{"id":64,"date":"2012-01-30T17:07:06","date_gmt":"2012-01-30T17:07:06","guid":{"rendered":"https:\/\/cih.org.br\/?p=64"},"modified":"2012-01-30T17:07:06","modified_gmt":"2012-01-30T17:07:06","slug":"um-mergulho-no-mar-interior-o-salto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cih.org.br\/?p=64","title":{"rendered":"Um Mergulho no Mar Interior &#8211; O Salto"},"content":{"rendered":"<p>\u00c9 muito interessante observarmos as mudan\u00e7as que a pr\u00e1tica da Magia pode acarretar em um estudante (magista). Por\u00e9m, antes de mais nada, vou explicar brevemente o que eu entendo como sendo Magia.<\/p>\n<p>Para os que desconhecem a verdadeira natureza da Arte, mais uma vez postulamos aqui o seu significado: &#8220;Magia \u00e9 a Arte de provocar mudan\u00e7as de acordo com a Vontade&#8221;. Ou seja, a Magia pode inclusive ser encarada como uma extens\u00e3o do livre-arb\u00edtrio.<\/p>\n<div>\u00c9 muito interessante observarmos as mudan\u00e7as que a pr\u00e1tica da Magia pode acarretar em um estudante (magista). Por\u00e9m, antes de mais nada, vou explicar brevemente o que eu entendo como sendo Magia.<\/p>\n<p>Para os que desconhecem a verdadeira natureza da Arte, mais uma vez postulamos aqui o seu significado: &#8220;Magia \u00e9 a Arte de provocar mudan\u00e7as de acordo com a Vontade&#8221;. Ou seja, a Magia pode inclusive ser encarada como uma extens\u00e3o do livre-arb\u00edtrio.<\/p>\n<p>Para os c\u00e9ticos, poderia descrever a Magia como uma poderosa ferramenta de auto-dom\u00ednio. As alegorias empregadas agradam n\u00e3o \u00e0 mente consciente, mas sim ao inconsciente &#8211; que passa a &#8220;ruminar&#8221; o objetivo e, de forma quase que miraculosa, trata de torn\u00e1-lo realidade. Esta \u00e9 uma id\u00e9ia bastante plaus\u00edvel at\u00e9 do ponto de vista j\u00e1 comprovado da PNL&#8230; mas, ainda n\u00e3o \u00e9 tudo. Existe uma contraparte espiritual que jamais deve ser esquecida. \u00c9 o <em>Fogo Interior<\/em>, a centelha divina que faz tudo acontecer. A Magia sem envolvimento espiritual \u00e9 como um homem sem alma.<\/p>\n<p>Para os fervorosos, aviso que Magia n\u00e3o se resume apenas a um pante\u00e3o de criaturas espirituais que agem sobre n\u00f3s humanos. Afirmar isso seria o mesmo que nos colocarmos na situa\u00e7\u00e3o de meros bonecos; de pe\u00f5es controlados por for\u00e7as ocultas. Logo, Magia deve ser tamb\u00e9m mental, ou melhor: um trabalho perfeito de corpo, mente e esp\u00edrito.<\/p>\n<p>Cada magista tem uma vis\u00e3o pessoal que oscila dentro destes extremos. O \u00fanico consenso abrangente \u00e9 que o verdadeiro magista <em>sabe <\/em>o que est\u00e1 fazendo aqui, e busca fazer da forma mais correta poss\u00edvel &#8211; \u00e9 o que chamamos de <em>Reto Caminhar<\/em>.<\/p>\n<p>Aquele que se lan\u00e7a em busca da sua Verdade, da sua <strong>Vontade<\/strong>, pode ser comparado a algu\u00e9m que se atira de um penhasco, em <em>dire\u00e7\u00e3o ao mar<\/em>*. Esse <strong>buscador<\/strong> deixou para tr\u00e1s uma vis\u00e3o de mundo pr\u00e9-definida, para procurar por respostas dentro de si mesmo.<\/p>\n<p>Quando estamos no mar, num lugar diferente do que estamos acostumados, devemos gastar algum tempo a fim de conhecer as <strong>Leis<\/strong> que l\u00e1 vigoram. Pessoalmente, comparo este per\u00edodo com o tempo que o magista leva para equilibrar-se em Malkuth.<\/p>\n<p>Na verdade, as Leis j\u00e1 nos eram familiares. As regras s\u00e3o as mesmas que regem o mundo <em>l\u00e1 fora &#8211;<\/em> onde sempre fizemos quest\u00e3o de fechar os olhos&#8230; por causa da nossa cria\u00e7\u00e3o, por causa do que nos foi imposto &#8211; sej\u00e1 l\u00e1 qual for o motivo, agora nos sentimos deslumbrados e enganados ao mesmo tempo.<\/p>\n<p>=============<br \/>\n<span style=\"font-size: x-small;\"><em>* \u00c9 muito comum termos a id\u00e9ia de mar atrelada ao subconsciente. Quando num sonho, por exemplo, vemos a \u00e1gua l\u00edmpida e transl\u00facida, \u00e9 sinal de que estamos em conformidade com nosso Reto Caminhar, em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 nossa Vontade.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: x-small;\"><em>Quando a \u00e1gua est\u00e1 turva, n\u00e3o estamos conseguindo nos adequar aos anseios da nossa Verdade Interior. \u00c9 como a hist\u00f3ria do cobrador de impostos Saulo que, por conta de escamas em seus olhos, perde a vis\u00e3o at\u00e9 que aceita seu destino, e muda seu nome (ou motto?) para Paulo &#8211; passando a ser um dos maiores pregadores crist\u00e3os.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: x-small;\"><em>\u00c1gua turbulenta \u00e9 sin\u00f4nimo de conflitos interiores. Quando nos deparamos com situa\u00e7\u00f5es estranhas e muitas vezes at\u00e9 desprez\u00edveis para nossos padr\u00f5es, tendemos a n\u00e3o aceitar muito facilmente. Por mais que saibamos que determinada a\u00e7\u00e3o deva ser tomada, relutamos. Este tipo de conflito pode ser ilustrado pela diferen\u00e7a entre vontade e Verdadeira Vontade.<\/em><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 muito interessante observarmos as mudan\u00e7as que a pr\u00e1tica da Magia pode acarretar em um estudante (magista). Por\u00e9m, antes de mais nada, vou explicar brevemente o que eu entendo como sendo Magia. Para os que desconhecem a verdadeira natureza da Arte, mais uma vez postulamos aqui o seu significado: &#8220;Magia \u00e9 a Arte de provocar &hellip; <\/p>\n<p><a class=\"more-link btn\" href=\"https:\/\/cih.org.br\/?p=64\">Continue lendo<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":9691,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[27,28],"tags":[],"class_list":["post-64","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-graus","category-neofito","nodate","item-wrap"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/64","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/9691"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=64"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/64\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=64"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=64"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=64"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}