{"id":1848,"date":"2023-12-24T01:24:47","date_gmt":"2023-12-24T01:24:47","guid":{"rendered":"https:\/\/cih.org.br\/?p=1848"},"modified":"2023-12-27T00:24:36","modified_gmt":"2023-12-27T00:24:36","slug":"pronuncia-do-enochiano-uma-discussao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cih.org.br\/?p=1848","title":{"rendered":"Pron\u00fancia do Enochiano \u2013 Uma Discuss\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Pron\u00fancia do Enochiano \u2013 Uma Discuss\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Por Leo Vinci em <a href=\"https:\/\/a.co\/d\/cOoxuKE\">An Enochian Dictionary &#8211; GMICALZOMA<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o de Frater Goya<\/p>\n\n\n\n<p>Este cap\u00edtulo, se n\u00e3o fosse pelo t\u00edtulo \u2013 \u201cuma discuss\u00e3o\u201d \u2013 seria o mais curto do livro, pois consistiria em uma linha \u2013 ningu\u00e9m sabe como pronunciar a l\u00edngua Enochiana \u2013 e o cap\u00edtulo terminaria aqui.<\/p>\n\n\n\n<p>Escrevi esse cap\u00edtulo para o manuscrito original do dicion\u00e1rio, mas ele n\u00e3o foi inclu\u00eddo no trabalho original, foi retido para trabalhos posteriores porque estava indeciso. Por fim, o progresso do livro original estava muito adiantado para inclu\u00ed-lo sem incorrer em um custo consider\u00e1vel. Na Escola, no final, apenas Madeline e eu est\u00e1vamos trabalhando no sistema enoquiano e pesquisando o assunto. Ela me disse que outras pessoas haviam tentado trabalhar com o Dicion\u00e1rio Enoquiano, mas que nada havia sido feito. Ela disse que realmente queria que isso viesse a partir da Escola, mas come\u00e7ou a achar que n\u00e3o aconteceria.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela n\u00e3o havia me pedido para trabalhar nele e eu j\u00e1 tinha uma boa quantidade de trabalho, ent\u00e3o mantive meu trabalho em sigilo at\u00e9 que fosse conclu\u00eddo. Eu tinha o \u201cDicion\u00e1rio Enoquiano\u201d em minha pasta em v\u00e1rias oportunidades quando fui ao apartamento, mas o mantive ali porque n\u00e3o queria interferir no trabalho que talvez estivesse sendo feito por outra pessoa.<\/p>\n\n\n\n<p>Muito mais tarde, quando eu estava l\u00e1, durante uma noite de confraterniza\u00e7\u00e3o e uma bebida, Madeline expressou sua grande tristeza pelo fato de que nada em rela\u00e7\u00e3o ao \u201cDicion\u00e1rio Enochiano\u201d estava sendo realizado, e foi s\u00f3 ent\u00e3o que tirei o trabalho da minha pasta e o dei a ela dizendo \u201cComo este!\u201d. Ela o folheou por um bom tempo e me perguntou \u201ch\u00e1 quanto tempo voc\u00ea est\u00e1 guardando esse tesouro &#8211; isso ser\u00e1 publicado?\u201d e o resto, como diz o ditado, \u201c\u00e9 hist\u00f3ria\u201d. Foi quando minha associa\u00e7\u00e3o com o Enoquiano e John Dee come\u00e7ou, e esse seria o in\u00edcio do ciclo Enoquiano na Escola e em minha vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Todo o trabalho futuro deveria ser feito em prepara\u00e7\u00e3o para avan\u00e7ar com o Enoquiano e para um novo n\u00edvel para a futura Escola. Por fim, sab\u00edamos que t\u00ednhamos de discutir como poder\u00edamos lidar com o problema da pron\u00fancia para as novas li\u00e7\u00f5es que estavam sendo planejadas. Como j\u00e1 foi dito, \u00e9ramos basicamente as duas \u00fanicas pessoas que estavam lidando com o assunto naquele momento. As principais discuss\u00f5es inclu\u00edam como dever\u00edamos apresentar esse cap\u00edtulo no dicion\u00e1rio (original) e como poder\u00edamos lidar com o problema da pron\u00fancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Na aus\u00eancia de uma maneira conhecida de pronunciar o idioma, era preciso chegar a um acordo sobre um m\u00e9todo para a Escola ou, se todos fizessem o que quisessem, o resultado seria o caos e a Escola seria simplesmente uma Torre de Babel Enoquiana, sem que ningu\u00e9m entendesse o que os outros estavam falando, tornando todo o exerc\u00edcio in\u00fatil.<\/p>\n\n\n\n<p>Concordamos provisoriamente que usar\u00edamos ou desenvolver\u00edamos um m\u00e9todo baseado no sistema da <em>Golden Dawn<\/em> para ver se ele traria resultados, pois sentimos que, sem orienta\u00e7\u00e3o, esse era provavelmente o melhor caminho a seguir. H\u00e1 escritores que discordam desse sistema, achando que ele deixou algo a desejar, o que \u00e9 bastante justo, e essas pessoas o deixar\u00e3o de lado e abrir\u00e3o seu pr\u00f3prio caminho.<\/p>\n\n\n\n<p>O sistema da <em>Golden Dawn<\/em> foi considerado porque alguns de nossos rituais, assim como o de muitas outras escolas da \u00e9poca, inclu\u00edam alguns aspectos desse sistema, alguns usavam uma varia\u00e7\u00e3o pessoal de seu trabalho e algumas escolas o usavam inteiramente.<\/p>\n\n\n\n<p>Madeline conheceu e trabalhou com Aleister Crowley em sua \u00e9poca de estudante e ele era membro da Ordem Herm\u00e9tica da Aurora Dourada, embora ela n\u00e3o fosse. A prop\u00f3sito da presente discuss\u00e3o, Aleister Crowley se considerava a reencarna\u00e7\u00e3o de Sir Edward Kelley nesta vida e parecia ter um interesse especial, para dizer o m\u00ednimo, nesse material espec\u00edfico, conforme indica seu trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Sinto que Crowley tinha mais do que apenas um interesse geral no Enochiano, mais do que outros membros da <em>Golden Dawn<\/em>. Poucos contestariam que seu trabalho e pesquisa sobre esse sistema especializado foi de longo alcance e isso \u00e9 de conhecimento aberto para qualquer pessoa que queira saber. Ele tamb\u00e9m achava que era a reencarna\u00e7\u00e3o n\u00e3o apenas de Edward Kelley, mas tamb\u00e9m do renomado ocultista franc\u00eas Eliphas Levi, que morreu no mesmo ano em que Crowley nasceu, em 1875, e faleceu em 1947 em Hastings.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o tenho certeza se Madeline tinha conhecimento pr\u00e9vio do sistema, mas eu sabia que ela estava mais do que um pouco cautelosa com o material e n\u00e3o se sentia completamente \u00e0 vontade com ele. Em um determinado momento dos procedimentos, por algum tempo, ela proibiu o uso de qualquer palavra Enochiana na Escola, pois a pron\u00fancia estava sendo testada por alguns dos Alunos Seniores, embora n\u00e3o o sistema m\u00e1gico que, naquele momento, n\u00e3o estava em uso e nenhum dos cursos projetados havia sido escrito, haviam apenas anota\u00e7\u00f5es em prepara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo, ela disse que \u201cn\u00e3o conseguia manter nenhuma l\u00e2mpada por cinco minutos, dizendo que elas explodiam e que estava ficando caro\u201d e tamb\u00e9m disse \u201cque muitas coisas el\u00e9tricas continuavam estragando\u201d. Al\u00e9m disso, algumas parcerias\/casamentos em geral pareciam enfrentar dificuldades ou serem \u201cvirados de cabe\u00e7a para baixo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Deve-se sempre lembrar que a Escola e o Templo ficavam em um apartamento muito grande na <em>Grape Street<\/em>. Todos se dirigiam ao Templo intuitivamente. Em canto anguloso que se estendia para al\u00e9m da parede externa da grande sala usada para o templo e para fins rituais, havia uma torre com assentos circulares ao redor que se projetavam para al\u00e9m da parede externa e para fora do edif\u00edcio. Acho que tinha cerca de 2,5 metros de di\u00e2metro com um assento circular ao redor da parede.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa sala era muito bonita e a torre se destacava bem, sendo sustentada por uma \u00fanica coluna a partir do piso, e era uma atra\u00e7\u00e3o e tanto, mesmo quando vista do lado de fora, na rua. A maioria das discuss\u00f5es s\u00e9rias da escola acontecia dentro dessa torre, que tinha uma pequena mesa circular colocada no centro.<\/p>\n\n\n\n<p>Pelo menos no in\u00edcio, n\u00f3s dois decidimos que come\u00e7ar\u00edamos alinhando a pron\u00fancia com as tradi\u00e7\u00f5es de uma Ordem Oculta estabelecida. Se voc\u00ea pretende entrar em novas \u00e1reas de trabalho, achamos que pode ser s\u00e1bio, pelo menos no in\u00edcio, tentar encontrar pegadas deixadas por exploradores anteriores e pisar com cuidado em qualquer terreno s\u00f3lido encontrado.<\/p>\n\n\n\n<p>A <em>Hermetic <\/em><em>Order<\/em><em> of the Golden Dawn<\/em> (Ordem Herm\u00e9tica da Aurora Dourada) ou Stella Mantutina foi formada em 1887 por tr\u00eas membros da <em>Societas Rosacruciana in Anglia<\/em>. Seus prim\u00f3rdios s\u00e3o o material da magia, come\u00e7ando com manuscritos cifrados comprados pelo reverendo Woodford. Ele os comprou em uma livraria na <em>Farringdon Street<\/em>, em Londres, e os mostrou a seus dois colegas, o Dr. Wynn Westcott e o Dr. Woodman.