{"id":316,"date":"2012-04-11T19:32:08","date_gmt":"2012-04-11T19:32:08","guid":{"rendered":"https:\/\/cih.org.br\/?p=316"},"modified":"2017-01-18T12:08:39","modified_gmt":"2017-01-18T12:08:39","slug":"o-livro-dos-cinco-aneis-e-a-magia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cih.org.br\/?p=316","title":{"rendered":"O LIVRO DOS CINCO AN\u00c9IS E A MAGIA"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><strong>Uma breve an\u00e1lise do estilo de Musashi em paralelo com o Xinto\u00edsmo, a Qabalah e a magia em geral<\/strong><\/p>\n<p>por: <strong>Frater Kurush<\/strong> (C.F.L.)<\/p>\n<p>Miyamoto Musashi foi um dos maiores samurais da hist\u00f3ria, conhecido entre os japoneses como Kensei, o santo da espada; al\u00e9m de ter sido um estimado pintor e escritor e dominar muito bem a arte da caligrafia. Em sua obra, o \u201cGo Rin No Sho\u201d (Livro dos 5 An\u00e9is), faz-se men\u00e7\u00e3o \u00e0 palavra NITEN (ni= dois; ten= c\u00e9us), porque algumas das suas escolas ficaram conhecidas como \u201cNiten Ryu\u201d(ryu = estilo, escola) Ao mesmo tempo, quando o autor relata ter escalado a montanha Iwwato de Higo, em homenagem ao C\u00e9u, foi esclarecido que o termo \u2018ten\u2019 \u00e9 usado para se referir \u00e0 religi\u00e3o xinto\u00edsta, religi\u00e3o nativa do Jap\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Uma breve an\u00e1lise do estilo de Musashi em paralelo com o Xinto\u00edsmo, a Qabalah e a magia em geral<\/span><\/strong><\/p>\n<p align=\"center\">\n<p>por: <strong>Frater Kurush<\/strong>\u00a0(Cyro Filka Lopes)<\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Miyamoto Musashi foi um dos maiores samurais da hist\u00f3ria, conhecido entre os japoneses como Kensei, o santo da espada; al\u00e9m de ter sido um estimado pintor e escritor e dominar muito bem a arte da caligrafia. Em sua obra, o \u201cGo Rin No Sho\u201d (Livro dos 5 An\u00e9is), faz-se men\u00e7\u00e3o \u00e0 palavra NITEN (ni= dois; ten= c\u00e9us), porque algumas das suas escolas ficaram conhecidas como \u201c<em>Niten Ryu<\/em>\u201d(ryu = estilo, escola) Ao mesmo tempo, quando o autor relata ter escalado a montanha <em>Iwwato<\/em> de <em>Higo<\/em>, em homenagem ao C\u00e9u, foi esclarecido que o termo \u2018<em>ten\u2019<\/em> \u00e9 usado para se referir \u00e0 religi\u00e3o xinto\u00edsta, religi\u00e3o nativa do Jap\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Algumas religi\u00f5es como o xinto\u00edsmo, budismo e confucionismo, constituem-se na base filos\u00f3fica do <em>Bushido<\/em> (Bushi = guerreiro, Do = Caminho), que era um r\u00edgido c\u00f3digo de honra dos antigos guerreiros do Jap\u00e3o. As sete virtudes do <em>Bushido<\/em> s\u00e3o: Justi\u00e7a, Coragem, Benevol\u00eancia, Educa\u00e7\u00e3o, Sinceridade, Honra e Lealdade. Do Budismo, o <em>Bushido<\/em> herdou a coragem para encarar e n\u00e3o temer a morte. A rela\u00e7\u00e3o com a sociedade e a import\u00e2ncia do nome da fam\u00edlia vem do Confucionismo. Do Xinto\u00edsmo, o <em>Bushido<\/em> pegou a lealdade, t\u00e3o importante para o samurai.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Na entrada dos templos xinto\u00edstas, podemos encontrar o Torii., uma esp\u00e9cie de portal, formado por duas colunas, que representam os C\u00e9us, e duas vigas, referindo-se a Terra. Essa estrutura delimita o espa\u00e7o do templo, o sagrado do profano. Abstraindo-se, demonstra que os C\u00e9us (colunas) alicer\u00e7am a Terra (vigas), e adentrando-se ao local, encontra-se o templo <em>Xinto<\/em> (\u201ccaminho das divindades\u201d) e o contato com a ess\u00eancia das deidades, que, segundo o Xinto\u00edsmo, est\u00e3o contidas em todas as coisas (montanhas, rios, seres vivos, etc).