{"id":26,"date":"2012-01-19T00:26:06","date_gmt":"2012-01-19T00:26:06","guid":{"rendered":"https:\/\/cih.org.br\/?p=26"},"modified":"2012-01-19T16:56:57","modified_gmt":"2012-01-19T16:56:57","slug":"tamagoshis-sonham-com-carneiros-eletronicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cih.org.br\/?p=26","title":{"rendered":"Tamagoshis Sonham com Carneiros Eletr\u00f4nicos?"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Para quem n\u00e3o lembra, em meados da d\u00e9cada de 90, surgiu um brinquedo que era conhecido como bicho virtual. O nome dele era <em>Tamagoshi<\/em> e comia virtualmente, bebia virtualmente, dormia virtualmente e morria virtualmente. A \u00fanica coisa verdadeira no brinquedo era o sentimento leg\u00edtimo que a crian\u00e7a tinha quando seu brinquedo morria.<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Tamagoshis Sonham com Carneiros Eletr\u00f4nicos?<\/span><a title=\"\" href=\"http:\/\/www.rosacruz.com.br\/administrator\/index2.php#_ftn1\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">[1]<\/span><\/a><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\"><strong>Por<\/strong>: Frater Goya (Anderson Rosa)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\"><em>\u201cO caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, por\u00e9m nos extraviamos. A cobi\u00e7a envenenou a alma do homem &#8230; levantou no mundo as muralhas do \u00f3dio &#8230; e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a mis\u00e9ria e os mortic\u00ednios. Criamos a \u00e9poca da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A m\u00e1quina, que produz abund\u00e2ncia, tem-nos deixado em pen\u00faria. Nossos conhecimentos fizeram-nos c\u00e9ticos; nossa intelig\u00eancia, empedernidos e cru\u00e9is. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que m\u00e1quinas, precisamos de humanidade. Mais do que de intelig\u00eancia, precisamos de afei\u00e7\u00e3o e do\u00e7ura. Sem essas duas virtudes, a vida ser\u00e1 de viol\u00eancia e tudo ser\u00e1 perdido.\u201d <strong>\u2013 <\/strong><\/em><strong>Charles Chaplin<\/strong>, O \u00daltimo Discurso<em>.<\/em><\/span><\/p>\n<p><em><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00a0<\/span><\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Para quem n\u00e3o lembra, em meados da d\u00e9cada de 90, surgiu um brinquedo que era conhecido como bicho virtual. O nome dele era <em>Tamagoshi<\/em> e comia virtualmente, bebia virtualmente, dormia virtualmente e morria virtualmente. A \u00fanica coisa verdadeira no brinquedo era o sentimento leg\u00edtimo que a crian\u00e7a tinha quando seu brinquedo morria.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Antes de come\u00e7ar a dissecar o drama da virtualidade na forma\u00e7\u00e3o da juventude atual, \u00e9 interessante sabermos um pouco mais sobre esse Tamagoshi. O brinquedo foi feito no intuito de divertir, entreter a crian\u00e7a. Mas no final, ele de certa forma escraviza a crian\u00e7a fazendo com que ela preste mais aten\u00e7\u00e3o nele do que no mundo a seu redor, tornando-o foco da sua realidade. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Alguns mais puritanos, talvez vejam na minha argumenta\u00e7\u00e3o algo de pobre, dizendo que os animais de estima\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m escravizam e pedem aten\u00e7\u00e3o na mesma medida. Contra esse argumento, me resta dizer que os animais de estima\u00e7\u00e3o se d\u00e3o na mesma medida a seus donos, em dedica\u00e7\u00e3o e afei\u00e7\u00e3o. Em contrapartida, os animais virtuais n\u00e3o demonstram qualquer afei\u00e7\u00e3o aos donos, lealdade, n\u00e3o possuem calor natural (fora superaquecimento ou vazamento de pilhas), e n\u00e3o s\u00e3o capazes de comportamentos inesperados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Segundo algumas teorias ocultistas, nem por isso menos v\u00e1lidas, a grande miss\u00e3o sat\u00e2nica n\u00e3o \u00e9 capturar as almas dos pobres e indefesos humanos, mas sim faz\u00ea-los esquecer de sua origem divina. De que forma esse processo ocorreria? Conforme algumas especula\u00e7\u00f5es dos ocultistas modernos, a cren\u00e7a cega na tecnologia e na raz\u00e3o seriam grandes candidatos a esse posto sat\u00e2nico ou luciferiano<\/span><a title=\"\" href=\"http:\/\/www.rosacruz.com.br\/administrator\/index2.php#_ftn2\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">[2]<\/span><\/a><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O