<\/p>\n\n\n\n<p>Para os interessados ou mesmo para os curiosos, a Golden Dawn est\u00e1 bem documentada hoje em dia. Inicialmente, era uma sociedade secreta para ocultistas que estudavam magia pr\u00e1tica, e a Ordem admitia homens e mulheres. Havia uma ordem interna e externa com graus bem definidos e ela tinha muitos nomes e talentos eminentes em seus quadros. Resumidamente, a inten\u00e7\u00e3o original da Ordem da Aurora Dourada era \u201crealizar a Grande Obra, que era obter o controle da natureza e do poder do seu pr\u00f3prio ser\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Israel Regardie iniciou um programa de estudos com Aleister Crowley em 1928 e trabalhou com ele como seu secret\u00e1rio particular, ingressando na Ordem da Aurora Dourada em 1934. Mais tarde, escreveu e publicou uma grande quantidade de artigos sobre a Ordem e seus rituais. Originalmente, tenho certeza de que isso n\u00e3o o agradou a muitos, mas suas obras est\u00e3o prontamente dispon\u00edveis para quem quiser l\u00ea-las ou us\u00e1-las.<\/p>\n\n\n\n<p>O que eu n\u00e3o aprovava na \u00e9poca era o fato de o sistema de pron\u00fancia ser apresentado como se fosse o \u00fanico e, al\u00e9m disso, o correto. Eu n\u00e3o concordava com essa vis\u00e3o imperiosa, especialmente quando ela seria publicada com meu nome. Isso daria a entender ao leitor que as decis\u00f5es de escolha eram totalmente minhas, e n\u00e3o eram.<\/p>\n\n\n\n<p>O problema foi resolvido mais tarde porque as discuss\u00f5es demoraram muito para que o cap\u00edtulo fosse impresso no dicion\u00e1rio original e agora sou o \u00fanico sobrevivente do grupo original envolvido. Agora posso modificar o cap\u00edtulo para que assuma o tom que eu queria para o dicion\u00e1rio original.<\/p>\n\n\n\n<p>Por um per\u00edodo, esse \u201cv\u00edrus\u201d se infiltrou na Escola e houve uma grande quantidade de brigas por posi\u00e7\u00f5es, elogios e todos os maus h\u00e1bitos que isso acarreta. \u00c0s vezes, esse tipo de coisa acontece em escolas estabelecidas h\u00e1 muito tempo e pode levar \u00e0 fragmenta\u00e7\u00e3o de um grupo com a forma\u00e7\u00e3o de grupos dissidentes, a menos que seja impedido, e isso s\u00f3 pode ter uma conclus\u00e3o inevit\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse tipo de coisa n\u00e3o \u00e9 nova, j\u00e1 aconteceu antes e creio que acontecer\u00e1 novamente. \u00c9 quando uma escola se torna um tanto \u201cpol\u00edtica\u201d em sua forma e atitude e perde de vista seus objetivos e prop\u00f3sito. As pessoas tendiam a se reunir mais por interesses pessoais do que pelo bem do todo.<\/p>\n\n\n\n<p>Certa vez, pensei em colocar um quadro no sagu\u00e3o, perto da porta de entrada do apartamento, do tipo que geralmente se encontra em pequenos hot\u00e9is, com os nomes dos h\u00f3spedes atuais inseridos e um controle deslizante que informava aos funcion\u00e1rios ou a quem ligasse se o h\u00f3spede estava \u201cdentro\u201d ou \u201cfora\u201d. Eu achava que isso evitaria muitos problemas e desentendimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ocasionalmente, havia (e ainda h\u00e1, suponho) rivalidade entre as escolas e os grupos, bem como dentro deles. Alguns testemunhos do passado foram bastante maldosos e outros um tanto bobos. Eu achava que esses \u201cjogos\u201d eram improdutivos e desperdi\u00e7avam tempo e me recusava a jog\u00e1-los, achando que o tempo poderia ser melhor aproveitado. N\u00e3o desejava esse tipo de \u201cdrama amador\u201d para a Ordem enquanto eu tivesse qualquer influ\u00eancia sobre seu prop\u00f3sito e crescimento.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 novidade que, \u00e0s vezes, as pessoas saem com o prop\u00f3sito de \u201cfundar sua pr\u00f3pria escola\u201d. Nesse processo, da mesma forma que as v\u00e1rias seitas crist\u00e3s que se separaram de outras seitas, elas tentam reunir o maior n\u00famero poss\u00edvel de \u201cdisc\u00edpulos com a mesma opini\u00e3o\u201d da antiga para lev\u00e1-los consigo na \u201cnova Arca\u201d que ser\u00e1 lan\u00e7ada. Quando isso acontecia, deixava ir aqueles que desejavam, eu achava que era o melhor, pois os elos estavam sendo testados e considerados deficientes, e circunst\u00e2ncias como essas n\u00e3o eram novas.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, decidi que estava cansado e que precisava de um per\u00edodo sab\u00e1tico para esses assuntos e de tempo para pensar e disse, como John Dee, que queria \u201ctirar uma licen\u00e7a\u201d para prosseguir com meus pr\u00f3prios estudos, embora permanecesse na Escola. Madeline sabia que eu estava muito infeliz com as coisas e achei melhor assim, pois o que estava acontecendo n\u00e3o estava servindo ao trabalho, a mim ou a ningu\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns acharam que eu estava abandonando a Escola e n\u00e3o gostaram muito da decis\u00e3o e do julgamento, mas eles sabiam menos dos fatos e mais dos rumores do que pensavam e, al\u00e9m disso, senti que n\u00e3o precisava me justificar para ningu\u00e9m, pois havia entrado na Escola como membro fundador e permanecido e servido a ela por quase quarenta anos, quando foi criada por Madeline e seu cofundador. Senti a necessidade de avaliar minha vida e a vida da Escola. A raz\u00e3o de estar aqui \u00e9 colocar o assunto que est\u00e1 sendo discutido aqui em uma perspectiva um pouco mais atual. Agora vamos voltar ao assunto em quest\u00e3o, que \u00e9 o problema da pron\u00fancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Decidir sobre um sistema de pron\u00fancia \u00e9 mais f\u00e1cil para o indiv\u00edduo do que para um grupo porque, em um grupo, todos obviamente t\u00eam de concordar. Quando isso \u00e9 decidido em uma escola ou sociedade, as decis\u00f5es geralmente s\u00e3o tomadas em nome da sociedade. Na \u00e9poca em que escrevi essas primeiras revis\u00f5es (1992), conheci grupos de pessoas que ainda estavam usando o dicion\u00e1rio original em seu trabalho, o que considerei satisfat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Elas n\u00e3o usam o sistema de pron\u00fancia sugerido aqui e, na aus\u00eancia de outras propostas, concordaram entre si sobre como pronunciariam as palavras e ficaram satisfeitas com isso. Eles n\u00e3o consultaram ningu\u00e9m porque j\u00e1 haviam chegado a um acordo, o que tornou isso desnecess\u00e1rio. Novamente, enfatizo que o sistema oferecido aqui \u00e9 baseado no sistema da <em>Golden Dawn<\/em> e n\u00e3o no sistema enoquiano completo e, se o leitor achar que n\u00e3o gosta do sistema da <em>Golden Dawn<\/em>, naturalmente n\u00e3o precisar\u00e1 us\u00e1-lo. Admito livremente que me baseio muito nos sons da pron\u00fancia, em sua vibra\u00e7\u00e3o e, se soar bem para mim, na aus\u00eancia de qualquer alternativa, \u00e9 invariavelmente o que escolherei, simplesmente porque tem de ter o som e a sensa\u00e7\u00e3o certos \u2013 para mim!<\/p>\n\n\n\n<p>Embora todo o sistema de Magia Enoquiana n\u00e3o esteja sendo tratado aqui, n\u00e3o acredito que as notas da <em>Golden Dawn<\/em> estejam livres de erros e imprecis\u00f5es com rela\u00e7\u00e3o ao sistema do qual o alfabeto e as Chamadas Enoquianas, a partir dos quais o dicion\u00e1rio foi constru\u00eddo, fazem parte. \u00c9 claro que assumo total responsabilidade por quaisquer erros cometidos por mim. Como j\u00e1 foi dito em outro lugar, foi por ter encontrado erros no sistema da <em>Golden Dawn<\/em> que decidi, durante o trabalho com a primeira edi\u00e7\u00e3o, consultar o original e os di\u00e1rios de Dee no Museu Brit\u00e2nico e usar o trabalho de origem.<\/p>\n\n\n\n<p>Madeline, no in\u00edcio do trabalho, achava que qualquer outra forma de pron\u00fancia que n\u00e3o fosse o sistema da <em>Golden Dawn<\/em> n\u00e3o funcionaria bem, talvez nem funcionasse e, quanto a isso, n\u00e3o tenho d\u00favidas de que ela era sincera em suas opini\u00f5es. Eu estava feliz em usar a <em>Golden Dawn<\/em> como ponto de partida e h\u00e1 muito tempo penso que os Poderes muitas vezes tomam a \u201cinten\u00e7\u00e3o como prop\u00f3sito\u201d, especialmente quando a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 sincera e honesta.