{"id":60,"date":"2012-01-30T17:04:06","date_gmt":"2012-01-30T17:04:06","guid":{"rendered":"https:\/\/cih.org.br\/?p=60"},"modified":"2012-01-30T17:04:06","modified_gmt":"2012-01-30T17:04:06","slug":"magia-e-perseveranca-um-voo-para-o-horizonte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cih.org.br\/?p=60","title":{"rendered":"Magia e Perseveran\u00e7a: Um V\u00f4o para o Horizonte"},"content":{"rendered":"<p><strong>Por:<\/strong> <a href=\"mailto:amduscias@cih.org.br\"><strong>Frater Amduscias<\/strong> <\/a>(Marcel Luiz Pabst)<!--StartFragment --><\/p>\n<p><em>&#8220;O Adepto que trilha a Senda caminha sobre o fio de uma navalha.&#8221;<\/em><\/p>\n<p>N\u00e3o pode precipitar-se a passos largos, pois o menor descuido \u00e9 fatal. Igualmente, n\u00e3o pode caminhar de volta, uma vez que retroceder \u00e9 loucura, e olhar para tr\u00e1s, imposs\u00edvel.<\/p>\n<p>Assim como o curso de um rio, segue em dire\u00e7\u00e3o ao Mar. E \u00e9 assim, <em>como um rio, e n\u00e3o como uma enxurrada violenta, que ele esculpe a montanha<\/em>, em seu curso.<\/p>\n<p>Aqueles que come\u00e7am a enveredar-se pelos mist\u00e9rios maiores devem ser capazes de atentar tanto para dentro de si, quanto para o Universo que os cerca. O ponto de equil\u00edbrio \u00e9 t\u00e3o sutil quanto dificultoso de ser obtido, e uma das chaves para este \u00e9 a <strong>PERSEVERAN\u00c7A<\/strong>.<\/p>\n<p>A <strong>perseveran\u00e7a<\/strong> \u00e9 como uma planta: necessita de aten\u00e7\u00e3o e cuidados. Uma bela flor requer \u00e1gua e sol em quantidade exata; minerais e adubos de tempos em tempos; paci\u00eancia e perseveran\u00e7a. Ora, todos estes processos s\u00f3 podem ser mantidos com <strong>dedica\u00e7\u00e3o<\/strong> e <strong>amor<\/strong>.<\/p>\n<p>Da mesma forma, este processo pode ser observado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 <strong>Jornada<\/strong>.<strong> <\/strong>A cada ano que passa, vemos muitos que come\u00e7am avidamente, cuidando de seus jardins e gritando aos quatro ventos qu\u00e3o belas <em>ser\u00e3o<\/em> suas flores. Mas aos poucos seu jardim \u00e9 tomado pelo mato. As flores sequer est\u00e3o em bot\u00f5es, e j\u00e1 n\u00e3o recebem mais \u00e1gua ou est\u00e3o murchas pelo sol em demasia. Isso, quando n\u00e3o s\u00e3o sufocadas pelas ervas daninhas&#8230;<\/p>\n<p><em>Querer <\/em>ou<em> planejar <\/em>ter um jardim \u00e9 simples. <em>Montar jardins \u00e0 esmo<\/em>, sem nenhum planejamento \u00e9 igualmente f\u00e1cil. No primeiro caso, se n\u00e3o for executada, <strong>a id\u00e9ia morre no projeto<\/strong>. No segundo, extingue-se pela <strong>falta de cuidado e dedica\u00e7\u00e3o<\/strong>.<br \/>\n<strong><\/strong><br \/>\nCada um de n\u00f3s tem facilidades, habilidades, ou dons, que podem ser analisados atrav\u00e9s dos elementos. Alguns tem mais afinidade com o elemento \u00e1gua; outros, com a terra ou fogo. Em maior ou menor grau, portanto, todos n\u00f3s <em>enfrentamos dificuldades ao lidar com nossos elementos em car\u00eancia<\/em>. <strong>O Adepto sabe disso, e ali embasado, busca o equil\u00edbrio<\/strong>.<\/p>\n<p>Pessoas <em>a\u00e9reas<\/em> concebem o mais belo jardim em minutos, mas n\u00e3o saem do projeto; os <em>\u00edgneos<\/em>, n\u00e3o perdem tempo em iniciar dezenas de jardins ao mesmo tempo, por\u00e9m nenhum \u00e9 terminado &#8211; e por a\u00ed seguem os exemplos.<\/p>\n<p>Quando nos empenhamos em algo com <strong>paci\u00eancia<\/strong>, <strong>perseveran\u00e7a<\/strong> e <strong>amor<\/strong>, somos capazes de transcender estas car\u00eancias. Quando aceitamos os erros como parte do aprendizado, e as dificuldades como motiva\u00e7\u00f5es, o resultado \u00e9 certo: sucesso. Devemos sempre nos lembrar de que as melhores espadas s\u00e3o forjadas no calor do fogo, sob o peso de centenas de marteladas. <strong>Da mesma forma, a vida que n\u00e3o tem dificuldades \u00e9 uma vida estagnada e sem valor<\/strong>.<\/p>\n<p>Sempre que ouvimos a palavra <strong>DOR<\/strong>, lembramos de algo ruim. Mas isso s\u00f3 acontece por causa de uma vis\u00e3o simplista, caracter\u00edstica do mundo ocidental. Nos esquecemos de olhar o outro lado da moeda&#8230; e assim, n\u00e3o percebemos que o <strong>crescimento<\/strong> \u00e9 dor. Que o nosso <em>professor<\/em> n\u00e3o s\u00e3o os momentos de felicidade, mas sim os de dificuldade.<\/p>\n<p>\u00c9 somente atrav\u00e9s de pr\u00e1ticas cont\u00ednuas (e exaustivas) e da observa\u00e7\u00e3o interior, que poderemos fazer nossa perseveran\u00e7a ter valor verdadeiro. E assim, atrav\u00e9s deste proceder, que <strong>aparentemente nos acorrenta<\/strong>, \u00e9 que estaremos caminhando para uma <strong>verdadeira liberdade<\/strong>, e al\u00e7ando v\u00f4os cada vez mais altos na dire\u00e7\u00e3o do horizonte.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Frater Amduscias (Marcel Luiz Pabst) &#8220;O Adepto que trilha a Senda caminha sobre o fio de uma navalha.&#8221; N\u00e3o pode precipitar-se a passos largos, pois o menor descuido \u00e9 fatal. Igualmente, n\u00e3o pode caminhar de volta, uma vez que retroceder \u00e9 loucura, e olhar para tr\u00e1s, imposs\u00edvel. 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