{"id":177,"date":"2012-04-11T16:47:28","date_gmt":"2012-04-11T16:47:28","guid":{"rendered":"https:\/\/cih.org.br\/?p=177"},"modified":"2012-04-11T16:48:31","modified_gmt":"2012-04-11T16:48:31","slug":"a-estrutura-incorporea-introducao-ao-pensamento-kabalistico-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cih.org.br\/?p=177","title":{"rendered":"A Estrutura Incorp\u00f3rea &#8211; Introdu\u00e7\u00e3o ao pensamento kabal\u00edstico 1"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\"><strong>Autor\/Fonte: <\/strong>Rav Jaim D. Zukerwar (<a href=\"http:\/\/www.halel.org\/\">http:\/\/www.halel.org<\/a>)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\"><strong>Tradu\u00e7\u00e3o: <\/strong>Frater Goya (Anderson Rosa)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\"><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/strong>0:1 Nossa linguagem, na maioria dos casos, est\u00e1 estruturada a partir do que sabemos e tamb\u00e9m do que cremos saber. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">0:2 Diferentes teorias tentam explicar qual \u00e9 a for\u00e7a que move a hist\u00f3ria. Alguns dizem que \u00e9 o conflito de civiliza\u00e7\u00f5es, outros o atribuem a economia de mercado, etc. Isso n\u00e3o faz mais que refor\u00e7ar uma linguagem que justifica o desconhecimento dos outros, os diferentes.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">0:3 A for\u00e7a frimordial na hist\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 a pluralidade de culturas nem a economia de mercado. Estas n\u00e3o s\u00e3o sen\u00e3o diferentes formas de exteriorizar e de nomear o desejo de cada indiv\u00edduo e cultura de receber o que consideram melhor, \u201cseu patamar\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">0:4 O conflito atual n\u00e3o \u00e9 um conflito de civiliza\u00e7\u00f5es, \u00e9 a decad\u00eancia dos sistemas que atrav\u00e9s da hist\u00f3ria n\u00e3o fizeram mais que justificar o ego\u00edsmo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">0:5 Quando refletimos e analizamos que \u00e9 o que finalmente sobrevive atrav\u00e9s da hist\u00f3ria, descobrimos que \u00e9 o que possui a capacidade de unir e harmonizar. O que nos conduz ao infinito e eterno.<\/span><br \/>\n<strong><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">PRIMEIRO M\u00d3DULO <\/span><\/strong><br \/>\n<strong><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">O presente, o imediato, o pr\u00f3ximo, o long\u00ednquo e o transcendente<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><br \/>\n<\/strong><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">1:1 Cinco aspectos determinam a forma de atuar de todo o ser humano: o presente, o imediato, o pr\u00f3ximo, o long\u00ednquo e o transcendente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">1:2 Estes cinco \u00e2mbitos podem ser representados como quatro c\u00edrculos conc\u00eantricos em torno\u00a0 de um ponto central. O centro indica nossa realidade presente, o primeiro c\u00edrculo assinala o imediato e assim sucessivamente, at\u00e9 o quarto, o mais exterior e long\u00ednquo que define o alcance de nossa consci\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">1:3 O quarto c\u00edrculo, o transcendente, \u00e9 em \u00faltima inst\u00e2ncia o que marca nossos limites: os valores que consideramos absolutos e que n\u00e3o estamos dispostos, de nenhum modo, a sacrificar: \u00e9 o que consideramos sagrado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">1:4 Quando um indiv\u00edduo, uma na\u00e7\u00e3o, etc., perde os limites que estabelecem o ritmo que harmoniza o presente com o transcendente, termina por distorcer seu conceito do sagrado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">1:5 A alma possui cinco graus gerais de consci\u00eancia denominados: <em>N\u00e9fesh<\/em> \u2013 o presente: o \u00e2mbito material sensorial, <em>R\u00faaj<\/em> \u2013 o imediato: o plano emocional, <em>Nesham\u00e1<\/em> \u2013 o pr\u00f3ximo: o pensamento, <em>Jai\u00e1<\/em> \u2013 o long\u00ednquo: a vontade e <em>Iejid\u00e1<\/em> \u2013 o transcendente: o eterno, o plano espiritual.