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o discordei da proposta de um sistema de pron\u00fancia no dicion\u00e1rio original. O que me desagradou foi a infer\u00eancia de que era assim que deveria ser feito. O que eu queria escrever era que essa era uma maneira de fazer isso e explicar ao leitor que o sistema oferecido era amplamente baseado em um sistema usado por uma respeitada Ordem Oculta, e por isso foi usado para manter um senso de continuidade com o passado. N\u00e3o foi com a inten\u00e7\u00e3o do cap\u00edtulo que discordei, mas com a maneira autorit\u00e1ria de apresent\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n<p>Obter um acordo para a pron\u00fancia universal do Enochiano seria uma conquista espl\u00eandida, n\u00e3o muito diferente dos princ\u00edpios do esperanto ou da conhecida missa em latim. A Igreja foi s\u00e1bia ao usar o latim na missa porque os participantes podiam entender o servi\u00e7o em qualquer pa\u00eds em que estivessem, porque todos os pa\u00edses tinham um idioma comum para os ritos do catolicismo, pois a Igreja usava o idioma universal existente da cultura \u2013 o latim.<\/p>\n\n\n\n<p>John Dee usou o ingl\u00eas em muitas de suas obras para as pessoas que sabiam ler. Ele foi um escritor muito prol\u00edfico e alguns impressores n\u00e3o aceitaram algumas de suas obras por serem muito longas. A primeira edi\u00e7\u00e3o do livro <em>M<\/em><em>o<\/em><em>nas<\/em><em> <\/em><em>Hieroglyphica<\/em> de Dee e a maioria dos livros da \u00e9poca foram escritos em latim, porque o latim era o idioma dos estudiosos, das pessoas civilizadas e cultas da \u00e9poca, independentemente de sua l\u00edngua nativa. Isso significava que a obra poderia ser lida em quase todos os lugares do mundo civilizado, independentemente do idioma.<\/p>\n\n\n\n<p>Da mesma forma, qualquer que fosse o pa\u00eds em que voc\u00ea estivesse, poderia entrar em qualquer igreja cat\u00f3lica e entender a missa; agora, somente aqueles que falam a l\u00edngua nativa sabem realmente o que est\u00e1 acontecendo, pois n\u00e3o h\u00e1 um idioma \u201cintermedi\u00e1rio\u201d. Nesse momento, sinto que foi a Igreja que desceu como Deus na Torre de Babel e \u201cconfundiu a linguagem\u201d e, embora n\u00e3o seja da f\u00e9 cat\u00f3lica, senti que foi uma decis\u00e3o muito insensata.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, vamos discutir e ilustrar com exemplos o sistema que implantar\u00edamos na escola como uma base que funcionaria como ponto de partida para aqueles que trabalham na escola ou por conta pr\u00f3pria. Fomos incentivados com os resultados iniciais do uso do sistema de pron\u00fancia e foi decidido que um documento de trabalho seria publicado para que os poucos membros da Escola S\u00eanior convidados a realizar os testes e julgassem sua resposta.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns n\u00e3o quiseram e, mesmo agora, acho que alguns se sentiram um pouco desconfort\u00e1veis com rela\u00e7\u00e3o ao Enoquiano. Acho que pensaram que poderia estar al\u00e9m de suas capacidades e n\u00e3o queriam ir t\u00e3o longe, o que era justo, os novos cursos eram desej\u00e1veis, mas n\u00e3o obrigat\u00f3rios, e tudo isso estava nos est\u00e1gios preliminares e seguimos o princ\u00edpio de cada um de acordo com sua capacidade quando na Escola S\u00eanior. Entendo que os projetos enoquianos foram abandonados depois que sa\u00ed, o que foi triste, e a escola foi dissolvida mais tarde com a morte de Madeline.<\/p>\n\n\n\n<p>Na \u00e9poca, o m\u00e9todo parecia ser uma solu\u00e7\u00e3o satisfat\u00f3ria para uso com o trabalho futuro e as li\u00e7\u00f5es planejadas, parecendo adequado para aqueles com as notas necess\u00e1rias. Acho que o sucesso estava em sua simplicidade e nas poucas regras b\u00e1sicas que foram usadas e adaptadas. Com a pr\u00e1tica, as palavras se tornaram fluentes e soaram muito bem quando se tornaram fluentes para o falante.<\/p>\n\n\n\n<p>O que se segue representa uma maneira de resolver o problema da pron\u00fancia do Enoquiano. Concordo com ela ou n\u00e3o a teria usado, e foi preciso fazer uma escolha. \u00c9 claro que isso n\u00e3o invalida nenhum m\u00e9todo que esteja sendo usado por um indiv\u00edduo ou uma organiza\u00e7\u00e3o individual, especialmente se eles estiverem satisfeitos com seus resultados.<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos ilustrar o argumento com uma analogia. Digamos que haja um grande vilarejo \u00e0 beira de uma floresta vasta e muito densa. Diariamente, os ca\u00e7adores v\u00e3o \u00e0 floresta para ca\u00e7ar suprimentos para suas fam\u00edlias e para o vilarejo, mas, devido \u00e0 densidade da floresta, eles n\u00e3o se aventuram muito longe, pois ela j\u00e1 supre a maior parte de suas necessidades.<\/p>\n\n\n\n<p>Um ca\u00e7ador, mais solit\u00e1rio e aventureiro do que os demais, viaja para as profundezas da floresta. Ele tem uma boa ca\u00e7a e coloca pequenos marcadores para poder encontrar o caminho de volta. A cada dia, ele amplia o alcance de sua ca\u00e7a e explora\u00e7\u00e3o indo mais fundo, pois sempre quer saber o que h\u00e1 pela frente e est\u00e1 curioso para saber o que poder\u00e1 encontrar.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele \u00e9 cauteloso porque \u00e9 um territ\u00f3rio desconhecido e inexplorado e n\u00e3o tem certeza do que encontrar\u00e1 em suas incurs\u00f5es. Ele foi alertado sobre o perigo de estar sozinho em territ\u00f3rio desconhecido, quando se est\u00e1 indefeso, sem conhecimento e sem apoio. Ele se sente sempre atra\u00eddo pelo que acha que est\u00e1 no centro. Um dia, ele se depara com os restos de um templo magn\u00edfico que est\u00e1 parcialmente deteriorado e que, obviamente, foi o centro de uma civiliza\u00e7\u00e3o passada e de seu povo.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele n\u00e3o toca nos artefatos que encontra, pois os respeita. Um dia, ele vai at\u00e9 o que obviamente \u00e9 o altar principal e pede permiss\u00e3o para levar uma pequena oferenda votiva deixada l\u00e1 para o deus do templo. Trata-se de uma pequena est\u00e1tua da maior figura no centro do templo. Ele se ajoelha diante da figura central e diz ao deus que tratar\u00e1 a est\u00e1tua com o mesmo respeito que dispensou ao templo e ao seu conte\u00fado.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele esconde a figura de vista porque sua adora\u00e7\u00e3o \u00e9 particular e medita diariamente sobre a figura. Em uma noite tranquila, parado na beira do vilarejo, ele acha incr\u00edvel como uma fonte de poder como essa pode permanecer oculta por tanto tempo e, ainda assim, estar t\u00e3o pr\u00f3xima. As emo\u00e7\u00f5es produzidas pelo templo e seus deuses t\u00eam um efeito t\u00e3o grande sobre o homem que ele parece andar com uma b\u00ean\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o, como um homem que conhece um segredo. Sua fam\u00edlia o questiona sobre a mudan\u00e7a que obviamente ocorreu em seu interior.<\/p>\n\n\n\n<p>No final, ele confidencia seu segredo aos anci\u00e3os da fam\u00edlia sobre sua descoberta e concorda em lev\u00e1-los com ele. Eles tamb\u00e9m fazem visitas frequentes e secretas ao local sagrado e se beneficiam de sua presen\u00e7a l\u00e1. O caminho para o templo est\u00e1 se tornando cada vez mais usado e, em breve, ser\u00e1 dif\u00edcil se esconder dos ca\u00e7adores e rastreadores, ent\u00e3o ele acaba levando seu conhecimento aos anci\u00e3os e s\u00e1bios da aldeia e de sua tribo, que lhe d\u00e3o as garantias que ele procura em rela\u00e7\u00e3o ao local.<\/p>\n\n\n\n<p>Todos da aldeia percorrem o caminho e experimentam o poder e a b\u00ean\u00e7\u00e3o que o templo proporciona. Eles concordam que respeitar\u00e3o o local sagrado e restaurar\u00e3o os pr\u00e9dios para que ele se torne o centro espiritual do povo.<\/p>\n\n\n\n<p>O caminho oculto original agora come\u00e7a com belas colunas cerimoniais e o Caminho Sagrado \u00e9 amplo, claro e pavimentado. Nas laterais, h\u00e1 est\u00e1tuas, faixas e emblemas reproduzidos do templo que prepara os viajantes no Caminho Sagrado para sua adora\u00e7\u00e3o. O Caminho Sagrado ressoa aos p\u00e9s e aos c\u00e2nticos dos devotos e o caminho atual \u00e9 seguro e desmente o trabalho \u00e1rduo do pioneiro do vilarejo que encontrou o caminho.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais tarde, um novo grupo diz que o caminho antigo \u00e9 muito longo e sinuoso, por que n\u00e3o cortar um novo caminho pela floresta que seja mais curto e direto? Os anci\u00e3os se recusam dizendo que ficar\u00e3o com o caminho familiar que foi consagrado e aben\u00e7oado com grande poder pela f\u00e9 daqueles que vieram antes. O grupo que se afastou diz que os caminhos antigos se tornaram obsoletos e entediantes e que agora \u00e9 hora de abrir caminho para o novo. O velho \u00e9 frequentemente desafiado dessa forma pelo novo. Aqui deixamos a hist\u00f3ria, pois o ponto j\u00e1 foi esclarecido.