{"id":296,"date":"2012-04-11T19:21:50","date_gmt":"2012-04-11T19:21:50","guid":{"rendered":"https:\/\/cih.org.br\/?p=296"},"modified":"2013-02-09T04:28:10","modified_gmt":"2013-02-09T04:28:10","slug":"biografia-de-christian-rosenkreutz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cih.org.br\/?p=296","title":{"rendered":"Biografia de Christian Rosenkreutz"},"content":{"rendered":"<p align=\"left\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana;\"><em><strong>Tradu\u00e7\u00e3o do alem\u00e3o por Francisco Ph. Preuss<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana;\"><strong>Fonte: Fraternidade Rosacruz de Portugal <\/strong><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana;\"><strong>(*) Publicado na Revista &#8220;Rosacruz&#8221; n.\u00ba 233, 1964. <\/strong><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong><\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #6600cc;\"><span style=\"color: #000000;\">No ano de 1614, apareceu na cidade de Kassel um livro com o extenso t\u00edtulo: \u00abReforma Geral da Fama Fraternitatis da Conceituada Ordem dos Rosacruzes&#8221;. E logo no ano seguinte, 1615, apareceu uma Segunda edi\u00e7\u00e3o da mesma obra; e mais tarde, em 1652, a obra fora entregue ao povo ingl\u00eas pelo adepto Thomas Vaughan, sob o t\u00edtulo: \u00abFame and Confession of Rose-Cross&#8221;.<\/span> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\"><strong>O Antigo Cristianismo Rosacruz *<br \/>\n<\/strong><\/span><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;\"><strong>(Biografia de Christian Rosenkreutz)<br \/>\n<\/strong><\/span><\/span><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana; font-size: xx-small;\"><em><strong>Tradu\u00e7\u00e3o do alem\u00e3o por Francisco Ph. Preuss<br \/>\n<\/strong><\/em><\/span><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana; font-size: xx-small;\"><strong>Fonte: Fraternidade Rosacruz de Portugal<br \/>\n<\/strong><\/span><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana;\"><strong><span style=\"font-size: xx-small;\">(*) Publicado na Revista &#8220;Rosacruz&#8221; n.\u00ba 233, 1964.<\/span> <\/strong><\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fraternidaderosacruz.org\/prosphil.jpg\" alt=\"\" width=\"167\" height=\"252\" border=\"0\" \/><\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\"><em>Fil\u00f3sofo Rosacruz.Representa\u00e7\u00e3o aleg\u00f3rica do Pai C.R.C. por JAKnnap<\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fraternidaderosacruz.org\/rosicruc.gif\" alt=\"\" width=\"120\" height=\"115\" border=\"0\" \/><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">No ano de 1614, apareceu na cidade de Kassel um livro com o extenso t\u00edtulo: \u00abReforma Geral da Fama Fraternitatis da Conceituada Ordem dos Rosacruzes&#8221;. E logo no ano seguinte, 1615, apareceu uma Segunda edi\u00e7\u00e3o da mesma obra; e mais tarde, em 1652, a obra fora entregue ao povo ingl\u00eas pelo adepto Thomas Vaughan, sob o t\u00edtulo: \u00abFame and Confession of Rose-Cross&#8221;. <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Essa obra \u00e9 atribu\u00edda ao fil\u00f3sofo e te\u00f3logo Joahann Valentin Andreae \u00a0que declara, conforme \u00a0M. C. Hirschen, que a \u00abFama Fraternitatis\u00bb, al\u00e9m de outras 30 obras, fora entregue ao p\u00fablico a fim de que os verdadeiros amantes da sabedoria, uma vez desvendados os segredos nelas contidos, pudessem dar prosseguimento \u00e0 mesma. <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Andreae faz nessa obra o seguinte coment\u00e1rio sobre a vida e as aventuras de Christian Rosenkreutz, que fundara a Organiza\u00e7\u00e3o dos Rosacruzes: <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">No s\u00e9culo XIV surgira na Europa um indiv\u00edduo de fam\u00edlia, nobre, que adotara o nome de Christian Rosenkreutz. Apesar de sua ascend\u00eancia fidalga era pobre, havendo, por essa raz\u00e3o, ingressado muito jovem num mosteiro onde, gra\u00e7as ao grande talento, estudara Filosofia, Arte, Religi\u00e3o e Ci\u00eancias em geral. N\u00e3o obstante possuir t\u00e3o valioso atributo, continuou no mosteiro, dedicando-se