exemplo mais simples a ser dado nesse momento \u00e9 uma simples conta de somar, como uma conta de restaurante que vai ser dividida entre os amigos. Hoje em dia, quantas pessoas dividem o valor com dois ou tr\u00eas d\u00edgitos apenas de cabe\u00e7a ou rabiscando num guardanapo? Certamente, mais do que depressa, algu\u00e9m saca uma calculadora ou usa a do celular, para fazer o valor. Por que? A argumenta\u00e7\u00e3o considerada v\u00e1lida diz que a calculadora \u00e9 mais acertada que o racioc\u00ednio humano. Mas n\u00e3o \u00e9 o homem aquele que cria a m\u00e1quina? N\u00e3o \u00e9 o homem quem as programa? N\u00e3o \u00e9 o homem que as cria \u00e0 sua imagem e semelhan\u00e7a? \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O que acontecer\u00e1 quando a primeira calculadora nos disser que 2+2 s\u00e3o 22? Teremos aud\u00e1cia de enfrentar o monstro mentiroso ou seremos a ovelha d\u00f3cil que ser\u00e1 devorada pelo lobo?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Outro exemplo bastante v\u00e1lido atualmente est\u00e1 na Internet, o grande bols\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es onde se acha de tudo, com boa ou m\u00e1 qualidade. A maioria de nossos filhos, e n\u00f3s mesmos \u00e9 necess\u00e1rio admitir, faz seus trabalhos de escola ou busca informa\u00e7\u00f5es na rede sem questionar a qualidade e a veracidade do material. Essa falta de crit\u00e9rio \u00e9 suficiente para corroborar o velho ad\u00e1gio de que \u201c<em>uma mentira contada muitas vezes torna-se uma verdade<\/em>\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Toda essa introdu\u00e7\u00e3o faz-me voltar ao tema de nosso pequeno ensaio que s\u00e3o os brinquedos virtuais. Quando, em meados da d\u00e9cada de 90 fui apresentado aos Tamagoshis, um misto de espanto e desespero tomou conta de mim, pois estive frente a frente por alguns instantes, do que chamaria aqui de retrato da Besta. Devo salientar que n\u00e3o uso aqui o termo no sentido apenas religioso, mas no sentido de bestifica\u00e7\u00e3o humana, onde o profano se torna santo e esquecemos de n\u00f3s mesmos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Diante de mim estava uma crian\u00e7a com 7 anos, chorando pela morte de seu bicho virtual. A imita\u00e7\u00e3o da vida, imitava agora tamb\u00e9m a morte. Mas diferente da realidade, onde se morre apenas uma vez, ali a criatura morreria tr\u00eas vezes antes que fosse devidamente enterrada no fundo de uma gaveta ou virasse um chaveiro sem vida. Como uma m\u00e3e desesperada, a crian\u00e7a n\u00e3o conseguia assimilar o conceito de morte da m\u00e1quina, separando o real do irreal, e inconformada com seu fracasso depois de tanta dedica\u00e7\u00e3o \u00e0quele pequeno ser, a crian\u00e7a chorou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A partir desse momento, fica bem claro algo que talvez tenha sido deixado de lado por pais incautos, que ali estava decretada a submiss\u00e3o humana do criador \u00e0 criatura. Aos poucos, estamos sendo preparados para uma nova aurora da humanidade, onde homens e m\u00e1quinas co-habitar\u00e3o um mesmo espa\u00e7o e longe de controlar, o homem se submete \u00e0 sua cria\u00e7\u00e3o, tendo mais cuidado com ela do que consigo mesmo. Aos poucos, nossas crian\u00e7as s\u00e3o acostumadas com seres de sil\u00edcio ou apenas de bits e bytes, que exigem cuidados especializados. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">&#8211;<span style=\"font-size: x-small;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Voc\u00ea perdeu seu bicho virtual porque cuidou mal dele \u2013 diz uma m\u00e3e apontando o dedo acusador.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">&#8211;<span style=\"font-size: x-small;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Mas eu dei comida, limpei ele, botei pra dormir. \u2013 choraminga a crian\u00e7a.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">E assim, sem divis\u00e3o entre fantasia e realidade, a crian\u00e7a acordava no meio da noite cautelosa, para ter certeza que sua cria imagin\u00e1ria estava passando bem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Longe de parecer excessivamente dram\u00e1tico, isso \u00e9 apenas uma ante-vis\u00e3o de um futuro sombrio, onde acostumamos nossa descend\u00eancia a servir uma m\u00e1quina, e n\u00e3o a us\u00e1-la com sabedoria. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Aos Tamagoshi seguiram-se simuladores de seres humanos (<em>The Sims<\/em>), onde n\u00e3o apenas aprendemos a cuidar do dia-a-dia de uma fam\u00edlia, mas nos submetemos aos caprichos rand\u00f4micos de um ser inexistente e nem um pouco imaginativo. Deve-se salientar isso, pois qual \u00e9 a gratifica\u00e7\u00e3o de tanto cuidado pelo personagem virtual? Qual \u00e9 a recompensa recebida? Um afago entre as pernas como fazem os gatos? Uma lambida no rosto, ou um simples abanar de cauda do cachorro amigo? N\u00e3o. Nem isso \u00e9 dado ao zeloso mantenedor. Os personagens virtuais n\u00e3o apenas deixam de interagir com o jogador, sequer olham para a pessoa do outro lado da tela, ignorando por completo seu criador&#8230;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Dessa forma, o ser virtual desvaloriza o ser humano que o programou para existir, e a pessoa, elo mais importante nessa corrente, aceita e abaixa a cabe\u00e7a, pois o jogo deve continuar&#8230; Fazendo isso, cada vez mais aumentamos as fileiras dos alienados sociais, que largados em meio ao esquecimento do computador, deixam de satisfazer seus pr\u00f3prios desejos pessoais para satisfazerem aos apelos da m\u00e1quina.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Em breve teremos homens e mulheres que se satisfar\u00e3o em terem um pequeno andr\u00f3ide como filho, esquecendo-se da maravilha da gesta\u00e7\u00e3o e dos prazeres de se criar o pr\u00f3prio fruto do amor. Fadados \u00e0 extin\u00e7\u00e3o, daqui algumas centenas de anos, talvez debaixo de uma figura humana, a ser considerada uma lenda, tenha uma legenda dedicada ao Criador&#8230;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Como resolver essa equa\u00e7\u00e3o? \u00c9 necess\u00e1rio que se trate a tecnologia e seus frutos como divertimento com consci\u00eancia e n\u00e3o com submiss\u00e3o. \u00c9 preciso expandir a consci\u00eancia humana para que ela se liberte do desejo da escravid\u00e3o. \u00c9 preciso compartilhar conhecimento e n\u00e3o mais mentir a si mesmo. \u00c9 preciso filtrar e direcionar que futuro desejamos ter. A submiss\u00e3o \u00e0s m\u00e1quinas em troca de um prazer virtual, ou a liberdade de usar a tecnologia como um redutor de esfor\u00e7o humano? Mais que tudo, para se encontrar um futuro agrad\u00e1vel \u00e0 esp\u00e9cie humana, \u00e9 preciso saber escolher. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Note-se que esse discurso n\u00e3o \u00e9 um apelo ao retorno para a idade das cavernas, mas sim um apelo \u00e0 humanidade. \u00c9 preciso que cada um de n\u00f3s aja e sinta como um ser humano, e n\u00e3o como um escravo da tecnologia, que de instrumento libertador das labutas di\u00e1rias tem se tornado um cruel feitor que nos castiga com bits de esquecimento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Frater Goya<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Ankh * Usa * Semb<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Vida, Prosperidade e Sa\u00fade \u2013 Desejados mais que nunca!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">Curitiba, 10\/6\/2004 00:37.<\/span><\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/p>\n<div>\n<p><a title=\"\" href=\"http:\/\/www.rosacruz.com.br\/administrator\/index2.php#_ftnref1\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">[1]<\/span><\/a><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\"> O t\u00edtulo \u00e9 uma alus\u00e3o ao conto de Philip K. Dick: Do Androids Dream of Electric Sheep?, lan\u00e7ado originalmente em 1968, que deu origem ao filme \u201c<em>Blade Runner \u2013 O Ca\u00e7ador de Andr\u00f3ides<\/em>\u201d.<\/span><\/p>\n<div>\n<p><a title=\"\" href=\"http:\/\/www.rosacruz.com.br\/administrator\/index2.php#_ftnref2\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">[2]<\/span><\/a><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\"> Aqui \u00e9 interessante observar que usamos os termos luciferiano e sat\u00e2nico como s\u00edmbolos do obscurantismo humano, e n\u00e3o apenas no conceito simb\u00f3lico tradicional dos dois personagens.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para quem n\u00e3o lembra, em meados da d\u00e9cada de 90, surgiu um brinquedo que era conhecido como bicho virtual. O nome dele era Tamagoshi e comia virtualmente, bebia virtualmente, dormia virtualmente e morria virtualmente. 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