{"id":1516,"date":"2012-02-04T01:02:00","date_gmt":"2012-02-04T01:02:00","guid":{"rendered":"https:\/\/cih.org.br\/?p=1516"},"modified":"2022-09-05T01:27:48","modified_gmt":"2022-09-05T01:27:48","slug":"os-principios-do-ritual","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cih.org.br\/?p=1516","title":{"rendered":"Os Princ\u00edpios do Ritual"},"content":{"rendered":"\n<p>Por: Frater Perdurabo<em> , in Magick in Theory and Practice<\/em><br>Tradu\u00e7\u00e3o: Frater Goya<\/p>\n\n\n\n<p>Existe apenas uma defini\u00e7\u00e3o do porqu\u00ea de todo Ritual M\u00e1gico. \u00c9 unir o Microcosmos com o Macrocosmos. O Ritual Completo e Supremo \u00e9 ent\u00e3o a Invoca\u00e7\u00e3o do <em><a href=\"#1\">Sagrado Anjo Guardi\u00e3o<\/a><\/em>, ou, em linguagem M\u00edstica, a Uni\u00e3o com Deus.<br>Todos os demais Rituais M\u00e1gicos s\u00e3o casos particulares deste princ\u00edpio geral, e a \u00fanica desculpa para execut\u00e1-los \u00e9 que algumas vezes ocorre que alguma por\u00e7\u00e3o particular do Microcosmos \u00e9 t\u00e3o d\u00e9bil que sua imperfei\u00e7\u00e3o da impureza contaminar\u00e1 o Macrocosmos do qual ele \u00e9 uma imagem Eidolon, ou reflexo. Por exemplo, Deus est\u00e1 acima do sexo, e por este motivo nem o homem nem a mulher podem-se dizer que compreendam, e menos ainda representem a Deus. Portanto, \u00e9 de suma import\u00e2ncia que o Mago masculino cultive aquelas virtudes femininas nas quais seja deficiente, e isto deve conseguir sem atrofiar sua virilidade de forma alguma. Ent\u00e3o o Mago estar\u00e1 em seu pleno direito de Invocar a \u00cdsis e identificarse com ela. Se ele n\u00e3o conseguisse, sua apreens\u00e3o do Universo quando conseguisse o estado de Samadhi se veria debilitado por n\u00e3o conhecer o conceito de maternidade. O resultado seria uma limita\u00e7\u00e3o metaf\u00edsica e por corol\u00e1rio, \u00e9tica, na Religi\u00e3o que ele fundara. O Juda\u00edsmo e o Isl\u00e3 s\u00e3o casos claros deste fracasso.<br>Para tomar outro exemplo, a vida asc\u00e9tica que a devo\u00e7\u00e3o \u00e0 magia inv\u00f3lucra argumenta uma pobre natureza, apenas uma busca, uma falta de generosidade. A Natureza \u00e9 infinitamente prodigiosa \u2013 nem uma de cada mil sementes germinam. O que n\u00e3o a conhe\u00e7a, que invoque a <em><a href=\"#2\">J\u00fapiter<\/a><\/em>.<br>O perigo da Magia Cerimonial \u2013 o perigo mais sutil e profundo \u2013 est\u00e1 no seguinte: que o Mago ter\u00e1 a tend\u00eancia de invocar aquele ser parcial que mais atrai, e desta maneira seu excesso natural, naquela dire\u00e7\u00e3o, aumentar\u00e1. <strong>Que o Mago antes de iniciar seu trabalho se esforce em aplainar seu pr\u00f3prio ser, que converta suas invoca\u00e7\u00f5es de tal forma que volte a conseguir o <em><a href=\"#3\">equil\u00edbrio<\/a><\/em><\/strong>. Isto, por suposto, deveria ser feito durante a prepara\u00e7\u00e3o dos utens\u00edlios e mobili\u00e1rio do Templo.<br>Considerando de uma maneira mais particular esta quest\u00e3o da natureza do Ritual, n\u00f3s podemos supor que ele ainda n\u00e3o tem em seu poder os valores da Vida e da Morte, de indiv\u00edduos e de ra\u00e7as, que \u00e9 caracter\u00edstico da Natureza. Ele pode ter a tend\u00eancia de perceber a \u201cprimeira nobre verdade de Buda\u201d que tudo \u00e9 afli\u00e7\u00e3o. A Natureza \u2013 pelo menos assim parece \u2013 \u00e9 uma trag\u00e9dia. Ele pode no melhor caso, haver experimentado o grande transe chamado afli\u00e7\u00e3o. Ele deve ent\u00e3o considerar se n\u00e3o existe uma Deidade que expresse esse ciclo, e que ainda assim sua natureza \u00e9 a alegria. Ele encontrar\u00e1 o que necessita em Dion\u00edsio.