com afinco \u00e0 Religi\u00e3o e \u00e0s Ci\u00eancias Ocultas, esfor\u00e7ando-se sobremaneira para que a uni\u00e3o entre ambas se realizasse. Com a idade de 10 anos, aventurou-se, em companhia de um monge, a uma viagem de peregrina\u00e7\u00e3o ao Santo-Sepulcro. Ao chegarem a Chipre, falecia o seu companheiro, mas o jovem rosacruz continuou a sua viagem. Estudou at\u00e9 aos 16 anos com Mestres da Ar\u00e1bia e chegando depois \u00e0 cidade de Damasco, submeteu-se aos estudos das Ci\u00eancias Ocultas que ali eram ministrados. Depois de permanecer tr\u00eas anos em Damasco, velejou para o Egito, a fim de continuar os seus estudos. Depois de uma viagem pelo Mediterr\u00e2neo, alcan\u00e7ou a cidade de Fez, em Marrocos, para a qual seus Mestres de Damasco o enviaram, e onde permanecera cerca de dois anos, recebendo dos Fil\u00f3sofos da \u00c1frica outros ensinamentos\u00a0 valiosos. Passou depois para a Espanha; e como fora bem recebido nesse pa\u00eds, resolveu decididamente regressar \u00e0 Alemanha, para que pudesse entregar aos seus compatriotas os estudos e ci\u00eancias obtidos, o que, ali\u00e1s n\u00e3o fizera t\u00e3o somente aos seus patr\u00edcios, mas tamb\u00e9m ao mundo inteiro, formando, nesse \u00ednterim, uma organiza\u00e7\u00e3o para essa nobre finalidade. <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Logo a seguir, escolheria cinco monges do velho convento em que fora educado, incluindo depois mais sete com intelig\u00eancia de elevada qualidade, credenciando-os mediante a solene promessa de n\u00e3o divulgarem ao mundo exterior os seus conhecimentos, mas conservando-os em absoluto segredo, devendo constituir-se num Vocabul\u00e1rio M\u00e1gico para ser decifrado pelos futuros estudantes. Foram-lhes transmitidas assim as necess\u00e1rias instru\u00e7\u00f5es sobre ci\u00eancias, arte, medicina e religi\u00e3o. Prestavam aux\u00edlio gratuito a todos os enfermos que a eles se dirigiam, e o n\u00famero destes aumentara de tal forma, que pouco tempo lhes restava para a execu\u00e7\u00e3o de outros servi\u00e7os. <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Sob a dire\u00e7\u00e3o do Pai Christian, que era o d\u00e9cimo-terceiro e o Supremo da Ordem, principiarem a construir um Templo, e uma vez conclu\u00edda essa obra, os 12 Irm\u00e3os que j\u00e1 estavam muito bem instru\u00eddos, resolveram separar-se, permanecendo apenas cinco com o Pai Christian, no Templo, e os outros sete peregrinaram pelo mundo. No fim de cada ano, deviam estar de volta ao Templo, e caso houvesse qualquer impedimento neste sentido, tinham de escrever, apresentando as raz\u00f5es. <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Essa Organiza\u00e7\u00e3o assim constitu\u00edda foi regida por um C\u00f3digo de Leis que exigia de seus membros completa subordina\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00c9tica. Estes sete, dos 12 Irm\u00e3os, deveriam viver como homens entre os homens, e assim se apresentarem, n\u00e3o se distinguido jamais nem sequer por um traje diferente do dos habitantes do mundo exterior. Trabalhavam n\u00e3o s\u00f3 em seus corpos invis\u00edveis, mas tamb\u00e9m com os outros, conforme a ocasi\u00e3o o exigisse. Jamais lhes fora outorgado o direito de influenciar a quem que fosse contra a sua vontade, deixando-os sempre agir por for\u00e7a de seus pr\u00f3prios desejos. Mesmo assim, competia-lhes estimular as suas ben\u00e9ficas inclina\u00e7\u00f5es. <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Quanto aos cinco irm\u00e3os que permaneceram com o Pai Christian, estes jamais se afastaram do Templo do Esp\u00edrito Santo e passaram a executar a obra no mundo invis\u00edvel. <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">O d\u00e9cimo-terceiro Membro, o Superior e Fundador da Ordem Rosacruz, \u00e9 invis\u00edvel ao mundo exterior, sendo o intermedi\u00e1rio do mais alto Conselho Central que \u00e9 composto pelos Hierofantes dos Mist\u00e9rios Mais Elevados. A Sua presen\u00e7a \u00e9 sentida, por\u00e9m nunca vista, e ao entrar no Templo, assinala o in\u00edcio da Cerim\u00f3nia. As letras C.R.C. constitu\u00edam-se na palavra Chave e T\u00edtulo, e a Fraternidade devia