<\/p>\n\n\n\n<p>Aliar-se a uma tradi\u00e7\u00e3o estabelecida para o Enoquiano \u00e9 como o caminho antigo, o caminho que \u00e9 claro, usado e consagrado pelo uso de in\u00fameras pessoas que vieram antes de voc\u00ea. Se voc\u00ea optar por criar seu pr\u00f3prio m\u00e9todo de pron\u00fancia, isso ser\u00e1 semelhante ao pioneiro original que encontrou o caminho. Voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 como aqueles que, na analogia, queriam um novo caminho simplesmente porque era uma rota mais r\u00e1pida para o templo, com menos inc\u00f4modo.<\/p>\n\n\n\n<p>Aqueles que querem apenas criar um caminho para o centro precisam encontrar o novo caminho e desobstru\u00ed-lo. Eles devem evitar os perigos e as armadilhas do caminho. Eles devem evitar os perigos e as armadilhas que geralmente existem com os n\u00e3o experimentados e desconhecidos. Ent\u00e3o, mesmo depois de encontrar o novo caminho e desobstru\u00ed-lo, onde eles se encontram? No mesmo destino que o caminho antigo. Pode ter sido mais r\u00e1pido, mas n\u00e3o avan\u00e7ou seu objetivo nem mudou seu destino nem um pouco. Se tivesse avan\u00e7ado seu objetivo, possivelmente a mudan\u00e7a teria valido a pena. Do jeito que est\u00e1, foi muito trabalho \u00e1rduo para t\u00e3o pouco retorno e uma mudan\u00e7a meramente por causa disso.<\/p>\n\n\n\n<p>Por que os Guardi\u00f5es do Templo deveriam aceit\u00e1-los em detrimento dos outros s\u00f3 porque vieram de outra dire\u00e7\u00e3o ou chegaram l\u00e1 antes deles? Um motivo para ingressar em uma escola estabelecida \u00e9 justamente esse: \u00e9 uma escola estabelecida. Ela deve ter m\u00e9todos comprovados e pode produzir alguns dos resultados que afirma ter, de acordo com a capacidade do aluno, \u00e9 claro. Nem todo mundo \u00e9 adequado para o ocultismo, assim como nem todo mundo seria adequado para competir nos jogos ol\u00edmpicos, mesmo que realmente queira fazer isso.<\/p>\n\n\n\n<p>A tradi\u00e7\u00e3o \u00e9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 um f\u00f3ssil antiquado, nem uma camisa de for\u00e7a que restringe o crescimento, como alguns querem nos fazer acreditar. Em geral, ela tem muito mais flexibilidade e crescimento do que aqueles que a condenam, mas sua vis\u00e3o simplista \u00e9 que tudo o que \u00e9 do passado deve ser reformado, dispensado e, em geral, isso \u00e9 feito sem nenhuma ou pouca considera\u00e7\u00e3o sobre o que ser\u00e1 colocado em seu lugar, desde que seja novo, o que, quando feito corretamente, certamente n\u00e3o sou contra.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje em dia, as mudan\u00e7as parecem consistir apenas em trocar <em>Scylla<\/em> por <em>Charybdis<\/em>. Isso acontece em intervalos regulares, como quando os jovens desafiam os velhos e a nova cultura desafia a velha cultura. Tra\u00e7ar um novo caminho, chegar a um lugar novo ou descobrir algo \u00fanico e superior ao que se tem \u00e9 uma quest\u00e3o totalmente diferente \u2013 isso \u00e9 progresso sob qualquer nome \u2013 mudar algo para melhor\u00e1-lo ou por causa de novas informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o \u00e9 problema.<\/p>\n\n\n\n<p>Nossos impulsos e instintos nos dizem o que queremos fazer. Nossas tradi\u00e7\u00f5es e valores nos dizem o que devemos fazer. H\u00e1 muitas evid\u00eancias no mundo de hoje que mostram os resultados das pessoas que fazem o que querem e n\u00e3o o que deveriam fazer. A liberdade se degenera rapidamente em licenciosidade e imprevisibilidade, a menos que seja firmemente apoiada e contrabalan\u00e7ada pela responsabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Os valores s\u00e3o transmitidos pela tradi\u00e7\u00e3o e, quando se permite que a tradi\u00e7\u00e3o decaia, o mesmo acontece com os valores da vida que ela carrega. N\u00e3o estou descartando nada de novo, n\u00e3o estou dizendo que voc\u00ea deva ficar parado e n\u00e3o aprimorar e polir as coisas para que elas sejam melhores por isso. Por amar tanto o paradoxo quanto o <em>I Ching<\/em>, acredito que a \u201cimperman\u00eancia\u201d \u00e9 a \u00fanica estabilidade (perman\u00eancia) verdadeira em nossa vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto isso, o que aconteceu com o nosso pioneiro original da hist\u00f3ria acima? Ele provavelmente foi mais fundo na floresta, buscando ainda mais caminhos e seguindo em frente, sempre em dire\u00e7\u00e3o a novos horizontes. Depois de descobrir o Templo, ele n\u00e3o descansou por muito tempo com o grupo principal. Ele teve de continuar porque havia um novo horizonte \u00e0 frente e, quando chegou a ele, havia mais um e ele sempre estar\u00e1 avan\u00e7ando para novos horizontes porque, quando voc\u00ea alcan\u00e7a o seu horizonte, h\u00e1 outro igualmente distante e intermin\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>A humanidade sempre tem seus \u201cbatedores, forasteiros ou dissidentes\u201d e eles s\u00e3o as pessoas que v\u00e3o \u00e0 frente como batedores, nunca ficando muito tempo com as massas. Eles procuram novas trilhas e buscam o pr\u00f3ximo est\u00e1gio da jornada da humanidade e da sua pr\u00f3pria jornada, procurando os caminhos seguros e ben\u00e9ficos para viajarmos e n\u00f3s precisamos deles. N\u00e3o muito diferente de um ex\u00e9rcito, que envia batedores para ver se o caminho \u00e0 frente \u00e9 seguro e livre de emboscadas ou forrageadores para ver se o territ\u00f3rio pode sustentar os integrantes do grupo antes que o corpo principal siga, muitos estariam perdidos e menos ganhos se n\u00e3o fosse por essas pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ser um forasteiro nem sempre \u00e9 uma tarefa f\u00e1cil e, \u00e0s vezes, pode ser decididamente perigoso. \u00c9 uma tarefa solit\u00e1ria porque quando voc\u00ea acende sua luz e sai sozinho para a escurid\u00e3o, est\u00e1 sozinho em uma terra desconhecida e pode atrair for\u00e7as que n\u00e3o s\u00e3o favor\u00e1veis ao seu prop\u00f3sito ou a voc\u00ea. Quando voc\u00ea est\u00e1 em uma multid\u00e3o, sua luz individual n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o percept\u00edvel, a menos que seja muito brilhante e, mesmo que seja, ela \u00e9 percept\u00edvel, mas n\u00e3o pode ser identificada com precis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Em uma multid\u00e3o, voc\u00ea est\u00e1 razoavelmente seguro por ser um entre muitos e parecer n\u00e3o representar uma amea\u00e7a espec\u00edfica. H\u00e1 entidades que n\u00e3o querem que indiv\u00edduos ou grupos progridam e tentam se certificar de que n\u00e3o o fa\u00e7am colocando obst\u00e1culos no caminho.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses advers\u00e1rios aparecem como o <em>Ignis Fatuus<a href=\"#sdfootnote1sym\" id=\"sdfootnote1anc\"><sup>1<\/sup><\/a><\/em> e desperdi\u00e7am a vida com falsos come\u00e7os e caminhos f\u00fateis que parecem t\u00e3o atraentes, pintados com seu glamour dourado e falsas promessas, e \u00e9 por isso que muitos os aceitam em primeiro lugar at\u00e9 que se transformem em nada e, ent\u00e3o, percebem tarde demais que eles oferecem tanto, mas d\u00e3o t\u00e3o pouco. Parece que esses antagonistas do crescimento espiritual n\u00e3o querem que muitos se libertem do jugo da servid\u00e3o, pois quem ficar\u00e1 para servir \u00e0 Terra e a eles? Devemos muito a esses forasteiros que v\u00e3o \u00e0 frente, encontram os novos caminhos ocultos e depois voltam para mostrar que o caminho \u00e9 seguro, como demonstra seu retorno ao corpo principal.<\/p>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea criar sua pr\u00f3pria pron\u00fancia para o Enoquiano, por favor, n\u00e3o fique trocando e mudando o que voc\u00ea decidiu a cada mudan\u00e7a de vento. Observe que escrevi \u201ctrocando e mudando\u201d e isso, naturalmente, n\u00e3o exclui a modifica\u00e7\u00e3o, o polimento ou a corre\u00e7\u00e3o de erros. Se estiver trabalhando por conta pr\u00f3pria e criando sua pr\u00f3pria pron\u00fancia, pode levar algum tempo at\u00e9 que suas \u201cpalavras de poder\u201d se tornem as Palavras de Poder deles. Voc\u00ea deve criar o canal e desenvolver o poder para fazer contato e, talvez o mais dif\u00edcil de tudo, para que elas sejam aceitas. N\u00e3o se trata de um resultado autom\u00e1tico, n\u00e3o \u00e9 um direito que voc\u00ea possa exigir, apenas um privil\u00e9gio pelo qual voc\u00ea processa ou conquista.