{"id":24,"date":"2012-01-19T00:24:40","date_gmt":"2012-01-19T00:24:40","guid":{"rendered":"https:\/\/cih.org.br\/?p=24"},"modified":"2012-01-19T00:24:40","modified_gmt":"2012-01-19T00:24:40","slug":"observacoes-finais-sobre-as-vantagens-da-magia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cih.org.br\/?p=24","title":{"rendered":"Observa\u00e7\u00f5es Finais sobre as Vantagens da Magia"},"content":{"rendered":"<p>Como o original do texto \u00e9 chamado de dicion\u00e1rio Kazar, eu resolvi enviar a voc\u00eas uma adapta\u00e7\u00e3o, trocando algumas palavras de lugar, mudando outras de sentido e de caracteres, gerando novas palavras, para aplicar o que o autor original falou sobre o seu pr\u00f3prio livro, um dicion\u00e1rio, para os nossos termos da magia.<br \/>\nAquele que por ventura desejar o texto original, pode encontr\u00e1-lo em livro.<\/p>\n<p>Atenciosamente,<br \/>\nem L.L.L.L.,<br \/>\nFr. Goya<br \/>\nANKh, USA, SEMB<\/p>\n<p><strong>Observa\u00e7\u00f5es Finais sobre as Vantagens da Magia<\/strong><br \/>\n<span style=\"font-size: xx-small;\">Original: <em>Observa\u00e7\u00f5es Finais sobre as Vantagens deste Dicion\u00e1rio &#8211; Milorad Pavitch; Dicion\u00e1rio Kazar<\/em><br \/>\nAdapta\u00e7\u00e3o Livre e Dicionaresca: <em>Fr. Goya (Anderson Rosa)<\/em><\/span><\/p>\n<p>O caminho da magia pode ser uma vinha regada pela chuva ou uma vinha regada pelo vinho. Este caminho m\u00e1gico, como todas as grandes magias, pertence \u00e0 segunda categoria. A magia \u00e9 um caminho que pede pouco tempo a cada dia, mas que toma muito no decorrer dos anos. N\u00e3o se deve subestimar tal perda. Sobretudo se admitirmos que o ritual \u00e9, de maneira geral, uma ocupa\u00e7\u00e3o duvidosa. Pelo ritual, a magia pode ser curada ou ser morta. Pode ser transformada, engordada ou violada. Seu fio condutor pode mudar de sentido, h\u00e1 sempre alguma coisa que nos escapa, perdemos gestos entre as pr\u00e1ticas, falas entre os l\u00e1bios, enquanto outras falas e gestos crescem entre nossos olhos e ouvidos, como repolhos. Se a deixarmos de lado, arriscamo-nos a encontr\u00e1-la (a magia) no dia seguinte como um fog\u00e3o apagado sobre o qual nenhum jantar quente nos espera mais. Al\u00e9m do mais, hoje em dia, os homens n\u00e3o disp\u00f5em de tanta solid\u00e3o para que possam praticar, sem preju\u00edzo, rituais e tamb\u00e9m conjuros. Mas tudo tem um fim &#8211; o ritual m\u00e1gico \u00e9 como uma balan\u00e7a: pende primeiro para a direita, depois para a esquerda para sempre. Seu peso passa, desse modo, da m\u00e3o direita para a m\u00e3o esquerda, e um movimento semelhante produz-se na cabe\u00e7a do magista &#8211; do dom\u00ednio da esperan\u00e7a, os pensamentos deslocam-se para o da lembran\u00e7a, e tudo se acaba. Na orelha do magista talvez permane\u00e7a, um pouco da saliva do mestre, trazida pelo vento das palavras com um gr\u00e3o de areia no fundo. Ao redor desse gr\u00e3o, como numa ostra, vozes ser\u00e3o depositadas durante anos, e um belo dia elas se transformar\u00e3o em p\u00e9rola, em queijo de cabra negra ou ainda numa bolha vazia, quando as orelhas se fecham como uma concha. Mas isto n\u00e3o depende da areia!<br \/>\nEm qualquer dos casos, praticar magia \u00e9 t\u00e3o trabalhoso que significa permanecer muito tempo sozinho. Sem a presen\u00e7a de quem te \u00e9 indispens\u00e1vel, pois a magia a quatro m\u00e3os n\u00e3o \u00e9 ainda comum. O magista est\u00e1 sempre s\u00f3. Mesmo quando est\u00e1 em grupos&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como o original do texto \u00e9 chamado de dicion\u00e1rio Kazar, eu resolvi enviar a voc\u00eas uma adapta\u00e7\u00e3o, trocando algumas palavras de lugar, mudando outras de sentido e de caracteres, gerando novas palavras, para aplicar o que o autor original falou sobre o seu pr\u00f3prio livro, um dicion\u00e1rio, para os nossos termos da magia. 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