem Mitol\u00f3gica das Profecias e dos Or\u00e1culos Fonte: Internet (Site ignorado. 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