<\/p>\n\n\n\n<p>Para algumas pessoas, o contato pode ser r\u00e1pido, para outras, longo, para outras, nunca, porque n\u00e3o h\u00e1 garantias e seus resultados, ou a falta deles, o orientar\u00e3o sobre como agir. Se estiver trabalhando com outras pessoas, \u00e9 preciso encontrar um sistema que agrade a todos ou voltar\u00e1 \u00e0 Torre de Babel e \u00e0 confus\u00e3o de l\u00ednguas. \u00c9 essencial que voc\u00ea mantenha um di\u00e1rio m\u00e1gico e isso \u00e9 algo que repito em todos os trabalhos que escrevo. Sem os di\u00e1rios de John Dee, eu n\u00e3o escreveria isso e ele \u00e9 o modelo ideal.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 ainda mais essencial que voc\u00ea escreva honestamente em suas p\u00e1ginas e deve tratar seu di\u00e1rio como o mais \u00edntimo dos amigos e ele deve ser um lugar onde voc\u00ea possa ser honesto. Lembre-se de escrever apenas o que \u00e9 e n\u00e3o o que voc\u00ea gostaria que fosse, caso contr\u00e1rio, voc\u00ea s\u00f3 enganar\u00e1 a si mesmo \u2013 se n\u00e3o houver nada, diga. Repito isso na maioria das coisas que escrevo e porque acho que \u00e9 importante, portanto, n\u00e3o pe\u00e7o desculpas por faz\u00ea-lo.<\/p>\n\n\n\n<p>O planeta Netuno \u00e9 respons\u00e1vel por muitos assuntos em nossa vida, alguns bons, outros ruins e outros indiferentes, como acontece com todos os planetas. Esse planeta rege a decep\u00e7\u00e3o e a autoilus\u00e3o e a decis\u00e3o de qual das caracter\u00edsticas dele voc\u00ea escolheu seguir \u00e9 sua. Se voc\u00ea prefere ver as coisas como gostaria de v\u00ea-las, em vez de como elas realmente s\u00e3o, est\u00e1 em boa companhia com esse planeta, pois Netuno inventou os \u201c\u00f3culos cor-de-rosa\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa \u00e9 uma bela coloca\u00e7\u00e3o nos Contos de Hoffman, de Offenbach, em que Cop\u00e9rnico, o fabricante de \u00f3culos, pergunta a Hoffman: \u201cVoc\u00ea gostaria de ter o dom de ver o branco quando \u00e9 preto, olhe e ver\u00e1 o que quiser ver\u201d. \u00c9 claro que ele est\u00e1 lhe oferecendo um par de \u00f3culos m\u00e1gicos naquele momento \u201cpor apenas tr\u00eas ducados!\u201d. Escreva apenas o que \u00e9, n\u00e3o o que voc\u00ea quer que seja e, se n\u00e3o houver nada, diga!<\/p>\n\n\n\n<p>Agora que o pre\u00e2mbulo est\u00e1 pronto, vamos dar uma olhada nas sugest\u00f5es do rascunho original (n\u00e3o publicado na Escola) com rela\u00e7\u00e3o ao assunto de uma sugest\u00e3o de pron\u00fancia Enoquiana. Leia atentamente o que se segue, pois n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil quanto parece, e h\u00e1 exemplos suficientes para mostrar o sistema em funcionamento. Lembre-se sempre de que, com essas coisas, leva mais tempo para explicar do que para fazer \u2013 portanto, seja paciente.<\/p>\n\n\n\n<p>Pronuncia-se cada letra de uma palavra separadamente quando h\u00e1 aus\u00eancia de vogais. A letra A \u00e9 <em>Aye<\/em>; B \u00e9 <em>Bee<\/em>; C \u00e9 <em>See<\/em>; S \u00e9 <em>Ess<\/em>; H \u00e9 <em>Aitch<\/em> e assim por diante. Voc\u00ea encontrar\u00e1 uma ou duas exce\u00e7\u00f5es, como a letra Z, pronunciada com um \u201co\u201d longo, formando o som <em>Zood<\/em>. Por exemplo, Dee d\u00e1 ZCHIS como Zod-Chis e ETHAMZ como EthamZod, mas quando ele chega a MICALZO, ele d\u00e1 como Micalzo e n\u00e3o usa \u201czod\u201d, o que n\u00e3o nos ajuda a chegar a uma conclus\u00e3o simples.<\/p>\n\n\n\n<p>Disseram-me que outro dicion\u00e1rio enoquiano descarta essa orienta\u00e7\u00e3o referente a \u201cz\u201d como \u201czood\u201d, mas n\u00e3o li nenhum outro dicion\u00e1rio enoquiano. N\u00e3o se trata de falta de respeito ou interesse pelas opini\u00f5es dos outros, mas simplesmente porque n\u00e3o quero nenhuma sugest\u00e3o de pl\u00e1gio em rela\u00e7\u00e3o a elas.<\/p>\n\n\n\n<p>Minha resposta a essas perguntas \u00e9 sempre a mesma: os leitores devem seguir o caminho que acharem mais adequado na aus\u00eancia de um m\u00e9todo confi\u00e1vel e comprovado de pron\u00fancia e, se algu\u00e9m encontrar uma maneira substancialmente comprovada de faz\u00ea-lo, ficarei feliz em me juntar a eles, se a precis\u00e3o for comprovada.<\/p>\n\n\n\n<p>Descobri que tenho v\u00e1rias maneiras de chegar \u00e0 minha casa, cerca de doze no total. Algumas s\u00e3o diretas, outras longas, outras ineptas e desajeitadas, mas n\u00e3o importa qual delas eu tome, eu chego em casa e a rota que escolho \u00e9 inteiramente minha.<\/p>\n\n\n\n<p>Passando algum tempo em uma livraria conhecida, ouvi a pessoa em frente pedir o Dicion\u00e1rio Enoquiano \u201c<em>G-mickle-zoma<\/em>\u201d e ele conseguiu o livro sem nenhum problema, o que me ensinou muito. Era dito com um \u201cG\u201d bem curto e Madeline costumava usar essa pron\u00fancia inicialmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra exce\u00e7\u00e3o era a combina\u00e7\u00e3o que envolvia o \u201ch\u201d com o \u201cth\u201d ou o \u201cch\u201d, que, se cada letra recebesse seu valor total, resultaria em \u201c<em>teeaitch<\/em>\u201d e \u201c<em>see-aitch<\/em>\u201d, respectivamente. Se essas combina\u00e7\u00f5es forem pronunciadas rapidamente e voc\u00ea juntar as duas letras suavemente, elas soar\u00e3o melhor do que no papel, onde parecem um pouco desajeitadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembre-se de n\u00e3o trabalhar as letras como se estivesse soletrando-as para algu\u00e9m. Sei que alguns estavam experimentando a pron\u00fancia mais normal usando \u2013 \u201c<em>th(e)<\/em>\u201d e \u201c<em>ch(arm)<\/em>\u201d, dizendo a palavra, mas n\u00e3o as letras entre par\u00eanteses. Pessoalmente, mantive os valores separados para as letras \u201cth\u201d e \u201cch\u201d por uma quest\u00e3o de consist\u00eancia e fiquei razoavelmente satisfeito, e esse poderia ter sido o caminho para a Escola no trabalho final.<\/p>\n\n\n\n<p>A men\u00e7\u00e3o aos argumentos alternativos neste cap\u00edtulo n\u00e3o foi feita para confundir o leitor, mas para tentar apresentar ao leitor os detalhes de que me lembro sobre como eles evolu\u00edram em rela\u00e7\u00e3o a esse assunto bastante inc\u00f4modo \u2013 a favor e contra. Se voc\u00ea usar esse sistema e pronunciar a maioria das letras separadamente no in\u00edcio, poder\u00e1 se sentir desconfort\u00e1vel e achar que sua fala \u00e9 complicada e estranha. Ela soar\u00e1 um pouco desajeitada, como se, como dito, voc\u00ea estivesse soletrando a palavra para algu\u00e9m que n\u00e3o a entende.<\/p>\n\n\n\n<p>Parte do problema \u00e9 que voc\u00ea precisa tentar tirar da cabe\u00e7a a pron\u00fancia da letra como se fossem letras separadas, pois, se n\u00e3o fizer isso, a fala soar\u00e1 confusa e sem a flu\u00eancia que voc\u00ea pode alcan\u00e7ar, se conseguir fazer isso.<\/p>\n\n\n\n<p>Como exerc\u00edcio, vamos usar uma \u201cpalavra\u201d que n\u00e3o seja enoquiana, embora semelhante ao seu estilo, como \u201ctrp\u201d, que \u00e9 apenas uma sele\u00e7\u00e3o aleat\u00f3ria de letras. Se voc\u00ea disser separadamente \u201cte, ar, pe\u201d, n\u00e3o soar\u00e1 bem, porque voc\u00ea est\u00e1 simplesmente dizendo tr\u00eas letras desconectadas &#8211; <em>te + ar + pe<\/em>. No entanto, ao enfatizar a se\u00e7\u00e3o em it\u00e1lico, se voc\u00ea disser \u201ctearpe\u201d v\u00e1rias vezes e juntar as tr\u00eas letras da forma mais suave poss\u00edvel, o som ficar\u00e1 muito melhor depois de um pouco de pr\u00e1tica. Eu costumava criar esses exerc\u00edcios para mim mesmo e eles eram \u00fateis. Eu usava esse exerc\u00edcio em trens e similares e escolhia um conjunto de combina\u00e7\u00f5es dif\u00edceis, como \u201czxy\u201d ou \u201czood&#8217;ex-why\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Garanto ao leitor que, \u00e0 medida que ele adquire flu\u00eancia na pron\u00fancia e maior familiaridade com o sistema, ele parece eliminar esses pontos dif\u00edceis rapidamente; depois de algum tempo, voc\u00ea mal os notar\u00e1 e, o que \u00e9 mais importante, nem pensar\u00e1 neles.