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Ainda podemos perceber a grande rela\u00e7\u00e3o do <em>Torii <\/em>com os pilares dos Templos da Ma\u00e7onaria e outras Ordens esot\u00e9ricas. No Templo, podemos encontrar dois pilares, um negro escrito em branco e outro branco escrito em negro, duas for\u00e7as opostas, duas cores opostas, formando um equil\u00edbrio entre elas. Nos recordando assim, dos Pilares da \u00c1rvore da Vida: O Pilar da Miseric\u00f3rdia e o Pilar da Severidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Sendo assim, fica poss\u00edvel tra\u00e7ar uma liga\u00e7\u00e3o entre o <em>Torii<\/em>, os Pilares do Templo, a Qabalah e o estilo de Musashi. O estilo <em>Niten Ichi Ryu<\/em> significa \u2018dois c\u00e9us em uma escola\u2019e remete-se \u00e0 coordena\u00e7\u00e3o no manejo das duas espadas (C\u00e9us, Pilares) e das duas energias provenientes de cada lado do corpo do guerreiro: A energia espiritual (<em>Ki<\/em>) e a t\u00e9cnica, a energia f\u00edsica em si (<em>Ken<\/em> e <em>Tai<\/em>). Essa integra\u00e7\u00e3o harm\u00f4nica das energias \u2013 sinergia \u2013 s\u00e3o duas for\u00e7as complementares, que n\u00e3o se somam, mas potencializam seus efeitos de tal forma que superam os efeitos de apenas uma espada ou apenas uma energia, at\u00e9 porque essas energias, assim como os C\u00e9us e os Pilares, mesmo tendo sua pr\u00f3pria for\u00e7a, n\u00e3o s\u00e3o independentes, mas sim dois lados de uma mesma moeda, e assim Musashi descreve a t\u00e9cnica com a espada, tornando assim n\u00e3o s\u00f3 uma t\u00e9cnica vers\u00e1til contra todos os tipos de armas e contra diversos oponentes simultaneamente, mas havia uma extrema vantagem pois enquanto os oponentes atacavam com apenas uma espada, e portanto, ficavam vulner\u00e1veis durante o ataque, com o estilo Niten Ichi, era poss\u00edvel atacar e defender ao mesmo tempo, usando assim, uma espada para cada fun\u00e7\u00e3o. Portanto, como foi dito, n\u00e3o h\u00e1 uma independ\u00eancia entre elas, mas a defesa de uma possibilita o ataque com a outra, assim, como na \u00c1rvore da Vida, n\u00e3o existe Severidade sem Miseric\u00f3rdia, e nem o oposto seria poss\u00edvel. Este equil\u00edbrio equipara-se tamb\u00e9m \u00e0 manifesta\u00e7\u00e3o do Yin e Yang \u2013 onde o branco est\u00e1 contido no preto e o preto est\u00e1 contido no branco, onde o olhar n\u00e3o se limita ao ver, mas \u00e0 compreens\u00e3o do sentido de todas as coisas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Considerando o que foi dito, pode-se visualizar essa concep\u00e7\u00e3o no <em>Torii<\/em>. Os Pilares (C\u00e9us) n\u00e3o s\u00e3o meros alicerces das vigas (Terra), a energia se propaga por toda a extens\u00e3o da arcada, for\u00e7as resultantes que surgem em cada ponto, n\u00e3o sendo limitado aos extremos. Portanto, a dist\u00e2ncia entre as colunas \u00e9 superada, pois a\u00a0 energia multiplica-se e repercute no Todo, como se fosse uma s\u00f3 espada, uma s\u00f3 energia, um s\u00f3 Pilar, ou seja, o Pilar do Meio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00a0Logo, como ressaltou Musashi, acostumando-se com o manejo das duas espadas, entendendo e fazendo uso das duas energias, adquirimos a for\u00e7a do Caminho. \u00c9 a consci\u00eancia de que todos os caminhos est\u00e3o interligados (assim como os caminhos da \u00c1rvore da Vida) e sendo assim, n\u00e3o somos seres \u00fanicos e isolados, tendo em si, em menor quantidade, o mesmo conte\u00fado e ess\u00eancia do Todo. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Podemos ainda analisar o princ\u00edpio do <em>Bunbu-ryodo<\/em>, a Pena e a Espada em um s\u00f3 Caminho; que foi um princ\u00edpio muito citado pelo Musashi em sua vida e obras, onde se dizia que o guerreiro, para viver plenamente, deveria dominar a Pena e a Espada; sendo a Pena, as artes (pintura, escultura, caligrafia, m\u00fasica, poesia e etc), e a Espada, as t\u00e9cnicas com a mesma. Podemos j\u00e1 tra\u00e7ar um paralelo com os Pilares, j\u00e1 que a espada tirava vidas, e os samurais estavam bem longe de terem alguma Miseric\u00f3rdia durante uma luta. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Ent\u00e3o, segundo Musashi, a Severidade seria equilibrada com a Pena, com o Amor pela arte. Al\u00e9m disso, o <em>Bunbu-ryodo<\/em> se referia ao estudo te\u00f3rico e pr\u00e1tico como uma via de m\u00e3o \u00fanica. A pr\u00e1tica sozinha n\u00e3o era considerada v\u00e1lida assim como a teoria sozinha tamb\u00e9m n\u00e3o. Mesmo sendo \u00fanicas, uma \u00e9 base pra outra, dando na mesma resultante, que segundo os samurais, era a eterna busca pela perfei\u00e7\u00e3o, o que pra eles era eterno, j\u00e1 que consideravam a perfei\u00e7\u00e3o uma qualidade divina, e sendo assim, estavam constantemente se aprimorando, j\u00e1 que buscavam o inalcan\u00e7\u00e1vel. E assim deve ser tamb\u00e9m para o estudante de Magia, vivendo intensamente, buscando sempre a perfei\u00e7\u00e3o tanto na pr\u00e1tica como na teoria, n\u00e3o se deixando abalar com tempo ruim, com as constantes dificuldades ou derrotas durante o processo, se aprimorando como os samurais, deixando a Vontade cada vez mais forte, e fortalecendo assim o pr\u00f3prio ser, estando sempre preparado para enfrentar as Ord\u00e1lias no processo, analisando cada detalhe e amando cada momento como um eterno aprendizado; ou, nas palavras de Miyamoto Musashi: \u201cHoje \u00e9 a vit\u00f3ria sobre o voc\u00ea de ontem; amanh\u00e3 ser\u00e1 a sua vit\u00f3ria sobre homens inferiores\u201d. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Como dito acima, Go Rin No Sho significa o Livro dos Cinco An\u00e9is. Os \u201cGo Rin\u201d (Cinco An\u00e9is) do Budismo representam as cinco partes do corpo humano: cabe\u00e7a, cotovelos esquerdo e direito e joelhos esquerdo e direito. Os \u201cGo Dai\u201d (Cinco Grandes) do Budismo s\u00e3o os cinco elementos que comp\u00f5em o cosmo: terra, \u00e1gua, fogo, vento e vazio.Sendo o Vazio, ou \u2018o Nada\u2019 um termo Budista para designar a natureza ilus\u00f3ria das coisas terrenas, o que de imediato lembra o conceito do Hindu\u00edsmo chamado Maya, onde o Universo \u00e9 tido como uma mera ilus\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">O Livro \u00e9 dividido em cinco cap\u00edtulos, cada qual com seu respectivo elemento. No primeiro cap\u00edtulo, chamado Terra, trata sobre o Caminho da Estrat\u00e9gia pelo ponto de vista do estilo Niten Ichi Ryu. Neste cap\u00edtulo, Musashi diz que considerava dif\u00edcil enxergar o Verdadeiro Caminho atrav\u00e9s apenas do treino com a espada, advertindo que devemos observar e conhecer as menores e as maiores coisas; as mais superficiais e as mais sutis e profundas. Este conceito, aplicado ao estudo da magia, pode ser interpretado de uma forma interessante. Se observarmos bem, podemos ver que Musashi n\u00e3o cita neste cap\u00edtulo sobre o Caminho, mas sim o Verdadeiro Caminho, assim como em Thelema, onde se busca a Verdadeira Vontade. Ainda no primeiro cap\u00edtulo, o autor nos adverte que, para conhecermos o Verdadeiro Caminho, devemos observar e conhecer tanto as coisas mais superficiais quanto as mais sutis, ou seja, conhecer o Microcosmo e o Macrocosmo, sendo o primeiro importante para o conhecimento do segundo, e vice-versa, j\u00e1 que, como nos ensina o princ\u00edpio Herm\u00e9tico da correspond\u00eancia: \u201cO que est\u00e1 em cima \u00e9 como o que est\u00e1 abaixo, e o que est\u00e1 embaixo \u00e9 como o que est\u00e1 em cima\u201d.\u00a0 \u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00a0No segundo cap\u00edtulo, o livro da \u00c1gua, o autor nos diz que jamais entenderemos os princ\u00edpios descritos lendo, memorizando ou imitando. A interpreta\u00e7\u00e3o leviana nos desvia do caminho, portanto, se ao inv\u00e9s disso pudermos realmente sentir, deixar que tomem conta de nosso corpo, estaremos longe de erros que podem nos deixar confuso e nos afastar da nossa Verdadeira Vontade, nos desviar de nosso curso, o que \u00e9 causa de ang\u00fastia e sofrimento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">O terceiro cap\u00edtulo \u00e9 o do Fogo o assunto \u00e9 a luta, a estrat\u00e9gia em si, e fica bem claro que o estilo Niten Ichi era baseado na eterna pr\u00e1tica e disputa, onde ele nos alerta que muitos usando apenas espadas de bambu, treinavam quest\u00f5es insignificantes da destreza; assim como na Magia, muitas vezes a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 desviada por teorias e pr\u00e1ticas sem fundamento, quando a verdadeira Magia se faz na pr\u00e1tica, no cotidiano, em todas as \u00e1reas de nossas vidas. N\u00e3o devemos treinar como se luta, mas sim ousar em encarar a luta de frente, nunca tentando nos beneficiar de t\u00e9cnicas pequenas se o objetivo \u00e9 grandioso.