permanecer cem anos em segredo. <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Em idade bastante avan\u00e7ada, Pai Christian Rosenkreutz abandonou o seu corpo f\u00edsico, que fora sepultado pelo cinco Irm\u00e3os que haviam permanecido com ele. Para os outros, o local do sepultamento tornara-se secreto, continuando a Sociedade a ficar velada para o mundo exterior. A tradi\u00e7\u00e3o entre eles consistia em que o t\u00famulo do Pai Rosenkreutz seria descoberto 120 anos depois e que a Fraternidade n\u00e3o seria mais uma Organiza\u00e7\u00e3o Secreta. Por essa raz\u00e3o, os Fratres deram in\u00edcio a uma transforma\u00e7\u00e3o no Templo, colocando a placa comemorativa, contendo os nomes dos congregados, em um lugar mais adequado. <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">A placa comemorativa era de lat\u00e3o, tendo sido colocada na parede com um prego que passava pelo seu centro; e t\u00e3o fortemente estava fixada, que na sua retirada uma parte do reboco ca\u00edra e, em seguida, uma porta secreta ficou \u00e0 vista. Depois de ter sido retirado completamente o reboco que encobria a porta, ficou a descoberto a seguinte inscri\u00e7\u00e3o, em letras grandes: POST CXX ANNOS PATERO (depois de 120 anos eu serei aberta). Depois de haver esperado a aurora do Sol nascente do dia seguinte, recome\u00e7aram de novo com as suas pesquisas. Ao abrirem\u00a0 a pesada porta, descobriram um ab\u00f3bada septagonal, tendo cada um dos sete lados, 5 p\u00e9s de largura e 8 p\u00e9s de altura, e neles pintados conhecidos s\u00edmbolos. No teto via-se um Sol artificial, cuja luz, era t\u00e3o forte que chegava quase a ofuscar os olhos. Foi com a maior surpresa que, em vez de um t\u00famulo, se encontrou no meio do recinto um altar redondo, com uma inscri\u00e7\u00e3o onde se dizia ter sido edificado por Christian Rosekreuz como S\u00edmbolo do Universo.\u00a0 Muitas outras inscri\u00e7\u00f5es existiam, tais como: \u00abJESUS MIHI OMNIS, LEGISJUGUM, LIBERTAS EVANGELII\u00bb (Jesus todo meu, o rigor da Lei, a liberdade do Evangelho), o que d\u00e1 perfeito testemunho do car\u00e1cter Cr\u00edstico do Construtor. <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Em cada um dos sete lados estava uma porta que conduzia a uma c\u00e2mara na qual foram encontradas coisas raras e de grande valor, tais como a biografia do fundador; o vocabul\u00e1rio de Paracelso; os segredos da Ordem; sinos, espelhos, l\u00e2mpadas e v\u00e1rios outros objetos estranhos. <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Ao removerem o Altar e a placa de lat\u00e3o, ficaram surpreendidos ao depararem com o corpo de Christian Rosenkreutz, cujo estado de conserva\u00e7\u00e3o era perfeito.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Essa \u00e9 a narra\u00e7\u00e3o do caso, tal como foi descrito por J. V. Andreae, em sua famosa obra sobre os antigos Rosacruzes, intitulada \u00abA Fama Fraternitatis\u00bb. <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Muitos cientistas sup\u00f5em ser uma poesia a hist\u00f3ria de Andreae; entretanto, outros aplaudiram a teoria de Nicolai, que dizia ser Andreae, naquele tempo em que surgira o seu livro, um jovem cheio de entusiasmo e de ambi\u00e7\u00f5es. Conhecia muito bem as falhas de teologia e das ci\u00eancia, e esfor\u00e7ava-se por reform\u00e1-las; e para poder realizar o seu intento, procurou a fus\u00e3o de quantos fossem admiradores da virtude, assim como ele o foi, para que pudessem unir-se numa \u00fanica Organiza\u00e7\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Outros afirmam haver Andreae escrito essas coisas t\u00e3o somente para que o Rosacrucianismo pudesse crescer e desenvolver-se, pois tinha que demonstrar, em separado o seu conceito sobre a moral da religi\u00e3o. Seja como for, o importante \u00e9 que essa suposta poesia conquistou terreno atrav\u00e9s dos s\u00e9culos e foi aceita como veross\u00edmil; e tanto isto \u00e9 verdade que a Invis\u00edvel Organiza\u00e7\u00e3o dos Rosacruzes est\u00e1 sendo hoje ansiosamente procurada e com ela se procura compartilhar e levar avante os seus nobres e dignificantes ideais. <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Essa