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra regra era que, se uma consoante fosse seguida por uma vogal, a consoante e a vogal geralmente eram unidas e faladas juntas, lembrando que a letra \u201cz\u201d recebia um \u201co\u201d longo e era pronunciada \u201c<em>zood<\/em>\u201d. Sei que, depois de um tempo, a pron\u00fancia ocorre com mais intui\u00e7\u00e3o. Darei exemplos do m\u00e9todo de separar as palavras para formular e facilitar a pron\u00fancia mais f\u00e1cil. Use esse m\u00e9todo para qualquer palavra ou frase que n\u00e3o esteja entendendo: fa\u00e7a soar cada parte da palavra separadamente e, em seguida, junte as partes lentamente. Aumente gradualmente a velocidade at\u00e9 que as partes se fundam como se fossem uma s\u00f3 e n\u00e3o soem como um teste de ortografia.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea ficar\u00e1 surpreso com a rapidez com que o instinto assume o controle, pois o que a princ\u00edpio parece estar separado se fundir\u00e1 e se tornar\u00e1 um s\u00f3. N\u00e3o se apresse, v\u00e1 com calma, pois voc\u00ea est\u00e1 tentando estabelecer bons h\u00e1bitos que o manter\u00e3o em boa posi\u00e7\u00e3o e durar\u00e3o a vida inteira. Deixe que o instinto domine mais do que o aprendizado mec\u00e2nico; assimile as palavras e os sons para que eles se tornem parte de voc\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p>O exemplo mais \u00f3bvio para come\u00e7ar \u00e9 o t\u00edtulo do livro \u2013 GMICALZOMA \u2013 especialmente porque seu significado \u00e9 \u201ccom poder (de) compreens\u00e3o<a href=\"#sdfootnote2sym\" id=\"sdfootnote2anc\"><sup>2<\/sup><\/a>\u201d. Depois de praticar bastante, voc\u00ea provavelmente conseguir\u00e1 ler a maioria das palavras sem quebr\u00e1-las primeiro, mas v\u00e1 dificultando aos poucos. Agora vamos seguir o sistema at\u00e9 o fim.<\/p>\n\n\n\n<p>Primeiro, divida a palavra em suas partes componentes, que s\u00e3o: consoantes separadas; ligue uma consoante a uma vogal seguinte e pronuncie-as juntas; lembre-se de que o \u201cz\u201d \u00e9 pronunciado como \u201czood\u201d no sistema escolhido e basicamente \u00e9 isso. H\u00e1 algumas outras considera\u00e7\u00f5es que trataremos \u00e0 medida que surgirem.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PALAVRA:<\/strong> GMICALZOMA.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TRADU\u00c7\u00c3O:<\/strong> COM UM PODER (DE) COMPREENS\u00c3O.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DECOMPOSI\u00c7\u00c3O:<\/strong> G-MI-CA-L-ZOOD-O-MA.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PRON\u00daNCIA:<\/strong> GE-MI-CA-EL-ZOOD&#8217;OH-MA.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando a primeira vers\u00e3o do documento foi conclu\u00edda, sentimos que poderia haver alguma inseguran\u00e7a com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pron\u00fancia de algumas partes das palavras. O \u201cmi\u201d deveria ser um \u201ci\u201d curto, como em mix, ou um \u201ci\u201d longo, como em mile? O \u201cca\u201d era curto como em incat ou longo como em \u201c<em>car<\/em>\u201d ou o \u201c<em>ma<\/em>\u201d era curto como em \u201c<em>mat<\/em>\u201d ou longo como em \u201c<em>may<\/em>\u201d?<\/p>\n\n\n\n<p>Isso levou a uma divis\u00e3o mais clara das palavras, como a seguir:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PALAVRA: <\/strong>GMICALZOMA.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TRADU\u00c7\u00c3O: <\/strong>COM UM PODER (DE) COMPREENS\u00c3O.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DECOMPOSI\u00c7\u00c3O:<\/strong> G-MI-CA-L-ZO-MA.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse se tornou o formato aceito:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PRON<\/strong><strong>\u00da<\/strong><strong>NCIA:<\/strong> GE-MI(X)-CA(R)-EL-ZOOD&#8217;OH-MA(T).<\/p>\n\n\n\n<p>Decidiu-se que n\u00e3o seria assim, embora pudesse ser, se escolhido:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PRONUNCIA\u00c7\u00c3O:<\/strong> GE-MI(LE)-CA(T)-EL-ZOOD&#8217;OH-MA(R).<\/p>\n\n\n\n<p>Lembre-se de que as letras encontradas nos par\u00eanteses n\u00e3o s\u00e3o pronunciadas, elas est\u00e3o l\u00e1 apenas para orientar a pron\u00fancia dos componentes fornecidos usando uma palavra inglesa<a href=\"#sdfootnote3sym\" id=\"sdfootnote3anc\"><sup>3<\/sup><\/a> equivalente e familiar. Se voc\u00ea preferir a segunda pron\u00fancia do texto acima, pode adot\u00e1-la, desde que, depois de adot\u00e1-la, permane\u00e7a com ela. Para o meu ouvido, a segunda tentativa n\u00e3o soou muito verdadeira. Eu me sinto desconfort\u00e1vel com ela porque soa um pouco desajeitada e, mesmo quando pronunciada em velocidade, soa desajeitada para mim. Acho que n\u00e3o tem a flu\u00eancia do primeiro exemplo, mas lembre-se de que a parte importante dessa frase s\u00e3o as palavras \u201c<em>to my ear<\/em><a href=\"#sdfootnote4sym\" id=\"sdfootnote4anc\"><sup>4<\/sup><\/a>\u201d.Vejamos outro exemplo, desta vez uma s\u00e9rie de palavras.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PALAVRAS:<\/strong> ZACAR OD ZAMRAM.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TRADU\u00c7\u00c3O:<\/strong> MOVAM-SE E MOSTREM-SE.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DECOMPOSI\u00c7\u00c3O:<\/strong> ZA-CA-R O-D ZA-M-RA-M.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PRON\u00daNCIA: <\/strong>ZOOD&#8217;A-CA(R)-RE&#8230; OH-DEE\u2026 ZOOD&#8217;A-EM-RA(T)-EM.<\/p>\n\n\n\n<p>Deixei a pequena v\u00edrgula de ap\u00f3strofo, que divide a consoante \u201cz\u201d da vogal, e essa \u00e9 uma idiossincrasia pessoal. Em geral, descobri que eu colocava a \u00eanfase na vogal que seguia o \u201cz\u201d e ela era usada para mostrar a parte componente da pron\u00fancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Fizemos experimentos com duas vogais ou tr\u00eas ou mais vogais juntas, o que pode ocorrer em algumas palavras. Achamos que o mesmo princ\u00edpio deveria ser aplicado \u00e0s duas primeiras vogais, como foi feito com uma consoante e uma vogal, juntando as duas vogais. Se houver tr\u00eas vogais ou quatro vogais, como em \u201c<em>Iaiad<\/em>\u201d, junte as duas primeiras vogais, coloque-as uma contra a outra e trate a terceira vogal como se fosse uma consoante, dizendo-a separadamente, como em \u201c<em>Eye&#8217;a-eye-ayeda<\/em>\u201d. Outras palavras para experimentar com vogais consecutivas incluem \u201c<em>Ioiad<\/em>\u201d, Iaod, Aai Oiad e Aoiveae, sendo que a \u00faltima palavra tem sete vogais e uma consoante.<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa combina\u00e7\u00e3o, descobrimos que, se \u201ca\u201d fosse a segunda vogal, parecia prefer\u00edvel pronunci\u00e1-la abreviada como em \u201ca(pple)\u201d, por exemplo, \u201cAa\u201d como \u201cAye&#8217;a\u201d e \u201cLa\u201d como \u201cEl&#8217;a\u201d. No entanto, para a combina\u00e7\u00e3o &#8216;Oi&#8217;, isso n\u00e3o funcionou t\u00e3o bem e achamos que n\u00e3o deveria ser o oi(l) em ingl\u00eas, ent\u00e3o ficou &#8216;Oh&#8217;i(ce)&#8217;, mas voc\u00eas devem experimentar para ver o que preferem.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso mostra que as regras elaboradas devem permanecer flex\u00edveis ao lidar com o idioma, pois sempre haver\u00e1 exce\u00e7\u00f5es \u00e0 regra. Por exemplo, o idioma das Ilhas Brit\u00e2nicas \u00e9 o brit\u00e2nico ou ingl\u00eas. Mesmo quando algu\u00e9m est\u00e1 usando as mesmas palavras, as pessoas muitas vezes podem dizer que s\u00e3o da Irlanda, Pa\u00eds de Gales, Esc\u00f3cia, Yorkshire, Cornualha, Devon por causa do \u201c<em>brogue<\/em>\u201d ou do \u201c<em>lilt<\/em>\u201d nos sotaques regionais das \u00e1reas individuais de um pa\u00eds, que s\u00e3o preciosos demais para serem perdidos em qualquer idioma ou argumento.<\/p>\n\n\n\n<p>Descobrimos que, uma vez que a fala fluente do Enoquiano se estabeleceu, o ouvido pareceu assumir o controle, parecendo ser um juiz melhor do que qualquer regra r\u00edgida, e isso inclui usar a voz de acordo com o local onde voc\u00ea nasceu. \u00c0 medida que voc\u00ea adquire experi\u00eancia, deve aceitar ou rejeitar o que a pr\u00e1tica determina. Uma dica \u00fatil \u00e9 verificar o significado da palavra com a qual voc\u00ea est\u00e1 lidando e criar uma pron\u00fancia para ela. Esse \u00e9 um bom guia para o tom, o estresse, o n\u00edvel da voz e assim por diante. Tente convencer seu gato de que voc\u00ea o ama muito enquanto grita com ele com toda a for\u00e7a de sua voz \u2013 as palavras est\u00e3o certas, mas apenas as palavras e nada mais<a href=\"#sdfootnote5sym\" id=\"sdfootnote5anc\"><sup>5<\/sup><\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos exemplos acima, foram usados dois dispositivos que considero importantes e que n\u00e3o t\u00eam nada a ver com a pron\u00fancia. Um deles foi uma adapta\u00e7\u00e3o de um dispositivo usado na caligrafia de John Dee por ser s\u00e1bio, e o outro foi planejado e usado na esperan\u00e7a de tornar as coisas mais claras.