<br><strong>Existem tr\u00eas m\u00e9todos principais de invocar uma Deidade.<\/strong><br>O <strong>Primeiro M\u00e9todo<\/strong> consiste na devo\u00e7\u00e3o \u00e0quela Deidade, e por sua natureza e car\u00e1ter m\u00edstico, n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio ampli\u00e1-lo mais aqui, j\u00e1 que existe uma instru\u00e7\u00e3o perfeita nesta dire\u00e7\u00e3o no <a href=\"#4\">Liber 175<\/a>.<br>O <strong>Segundo M\u00e9todo<\/strong> \u00e9 a invoca\u00e7\u00e3o cerimonial. \u00c9 o m\u00e9todo que normalmente se empregava na Idade M\u00e9dia. Sua vantagem \u00e9 que \u00e9 direto, sua desvantagem \u00e9 sua simplicidade. A \u201cGOETIA\u201d ensina seus m\u00e9todos e tamb\u00e9m muitos outros Ritos, brancos e negros. Agora dedicaremos um breve espa\u00e7o a esta Arte.<br>No caso de Baco, podemos indicar brevemente o procedimento. Como podemos observar, o simbolismo de Tiphareth expressa a natureza de Baco. \u00c9 necess\u00e1rio ent\u00e3o construir um Ritual para Tiphareth. Abrindo o Liber 777, encontraremos na sexta linha de cada coluna as partes requeridas para construir o nosso<br>ritual. Havendo organizado tudo corretamente, n\u00f3s exaltaremos nossas mentes repetindo invoca\u00e7\u00f5es no conceito mais elevado de Deus, at\u00e9 que, num sentido ou outro da palavra, Ele apare\u00e7a-nos e nos inunde nossas consci\u00eancias com a Luz de Sua Divindade.<br>O <strong>Terceiro M\u00e9todo<\/strong> \u00e9 o dram\u00e1tico, e pode ser o mais atraente de todos;<br>pelo menos ao temperamento do artista, porque \u00e9 agrad\u00e1vel \u00e0 sua imagina\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s dos sentidos.<br>Sua desvantagem reside principalmente no grau de dificuldade de sua execu\u00e7\u00e3o por apenas uma pessoa. Mas tem o voto da mais alta antiguidade, e provavelmente \u00e9 o mais \u00fatil para a funda\u00e7\u00e3o de uma Religi\u00e3o. \u00c9 o m\u00e9todo do Cristianismo Cat\u00f3lico, e consiste na dramatiza\u00e7\u00e3o da vida do Deus. \u201cAs Bacantes\u201d de Eur\u00edpedes \u00e9 um magn\u00edfico exemplo deste Ritual; e tamb\u00e9m, mas num grau menor, \u00e9 a Missa. Tamb\u00e9m podemos mencionar muitos dos graus da Franco-Ma\u00e7onaria, e em particular, o terceiro. O Ritual do 5=6 publicado no N\u00baIII do Equinox \u00e9 outro bom exemplo.<br>No caso de Baco, se comemora primeiro seu nascimento de uma m\u00e3e mortal que entregou sua casa do tesouro ao Pai de Tudo, dos ci\u00fames e da raiva, excitados por essa encarna\u00e7\u00e3o, e da prote\u00e7\u00e3o celeste prestada a este infante. Depois deve-se comemorar sua viagem at\u00e9 o Oeste sobre um jumento. Agora vem uma grande cena do drama: o gentil e querido jovem com seus seguidores (principalmente mulheres) parecem por em perigo a ordem estabelecida das coisas, e aquela Ordem Estabelecida toma medidas para por fim ao perigo. No encontro de Dion\u00edsio com o Rei louco, sem que seja sobre si, mas com humildade; e ainda assim com uma confian\u00e7a sutil. Ele est\u00e1 coroado com folhas de parreira. Ele \u00e9 uma figura afeminada com essas folhas sobre sua fronte? Mas aquelas folhas ocultam chifres.