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">1:6 O presente, assim como o imediato e o pr\u00f3simo, instinto, emo\u00e7\u00e3o e pensamento respectivamente, surgem naturalmente em cada momento de nosso viver di\u00e1rio. O long\u00ednquo e o transcendente, a vontade para alcan\u00e7ar os valores eternos-espirituais, por outro lado, exige um esfor\u00e7o, j\u00e1 que devemos transcender nossos instintos, emo\u00e7\u00f5es e pensamentos submetendo-os atrav\u00e9s da vontade aos princ\u00edpios eternos-espirituais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">1:7 Cada um destes cinco graus se relaciona com uma <em>sefira: N\u00e9fesh <\/em>com<em> Maljut, R\u00faaj <\/em>com <em>Tif\u00e9ret, Nesham\u00e1 <\/em>com<em> Bin\u00e1, Jai\u00e1 <\/em>com<em> Jojm\u00e1 e Iejid\u00e1 <\/em>com<em> K\u00e9ter.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">1:8 Cada <em>sefir\u00e1<\/em> representa um grau da Luz Infinita, como uma s\u00e9rie de cristais atrav\u00e9s dos quais a Luz vai adquirindo mais e mais presen\u00e7a. O <em>Zohar<\/em> nos transmite uma imagem desse processo designando a cada uma das <em>sefir\u00f3t<\/em> como o resultado da luz atravessando cristais de diferentes cores. Negro para <em>Maljut,<\/em> verda para <em>Tif\u00e9ret,<\/em> vermelho para <em>Bin\u00e1, <\/em>branco para <em>Jojm\u00e1<\/em> e transparente para <em>K\u00e9ter.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">1:9 Os cinco n\u00edveis que estudamos representam cinco graus atrav\u00e9s dos quais se manifesta nosso desejo. <em>N\u00e9fesh<\/em> \u2013 o presente, a rea\u00e7\u00e3o instintiva, <em>R\u00faaj<\/em> \u2013 o imediato, as emo\u00e7\u00f5es e <em>Nesham\u00e1<\/em> \u2013 o pr\u00f3ximo, o pensamento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">1:10 Quando o pensamento n\u00e3o alcan\u00e7a o discernir na vontade por captar o transcendente, os seres humanos terminam por justificar-se e adaptar a realidade \u00e0s suas debilidades em lugar de se expandir ao eterno.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">1:11 O pensamento \u2013 o pr\u00f3ximo, \u00e9 o que pode dar-nos o discernimento para alcan\u00e7ar o long\u00ednquo, a vontade que n\u00e3o possu\u00edmos para alcan\u00e7ar o transcendente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">1:12 A fun\u00e7\u00e3o do pensamento \u00e9 discernir em nossos desejos, a partir de Princ\u00edpios Objetvos, com o prop\u00f3sito de alcan\u00e7ar o transcendente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;\">1:13 Quando um indiv\u00edduo, uma ideolog\u00eda ou uma cultura se identificam unicamente com o presente, imediato e pr\u00f3ximo, n\u00e3o percebem mais que a morte no final do lapso da vida f\u00edsica. Ent\u00e3o os objetivos presentes, imediatos e pr\u00f3ximos tem come\u00e7o e fim, morrem. Contrariamente, quando os sujeitamos ao transcendente somos conduzidos ao eterno.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autor\/Fonte: Rav Jaim D. Zukerwar (http:\/\/www.halel.org) Tradu\u00e7\u00e3o: Frater Goya (Anderson Rosa) Introdu\u00e7\u00e3o 0:1 Nossa linguagem, na maioria dos casos, est\u00e1 estruturada a partir do que sabemos e tamb\u00e9m do que cremos saber. 0:2 Diferentes teorias tentam explicar qual \u00e9 a for\u00e7a que move a hist\u00f3ria. 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