<\/p>\n\n\n\n<p>Os tr\u00eas pontos foram usados para que n\u00e3o houvesse confus\u00e3o com um ponto final, caso fosse usado em qualquer lugar. O dispositivo de retic\u00eancias \u00e9 usado principalmente para indicar uma omiss\u00e3o na(s) frase(s), mas usamos a retic\u00eancias para mostrar onde uma palavra termina e a pr\u00f3xima come\u00e7a. Embora come\u00e7ar cada palavra com uma letra mai\u00fascula ajude consideravelmente, como se v\u00ea nas chamadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Algumas das palavras Enoquianas podem ser compostas por uma s\u00e9rie de letras simples ou duplas com espa\u00e7os entre elas. Essas palavras s\u00e3o muito f\u00e1ceis de ler como uma entrada \u00fanica na se\u00e7\u00e3o do dicion\u00e1rio e, quando n\u00e3o s\u00e3o colocadas em frases, no entanto, at\u00e9 mesmo John Dee teve de usar um dispositivo como um colchete de conex\u00e3o nos espa\u00e7os dentro da palavra para mostrar o agrupamento que a comp\u00f5e e onde ela come\u00e7ou e terminou.<\/p>\n\n\n\n<p>O original foi mantido intacto nos verbetes do dicion\u00e1rio impresso desta obra desde o in\u00edcio. O leitor \u00e9 fortemente aconselhado a usar um dispositivo semelhante quando essas formas de palavras forem inclu\u00eddas em uma frase da mesma forma que John Dee fez.<\/p>\n\n\n\n<p>Recomenda-se o uso de um sublinhado para marcar os espa\u00e7os dentro de uma palavra ou o uso do h\u00edfen para conectar os componentes de uma palavra, como \u00e9 feito nos chamados posteriores; caso contr\u00e1rio, a frase parecer\u00e1 confusa, dif\u00edcil de decifrar ou ler, dificultando a tradu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O restante deste cap\u00edtulo dar\u00e1 exemplos para mostrar e refor\u00e7ar o que est\u00e1 sendo dito. Se o primeiro exemplo abaixo fosse colocado em uma frase, esse exemplo poderia ter at\u00e9 tr\u00eas palavras e o segundo exemplo poderia ter at\u00e9 quatro palavras \u2013 mas quando usado em uma frase com outras palavras ao lado, onde elas come\u00e7am e onde terminam, quantas palavras existem ou \u00e9 uma palavra.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Verbete do dicion\u00e1rio:<\/strong> C NO QUOD (= \u201caos seus servos\u201d).<\/p>\n\n\n\n<p>Escreva isso como C_NO_QUOD (Dee) ou C-NO-QUOD (com h\u00edfen).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Verbete do dicion\u00e1rio:<\/strong> GE O Q MANIN (= \u201cn\u00e3o \u00e9, exceto na mente de.\u201d)<\/p>\n\n\n\n<p>Escreva como GE_O_Q_MANIN (Dee) ou GE-O-Q-MANIN (com h\u00edfen) e qualquer uma das formas est\u00e1 correta.<\/p>\n\n\n\n<p>A palavra Enoquiana CA CA COM tem o significado de \u201cflorescer\u201d no dicion\u00e1rio e est\u00e1 impressa da forma apresentada aqui, o que est\u00e1 correto. No entanto, como dito, se voc\u00ea colocasse essa palavra em uma frase, teria de decidir se \u00e9 uma palavra, duas ou tr\u00eas. Colocar sublinhados nos espa\u00e7os da palavra transformou a palavra Enoquiana CA CA COM em CA_CA_COM nos di\u00e1rios manuscritos, mostrando que essa palavra consistia em tr\u00eas elementos e agora tem um come\u00e7o e um fim claros. O uso de um h\u00edfen ou de um sublinhado curto entre as partes componentes da palavra faz a mesma coisa que a mostrada acima, e qualquer uma das formas pode ser usada como voc\u00ea quiser.<\/p>\n\n\n\n<p>Darei mais alguns exemplos usando o sublinhado de Dee. VI I V L, que significa \u201cno segundo \u00e2ngulo\u201d, se torna VI_I_V_L; Q A A, que significa \u201csuas roupas\u201d, se torna Q_A_A e, finalmente, O Q, que significa \u201cmas\u201d, se torna O_Q. Esses exemplos est\u00e3o mais pr\u00f3ximos do formato manuscrito original, mas o mais importante \u00e9 deixar a palavra e seus elementos claros para os olhos e a mente.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora vamos dar um \u00faltimo exemplo que deve ser suficiente para mostrar esse sistema simples de pron\u00fancia Enoquiana, pois ele cont\u00e9m a maioria das regras e sugest\u00f5es dadas at\u00e9 agora.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PALAVRAS:<\/strong> Noroimi Baghie Pasbs Oiad Ds Trint Mirc OL Thil Dods TolHami Caosgi Homin Ds Brin Oroch QUAR Micma Bialo lad Isro Tox DsVmd Aai Baltim Zacar Od Zamran Lap Zirdo Noco Mad Horath laida (O 14\u00ba Chamada.)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TRADU\u00c7\u00c3O:<\/strong> \u00d3, Filhos da F\u00faria, Filhas do Justo, que est\u00e3o sentados em 24 assentos, atormentando todas as criaturas da terra com a idade. Que vos subjugaram 1636. Contemplai a Voz de Deus. A promessa d&#8217;Ele, que \u00e9 chamado entre voc\u00eas de F\u00faria (ou Justi\u00e7a Extrema). Movam-se e mostrem-se. Abram os mist\u00e9rios de sua cria\u00e7\u00e3o. Sejam amig\u00e1veis comigo. Pois eu sou o servo do mesmo seu Deus, o verdadeiro adorador do Alt\u00edssimo. (14\u00ba Chamada).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DIVIS<\/strong><strong>\u00c3O: <\/strong>No-ro-i-mi\u2026 Ba-g-hi-e\u2026 Pa-s-b-s\u2026 Oi-a-d\u2026 D-s\u2026 T-ri-n-t\u2026 Mi-r-c\u2026 O-L\u2026 T-hi-l\u2026 Do-d-s\u2026 To-l\u2026 Ha-mi\u2026 Ca-o-s-gi\u2026 Ho-mi-n\u2026 D-s\u2026 B-ri-n\u2026 O-ro-c-h\u2026 QUAR\u2026 Mi-c-ma\u2026 Bi-a-lovIa-d\u2026 I-s-ro\u2026 To-x\u2026 D-sv\u2026 V-m-d\u2026 Aa-I\u2026 Ba-lti-m\u2026 Za-ca-r\u2026 O-d\u2026 Za-m-ra-n\u2026 La-p\u2026 Zi-r-do\u2026 No-co\u2026 Ma-d\u2026 Ho-a-t-h\u2026 Ia-i-da.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PRON\u00daNCIA:<\/strong> No(e)-ro(e)-eye-mi(x)\u2026 Ba(r)-ge-hi(gh)-ee. Pa(y)-es-be-es\u2026 Oeye-aye-de\u2026 De-es\u2026 Tee-ri(de)-en-tee\u2026 My-ar(e)-see\u2026 Oh-el\u2026 Te-hi(gh)-el\u2026 Do(e)-de-es\u2026 To-el\u2026 Ha(m)-mi(le)\u2026 Ca(b)-oh-es-gi(be)\u2026 Ho(e)-mi(le)-en\u2026 De-es\u2026 Bee-ri(se)-en\u2026 Ohro(e)-see-aych\u2026 Q\u2026 U\u2026 A\u2026 R\u2026 Mi(le)-see-ma(n)\u2026 Bi(de)-ayelo(w)\u2026 Eye&#8217;ar-de\u2026 Eye-es-ro(e)\u2026 To(e)-ex\u2026 De-es\u2026 Vee-em-de\u2026 Aye\u2019a-eye\u2026 Ba(r)-el-ti(e)-em\u2026 Zood\u2019a-ca(r)-re(st)\u2026 Oh-de\u2026 Zood\u2019a-em-ra(t)-en\u2026 La(d)-pee\u2026 Zood\u2019eye-ar(e)-do(e)\u2026 No(se)-co(at)\u2026 Mar-dee\u2026 Ho-ra(t)-tee-aych\u2026 La(d)-eye-da.<\/p>\n\n\n\n<p>No exemplo acima, dois dispositivos foram usados em uma tentativa de tornar a chamada clara para os olhos, os pensamentos e a fala. A divis\u00e3o das palavras em si foi feita dividindo-as com um h\u00edfen em suas partes, enquanto as palavras completas foram separadas umas das outras por retic\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea pode adicionar letras entre par\u00eanteses para formar uma palavra em ingl\u00eas para orient\u00e1-lo na pron\u00fancia escolhida, como fiz acima e, naturalmente, lembre-se de que as letras entre par\u00eanteses n\u00e3o s\u00e3o pronunciadas. Elas est\u00e3o ali apenas para ajudar na pron\u00fancia<\/p>\n\n\n\n<p>Outro ponto a ser observado, pois isso pode ocorrer, portanto, preste aten\u00e7\u00e3o. Tenha cuidado com a pron\u00fancia, n\u00e3o seja desleixado e, com isso, quero dizer que n\u00e3o fa\u00e7a \u201cTo-el\u201d soar como \u201ctoo hell!<a href=\"#sdfootnote6sym\" id=\"sdfootnote6anc\"><sup>6<\/sup><\/a>\u201d. Da mesma forma, n\u00e3o fa\u00e7a \u201cOh-el\u201d soar como \u201cOh hell\u201d ou \u201clar-de\u201d soar como \u201claddie ou lady\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>No exemplo acima, voc\u00ea encontrar\u00e1 alguns n\u00fameros apresentados como letras e \u00e9 por isso que escolhemos essa chamada espec\u00edfica como nosso exemplo. Decidimos enunciar a letra\/n\u00famero separadamente, pois essa \u00e9 uma maneira pela qual costumamos dar n\u00fameros. Por exemplo, se 1234 foi encontrado, apresentamos os n\u00fameros como escritos de uma das duas maneiras para maior rapidez e clareza: presumimos que a v\u00edrgula para a divis\u00e3o em mil ser\u00e1 inserida e apresentamos o n\u00famero como \u201cum mil, duzentos e trinta e quatro\u201d. Essa \u00e9 a maneira correta de dizer esse n\u00famero em ingl\u00eas, mas como Dee n\u00e3o escreveu a v\u00edrgula da divis\u00e3o de mil, voc\u00ea poderia simplesmente dizer \u201cum, dois, tr\u00eas, quatro\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o podemos dizer isso em Enoquiano, ent\u00e3o usamos o m\u00e9todo anterior para quaisquer letras que representem n\u00fameros, portanto, basta dizer cada letra separadamente e deliberadamente para que o ouvinte saiba que s\u00e3o os n\u00fameros. Mais tarde, \u00e0 medida que as Chamadas se tornassem mais familiares, elas seriam conhecidas como n\u00fameros e n\u00e3o precisariam ser t\u00e3o deliberadas ou enfatizadas. Na verdade, esse poderia ser um momento em que seria correto dizer cada letra deliberada e separadamente e n\u00e3o tentar mistur\u00e1-las para mostrar que s\u00e3o letras sendo usadas para representar n\u00fameros.