<br>O Rei Pentheus, representante da <em><a href=\"#5\">respeitabilidade<\/a><\/em>, \u00e9 destru\u00eddo por seu orgulho. Ele caminha at\u00e9 as montanhas para atacar as seguidoras de Baco, o jovem do qual havia ludibriado, flagelado e colocado a ferros (preso), e que apenas havia sorrido. E que pelas m\u00e3os dessas mulheres, em suas loucuras divinas, havia sido destro\u00e7ado. Parece mais uma impertin\u00eancia ter ido t\u00e3o longe quando Walter Pater j\u00e1 contou o conto com tanta simpatia e profundidade. N\u00e3o continuaremos pecando ao falar da identidade desta lenda com o curso da natureza, sua loucura, sua prodigalidade, sua intoxica\u00e7\u00e3o, sua alegria e, sobre tudo, sua persist\u00eancia sublime nos ciclos de Vida e Morte. O leitor pag\u00e3o deve esfor\u00e7ar-se em compreender isto<br>no estudo de Pater intitulado Greek Studies, e o leitor Crist\u00e3o reconhecer\u00e1, incidente ap\u00f3s incidente, como o conto do Cristo. Esta lenda \u00e9 simplesmente uma dramatiza\u00e7\u00e3o da Primavera.<br>O Mago que deseja invocar Baco atrav\u00e9s desse m\u00e9todo, deve elaborar uma cerim\u00f4nia na qual ele interpreta o papel de Baco, passando todas as etapas de sua vida, e emerge ao final triunfante da morte. Ainda que deva-se advertir para que ele n\u00e3o confunda o simbolismo. Neste caso, por exemplo, a doutrina da imortalidade individual foi retirada do conto para a destrui\u00e7\u00e3o da verdade. N\u00e3o \u00e9 sua parte ausente de valor, sua consci\u00eancia individual como Jos\u00e9 Garcia a que enfrenta a Morte \u2013 aquela consci\u00eancia que morre e renasce a cada pensamento. O que persiste (se qualquer coisa realmente persiste) \u00e9 seu verdadeiro Jos\u00e9 Garcia, uma qualidade que seguramente ele nunca foi consciente durante toda sua <em><a href=\"#6\">vida<\/a><\/em>.<br>Inclusive aquele n\u00e3o persiste sem mudan\u00e7a. Sempre est\u00e1 crescendo. A Cruz \u00e9 simplesmente um talo, e as p\u00e9talas da Rosa caem e apodrecem; mas na uni\u00e3o da Cruz e a Rosa h\u00e1 uma sucess\u00e3o constantes de <em><a href=\"#7\">novas vidas<\/a><\/em>.<br>Sem esta Uni\u00e3o, e sem esta morte do indiv\u00edduo, o ciclo se romperia. Um cap\u00edtulo ser\u00e1 consagrado a eliminar as dificuldades pr\u00e1ticas desse m\u00e9todo de Invoca\u00e7\u00e3o. Sem d\u00favida alguma, a maioria dos leitores ter\u00e3o notado que as ess\u00eancias dos 3 m\u00e9todos s\u00e3o simplesmente uma. Em cada caso o Mago se identifica com a Divindade Invocada. Invocar \u00e9 chamar para dentro, e Evocar \u00e9 chamar para fora. Esta \u00e9 a diferen\u00e7a essencial entre os ramos da Magia. Na Invoca\u00e7\u00e3o, o macrocosmos chega \u00e0 consci\u00eancia. Na evoca\u00e7\u00e3o, o Mago se converteu no macrocosmos e cria um microcosmos. Invoca-se um Deus no C\u00edrculo. E se Evoca a um esp\u00edrito no Tri\u00e2ngulo. No primeiro m\u00e9todo a identidade com o Deus se consegue com Amor e Entrega, descartando toda a ilus\u00e3o de si mesmo. \u00c9 a limpeza de um jardim.