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">O quarto livro fica para o elemento Ar e \u00e9 chamado de livro do Vento, onde fica claro que, quando se diz que devemos estudar os outros, h\u00e1 um forte significado em rela\u00e7\u00e3o ao estudo do que h\u00e1 em nossa volta, da percep\u00e7\u00e3o do Todo, porque seguindo apenas um lado, podemos achar que estamos seguindo corretamente, e caso n\u00e3o estivermos, quanto mais tempo demorarmos a nos tomar conta da diverg\u00eancia, ela j\u00e1 poder\u00e1 ter tomado grandes propor\u00e7\u00f5es e ser\u00e1 mais dif\u00edcil encontrarmos o Verdadeiro Caminho se nos afastarmos dele, pra isso, devemos conhecer todos os Caminhos, os Caminhos de todas as artes e eliminarmos brevemente aquilo que est\u00e1 longe de ser o Verdadeiro, e segundo Crowley, \u201cUm homem cuja vontade consciente esteja em choque com a Verdadeira (Vontade) est\u00e1 desperdi\u00e7ando sua for\u00e7a\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Por \u00faltimo, h\u00e1 o livro do Vazio, que segundo o autor \u00e9 um termo que ele usa para designar aquilo que n\u00e3o tem come\u00e7o nem fim. Ao entender esse princ\u00edpio, significa que n\u00e3o estamos atendendo o princ\u00edpio, e assim como foi dito no cap\u00edtulo do Fogo, os princ\u00edpios devem ser entendidos internamente, com o cora\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o seguidos \u00e0 risca, sendo assim, a partir do momento que n\u00e3o entendermos o princ\u00edpio, mas sim sentirmos e vivenciarmos, percebendo que todas as coisas est\u00e3o interligadas e que o Caminho \u00e9 um s\u00f3, l\u00e1 estar\u00e1 o Vazio, \u201cquando a atitude se tornar n\u00e3o-atitude e a espada se tornar n\u00e3o-espada\u201d, como encontramos no livro da \u00c1gua, ou seja, quando agirmos livre de \u00e2nsia de resultado e com prop\u00f3sito desembara\u00e7ado. (\u201cPois vontade pura, desembara\u00e7ada de prop\u00f3sito, livre de \u00e2nsia de resultado, \u00e9 toda via perfeita\u201d). <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\"><strong>Frater Kurush<\/strong> \u00a0(Cyro Filka Lopes)<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Em L.L.L.L.<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\"><strong>Ankh \u2013 Usa &#8211; Semb<\/strong><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma breve an\u00e1lise do estilo de Musashi em paralelo com o Xinto\u00edsmo, a Qabalah e a magia em geral por: Frater Kurush (C.F.L.) Miyamoto Musashi foi um dos maiores samurais da hist\u00f3ria, conhecido entre os japoneses como Kensei, o santo da espada; al\u00e9m de ter sido um estimado pintor e escritor e dominar muito bem &hellip; <\/p>\n<p><a class=\"more-link btn\" href=\"https:\/\/cih.org.br\/?p=316\">Continue lendo<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":9691,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[30],"tags":[],"class_list":["post-316","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-taoismo","nodate","item-wrap"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/316","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/9691"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=316"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/316\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=316"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=316"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=316"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}