<\/p>\n\n\n\n<p>Tenha sempre em mente que, sob o t\u00edtulo do cap\u00edtulo principal, esse cap\u00edtulo \u00e9 &#8211; \u201cuma discuss\u00e3o\u201d &#8211; e n\u00e3o as leis dos medos e persas: \u201cAgora, \u00f3 rei, estabelece o decreto e assina o escrito, para que n\u00e3o seja alterado, conforme a lei dos medos e persas, que n\u00e3o se altera.\u201d Daniel 6:8.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu seria o primeiro a admitir que nem todas as palavras em Enoquiano s\u00e3o f\u00e1ceis de pronunciar, n\u00e3o importa o sistema que voc\u00ea crie ou use para pronunci\u00e1-las, algumas s\u00e3o e outras n\u00e3o. A maioria das palavras \u00e9 boa, mas, de vez em quando, voc\u00ea encontra uma palavra ou uma combina\u00e7\u00e3o de letras que perturbam o sistema e soam mais como \u201cos nomes b\u00e1rbaros de evoca\u00e7\u00e3o\u201d. A regra que decidimos inicialmente para a Escola foi fazer com que o maior n\u00famero poss\u00edvel de letras estivesse de acordo com a regra de ouro de qualquer Palavra de Poder. Voc\u00ea pronuncia toda a palavra e nenhum componente ou letra \u00e9 omitido ou silenciado.<\/p>\n\n\n\n<p>Acredito que alguns puristas no passado queriam fazer com que a pron\u00fancia de cada letra ou elemento fosse uma regra estrita a ser aplicada em toda a Enochia, mesmo que uma consoante esteja unida a uma vogal. Tomemos como exemplo a palavra \u201cNoroimi\u201d. Se cada letra for dada por completo, ela se tornar\u00e1 <em>En-oh-ar-oh-eye-em-eye<\/em> \u2013 em vez de <em>No(e)-ro(e)&#8217;-eye-mi(x)<\/em>. At\u00e9 mesmo a vers\u00e3o mais longa, quando falada fluentemente e em velocidade, combina bem seus componentes, embora eu ainda prefira a \u00faltima, a mais curta das duas, pois parece ter o som certo e o melhor ritmo, e acho que isso a torna certa \u2013 para mim.<\/p>\n\n\n\n<p>A essa altura dos procedimentos, este trabalho estava sendo encerrado como um rascunho. Eu ainda estava experimentando na \u00e9poca, estava sendo deliberado e o trabalho estava recebendo os \u00faltimos retoques porque os resultados pareciam favor\u00e1veis e tomando forma quando circunst\u00e2ncias fora do meu controle intervieram.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos est\u00e1gios iniciais, demos uma boa chance \u00e0 maioria das alternativas, o que dar\u00e1 ao leitor uma ideia dos problemas que afligem o indiv\u00edduo ou os grupos que decidem por um m\u00e9todo aceit\u00e1vel de pron\u00fancia. Descobri que o segundo componente da palavra parecia levar o sotaque mais a s\u00e9rio, mas ficou \u00f3bvio que um sotaque natural veio com a pr\u00e1tica; portanto, se voc\u00ea decidir tentar isso, n\u00e3o force um sotaque falso no in\u00edcio de suas tentativas.<\/p>\n\n\n\n<p>Acho que \u00e9 melhor que isso ocorra naturalmente, pois as palavras parecem estar em conformidade com um ritmo inato e natural, e acho que isso \u00e9 o mais importante.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, enfatizo o ponto mais uma vez. Depois de decidir sobre sua pron\u00fancia, mantenha-a, n\u00e3o fique trocando e mudando. N\u00e3o estou dizendo que voc\u00ea n\u00e3o pode modificar seu trabalho \u00e0 medida que progride, mas modifique, aprimore e aperfei\u00e7oe um modelo acordado.<\/p>\n\n\n\n<p>Naturalmente, mude quaisquer erros em seu trabalho que considere graves, erros para os quais a experi\u00eancia tenha dado uma alternativa, se isso melhorar seu trabalho. \u00c9 claro que voc\u00ea pode limpar a lousa e come\u00e7ar de novo se desejar, sempre que quiser, n\u00e3o h\u00e1 nada que diga que voc\u00ea n\u00e3o pode \u2013 exceto o bom senso.<\/p>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea continuar mudando as coisas a cada cinco minutos, nunca estabelecer\u00e1 uma base a partir da qual possa trabalhar ou construir e continuar\u00e1 andando em c\u00edrculos, n\u00e3o chegando a lugar algum rapidamente!<\/p>\n\n\n\n<p>Este n\u00e3o \u00e9 um cap\u00edtulo grande para os padr\u00f5es de escrita, mas \u00e9 grande no contexto, pois h\u00e1 muito a ser encontrado nele. H\u00e1 muito para entender, para fazer funcionar e eu n\u00e3o subestimo isso. Como sempre, e eu j\u00e1 disse isso muitas vezes, em trabalhos dessa natureza sempre leva mais tempo para explicar as coisas do que para execut\u00e1-las. As palavras s\u00e3o ferramentas maravilhosas e, mesmo que n\u00e3o fossem, elas s\u00e3o tudo o que temos, portanto, devemos seguir em frente.<\/p>\n\n\n\n<p>Se o leitor ou um grupo decidir, depois de ler esta \u201cdiscuss\u00e3o\u201d com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pron\u00fancia, que prefere tentar criar sua pr\u00f3pria forma de falar Enoquiano, como outros fizeram, \u00e9 claro que pode faz\u00ea-lo, pois ningu\u00e9m sabe ao certo como falar o idioma. Se essa for sua decis\u00e3o, sugiro que voltem \u00e0s linhas iniciais do cap\u00edtulo e as leiam novamente e, para ajudar, eu as reproduzo abaixo.<\/p>\n\n\n\n<p>Este cap\u00edtulo poderia ser o mais curto do livro, se n\u00e3o fosse pela parte que est\u00e1 sob o t\u00edtulo &#8211; \u201cuma discuss\u00e3o\u201d \u2013 e consistiria simplesmente em uma linha \u2013 ningu\u00e9m sabe como pronunciar Enoquiano \u2013 e o cap\u00edtulo poderia terminar aqui. Espero que voc\u00ea n\u00e3o encerre a quest\u00e3o da pron\u00fancia aqui e, de uma forma ou de outra, resolva o problema de forma satisfat\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#sdfootnote1anc\" id=\"sdfootnote1sym\">1<\/a>Fogo F\u00e1tuo, em latim.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#sdfootnote2anc\" id=\"sdfootnote2sym\">2<\/a>Numa tradu\u00e7\u00e3o livre: \u201cCom o dom da compreens\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#sdfootnote3anc\" id=\"sdfootnote3sym\">3<\/a>Perceba que o autor se refere aos falantes da l\u00edngua inglesa.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#sdfootnote4anc\" id=\"sdfootnote4sym\">4<\/a>Traduzindo livremente: Como soam aos meus ouvidos.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#sdfootnote5anc\" id=\"sdfootnote5sym\">5<\/a>Aqui ele se refere ao fato de que n\u00e3o apenas as palavras devem estar corretas, mas a atitude tamb\u00e9m faz parte da pron\u00fancia ou em especial, de como aquela fala \u00e9 entendida pelo ouvinte ou receptor.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#sdfootnote6anc\" id=\"sdfootnote6sym\">6<\/a>Para o Inferno, traduzido de forma livre.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pron\u00fancia do Enochiano \u2013 Uma Discuss\u00e3o Por Leo Vinci em An Enochian Dictionary &#8211; GMICALZOMA Tradu\u00e7\u00e3o de Frater Goya Este cap\u00edtulo, se n\u00e3o fosse pelo t\u00edtulo \u2013 \u201cuma discuss\u00e3o\u201d \u2013 seria o mais curto do livro, pois consistiria em uma linha \u2013 ningu\u00e9m sabe como pronunciar a l\u00edngua Enochiana \u2013 e o cap\u00edtulo terminaria aqui. &hellip; <\/p>\n<p><a class=\"more-link btn\" href=\"https:\/\/cih.org.br\/?p=1848\">Continue lendo<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[20],"tags":[235,60,408,342,246,35,239,186,405,59,409],"class_list":["post-1848","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-enochiano","tag-abramelin","tag-aleister-crowley","tag-dicionario","tag-edward-kelley","tag-enochiano","tag-frater-goya","tag-golden-dawn","tag-john-dee","tag-leo-vinci","tag-mcgregor-mathers","tag-pronuncia","nodate","item-wrap"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1848","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1848"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1848\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1864,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1848\/revisions\/1864"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1848"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1848"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1848"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}