<br>O segundo m\u00e9todo a identidade se consegue dedicando especial aten\u00e7\u00e3o na parte desejada de si mesmo: positivo como o primeiro m\u00e9todo \u00e9 negativo. \u00c9 o semear de uma planta determinada do jardim, regando-a e colocando-a ao sol.<br>No terceiro, a identidade se consegue por simpatia. \u00c9 muito dif\u00edcil para o homem comum entregar-se por completo ao objeto de uma obra ou romance, mas para os que o podem conseguir, este m\u00e9todo \u00e9 sem d\u00favida, o melhor.<br>Deve-se observar: que cada elemento neste ciclo tem igual valor. \u00c9 ruim dizer <em><a href=\"#8\">&#8220;Mors janua vitae&#8221;<\/a><\/em> se n\u00e3o acrescentas com igual triunfo, <em><a href=\"#9\">&#8220;Vita janua mortis&#8221;<\/a><\/em>.<br>Aquele que compreende essa cadeia dos Aeons desde o ponto de vista da \u00cdsis aflita e tamb\u00e9m do Os\u00edris triunfante, sem esquecer sua uni\u00e3o com o destruidor Ap\u00f3phis, n\u00e3o existe para ele nenhum segredo da natureza. Ele exclama aquele nome de Deus que durante toda a hist\u00f3ria foi eco de todas as Religi\u00f5es, o infinito <em><a href=\"#10\">I.A.O.<\/a><\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p><a id=\"1\">1<\/a> Ver O Livro da Sagrada Magia de Abramelin, o Mago, e o L\u00edber 418, oitavo Aethyr, L\u00edber Samekh.<br><a id=\"2\">2<\/a> A diferen\u00e7a destas opera\u00e7\u00f5es \u00e9 mais uma import\u00e2ncia te\u00f3rica que pr\u00e1tica.<br>H\u00e1 tamb\u00e9m considera\u00e7\u00f5es mais profundas, no que parece que \u201cTudo o que \u00e9, ou existe, \u00e9 bom\u201d. Menciona-se noutra parte. Apenas podemos expressar a ideia principal dizendo que a sobreviv\u00eancia do melhor da esp\u00e9cie \u00e9 seu seguro de<br>perpetua\u00e7\u00e3o.<br><a id=\"3\">3<\/a> O m\u00e9todo ideal para faze-lo pode-se aprender no L\u00edber 913. Ver tamb\u00e9m o L\u00edber CXI Aleph.<br><a id=\"4\">4<\/a> Liber Astarte vel Liber Berylli \u2013 L\u00edber CLXXV.<br><a id=\"5\">5<\/a> Esta \u00e9 uma representa\u00e7\u00e3o muito mais profunda na qual Pantheus interpreta o papel do \u201cDeus Moribundo\u201d. Ver minha obra intitulada \u201cBoa Ca\u00e7a\u201d e \u201cO Ramo Dourado\u201d de J.G. Frazer.<br><a id=\"6\">6<\/a> Ver (The Book of Lies, O Livro das Mentiras) Liber 333, para v\u00e1rios ensaios a esse respeito. Cap\u00edtulos A, Delta, H IE, IF, IH, KA, KH, em particular.<br>A reencarna\u00e7\u00e3o do Khu ou Eu m\u00e1gico \u00e9 outra coisa por completo, demasiado abstrata para discutir nesse manual elementar.<br><a id=\"7\">7<\/a> Ver O Livro das Mentiras, L\u00edber 333, para v\u00e1rios textos a esse respeito. Toda a teoria sobre a morte pode ser encontrada em L\u00edber CXI Aleph.<br><a id=\"8\">8<\/a> \u201cA morte \u00e9 a porta da vida\u201d.<br><a id=\"9\">9<\/a> \u201cA vida \u00e9 a porta da morte\u201d.<br><a id=\"10\">10<\/a> Este nome, I.A.O., \u00e9 qabalisticamente id\u00eantico ao da Besta e seu n\u00famero 666, e assim o que invoca o primeiro, invoca necessariamente o segundo. Tamb\u00e9m com AIWAZ e o N\u00famero 93.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Frater Perdurabo , in Magick in Theory and PracticeTradu\u00e7\u00e3o: Frater Goya Existe apenas uma defini\u00e7\u00e3o do porqu\u00ea de todo Ritual M\u00e1gico. \u00c9 unir o Microcosmos com o Macrocosmos. 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