obra de Andreae alcan\u00e7ou na Alemanha um \u00eaxito sensacional, pelo que, de todos os rinc\u00f5es chegavam cartas dos que se sentiam habilitados nas Ci\u00eancias de Kabala\u00a0 e da Alquimia, para serem provados em suas capacidades. Outros, atrevidamente, afirmavam e de maneira fraudulenta, pertenceram \u00e0 Ordem Rosacruz iludindo aqueles que, de boa f\u00e9, neles acreditaram. Muitos coment\u00e1rios houve, segundo os quais esses charlat\u00e3es extorquiam dinheiro, tendo sido, finalmente, castigados severamente pelos Magistrados de Namburg, Augsburgo e de outros cidades. <\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">oOo<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">No ano de 1772, surgiu na Holanda uma sociedade que se intitulou de Alquimia e Rosacruzes, afirmando ser Christian Rosenkreutz o seu fundador e que muitas organiza\u00e7\u00f5es na Alemanha a ela se ligaram. Completamente ao contr\u00e1rio da irregular situa\u00e7\u00e3o dessas fraudulentas organiza\u00e7\u00f5es, a Filosofia Rosacruz aprofundou tanto as suas ra\u00edzes, que cresceu de maneira vertiginosa, conforme se verifica pelas Escolas Modernas do Rosacrucianismo. Durante o s\u00e9culo XVII existiram na Alemanha, Fran\u00e7a e Inglaterra muitas Escolas dessa natureza, das quais fizeram parte pessoas de renome, como: Michael Meier, Robert Fludd e Elias Ashmole. Nicolai acredita haver encontrado suficiente comprova\u00e7\u00f5es segundo os quais Lord Bacon se inspirara nas obras da Ordem, inclusive Jacob Boehme, Goethe e Richard Wagner teriam recebido inspira\u00e7\u00f5es de Christian Rosenkreutz. As suas obras s\u00e3o espirituais, solenes e duradouras. Thomas Vaughan, em seu livro intitulado: \u00abHoras com um M\u00edstico\u00bb, menciona que o Rosacrucianismo se tem convertido, paulatinamente, num tal conceito que engloba a \u00abPedra Filosofal\u00bb. <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00c9 digno de registro igualmente o fato de Hichcok e outros autores modernos terem provado que os trabalhos dos verdadeiros Fil\u00f3sofos do Hermetismo, no plano espiritual n\u00e3o simbolizam apenas aquisi\u00e7\u00e3o indestrut\u00edvel da sa\u00fade e do prolongamento da vida material, mas tamb\u00e9m a renova\u00e7\u00e3o do Homem e a imortalidade da alma. <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p align=\"center\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: xx-small;\"><span style=\"color: #000000;\">Revista <strong>ROSACRUZ<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\"><span style=\"color: #000000; font-size: xx-small;\">\u00c9 o \u00f3rg\u00e3o oficial da <strong>Fraternidade Rosacruz de Portugal<\/strong>. Atrav\u00e9s das suas sec\u00e7\u00f5es (Editorial, Filosofia, Astrologia, Sa\u00fade e Nutri\u00e7\u00e3o, Educa\u00e7\u00e3o Infantil, Estudos B\u00edblicos, etc.) atende aos anseios intelectuais e ao sentimento devocional e desperta o entendimento dos mais profundos mist\u00e9rios da origem e evolu\u00e7\u00e3o do Homem.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\"><span style=\"color: #000000; font-size: xx-small;\">Conhe\u00e7a o trabalho da <strong>Fraternidade Rosacruz<\/strong> no Ocidente. Assine e ofere\u00e7a assinatura da <strong>Revista ROSACRUZ<\/strong>.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\">\n<table align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\">\n<p align=\"center\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;\">Redac\u00e7\u00e3o:<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"center\"><span style=\"color: #000000; font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;\">Rua de Manuel M\u00farias, 12 &#8211; 5\u00ba Esq<br \/>\n1500-419 Lisboa &#8211; Portugal<\/span><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tradu\u00e7\u00e3o do alem\u00e3o por Francisco Ph. Preuss Fonte: Fraternidade Rosacruz de Portugal (*) Publicado na Revista &#8220;Rosacruz&#8221; n.\u00ba 233, 1964. No ano de 1614, apareceu na cidade de Kassel um livro com o extenso t\u00edtulo: \u00abReforma Geral da Fama Fraternitatis da Conceituada Ordem dos Rosacruzes&#8221;. 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