{"id":128,"date":"2012-02-03T18:46:18","date_gmt":"2012-02-03T18:46:18","guid":{"rendered":"https:\/\/cih.org.br\/?p=128"},"modified":"2012-02-03T18:46:18","modified_gmt":"2012-02-03T18:46:18","slug":"a-mulher-em-thelema-segundo-liber-al-vel-legis-iii55","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cih.org.br\/?p=128","title":{"rendered":"A Mulher em Thelema segundo Liber Al Vel Legis III,55"},"content":{"rendered":"<p><strong>Autor:<\/strong> Aleister Crowley (To Mega Therion)<br \/>\n<strong>Tradu\u00e7\u00e3o:<\/strong>Marcelo Ramos Motta (Fr. Parzival XI\u00ba)<\/p>\n<p><em>55. Que Maria inviolada seja despeda\u00e7ada sobre rodas: por sua causa, que todas as mulheres castas sejam desprezadas ao m\u00e1ximo entre v\u00f3s!<\/em><\/p>\n<p>O Nome Maria est\u00e1 relacionado com Mars, Mors, etc., do S\u00e2nscrito MR, matar, e com Mare, cuja \u00e1gua op\u00f5e o Fogo de H\u00f3rus.<br \/>\nLiber 418 explica isto sucintamente: 3\u00b0 \u00c6thyr.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disto, h\u00e1 Maria, uma blasf\u00eamia contra BABALON, pois ela se fechou; e portanto \u00e9 ela a Rainha de todos esses dem\u00f4nios malvados que caminham sobre a terra, esses que tu vistes mesmo como manchinhas pretas que manchavam o c\u00e9u de Ur\u00e2nia. E todos esses s\u00e3o o excremento de Choronzon.<\/p>\n<p>Maria inviolada tem que ser despeda\u00e7ada sobre rodas, porque despeda\u00e7\u00e1-la \u00e9 o \u00fanico tratamento que ela merece; e RV, uma Roda, \u00e9 o nome do princ\u00edpio feminino (veja Liber D.) Ser\u00e3o as mulheres mesmas que destruir\u00e3o esse egr\u00e9gora; desde que foi o pr\u00f3prio falso senso de culpa dos homens, o ego\u00edsmo deles, e a covardia deles, que originalmente for\u00e7aram a mulher a blasfemar si mesma, e assim degradaram a pr\u00f3prios olhos dela, e nos deles.<\/p>\n<p>Porque os homens insistem em &#8220;inoc\u00eancia&#8221; nas mulheres?<\/p>\n<p>1 &#8211; Para lisonjear sua vaidade doentia; uma mulher capaz de compar\u00e1-los com outros amantes passados ou presente os amedronta.<\/p>\n<p>2 &#8211; (a) Para escaparem de doen\u00e7as ven\u00e9reas . (b) Para se assegurarem, na medida do poss\u00edvel, que a cria da mulher vai propagar suas &#8220;nobres&#8221; pessoas.<\/p>\n<p>3 &#8211; Para manter poder sobre suas escravas gra\u00e7as a ignor\u00e2ncia delas.<\/p>\n<p>4 &#8211; Para mant\u00ea-las d\u00f3ceis no lar quanto mais tempo puderem, prolongando a corrup\u00e7\u00e3o da sua inoc\u00eancia. Uma mulher sexualmente satisfeita, por\u00e9m, \u00e9 o melhor auxiliar que um homem pode pedir; enquanto uma mulher desapontada ou insatisfeita \u00e9 um eczema ps\u00edquico.<\/p>\n<p>5 &#8211; Em comunidades primitivas, para se assegurarem contra surpresa ou trai\u00e7\u00e3o por parte de inimigos.<\/p>\n<p>6 &#8211; Para disfar\u00e7arem a sua pr\u00f3pria vergonha no assunto do sexo; vergonha que \u00e9 fruto do complexo de \u00c9dipo e da m\u00e1 educa\u00e7\u00e3o religiosa.<\/p>\n<p>N\u00f3s de Thelema dizemos que Todo homem e toda mulher \u00e9 uma estrela. N\u00e3o nos enganamos ou lisonjeamos as mulheres; n\u00e3o as desprezamos nem as abusamos. Para n\u00f3s uma mulher \u00e9 Ela mesma, absoluta, original, independente, livre, auto-justificada, exatamente como um homem \u00e9.<\/p>\n<p>N\u00e3o queremos a mulher como escrava; n\u00f3s a queremos livre e r\u00e9gia, que o amor dela lute contra a morte em nossos bra\u00e7os \u00e0 noite, que a sua liberdade cavalgue lado a lado conosco, de dia&#8230; na carga da batalha da vida.<\/p>\n<p>Que a mulher seja cingida com espada diante de mim!<\/p>\n<p>Nela \u00e9 todo poder dado.<\/p>\n<p>Assim diz este nosso Livro da Lei. N\u00f3s respeitamos a mulher tal qual ela \u00e9, com sua pr\u00f3pria natureza; N\u00e3o nos arrogamos o direito de critic\u00e1-la. N\u00f3s lhe damos boas vindas como nossa aliada, vindo a nosso Acampamento para fazer sua Vontade, livre e brilhante, revirando sua espada. Bem-vinda sejas mulher! N\u00f3s te saudamos. Estrela gritando a estrela! Bem-vinda \u00e0 fuga e \u00e0 festa! Bem-vinda \u00e0 luta e \u00e0 Orgia! Bem-vinda \u00e0 vig\u00edlia e a vit\u00f3ria! Bem-vinda \u00e0 guerra\u00a0 e suas feridas! Bem-vinda \u00e0 casa e \u00e0 cama! Bem-vinda \u00e0 trombeta e ao triunfo! Bem-vinda \u00e0 marcha f\u00fanebre e \u00e0 morte!<\/p>\n<p>Somos n\u00f3s de Thelema que realmente amamos e respeitamos a Mulher, que a consideramos sem pecado e sem vergonha tais quais n\u00f3s somos; e aqueles que dizem que as desprezamos s\u00e3o aqueles que se encolhem diante do fulgor de nossas l\u00e2minas, quando cortamos dos seus membros as imundas cadeias com que eles as ataram.<\/p>\n<p>N\u00f3s chamamos a mulher de Puta? Sim, em Verdade e amem, ela \u00e9 isso: o ar treme e queima quando n\u00f3s o gritamos, exultantes e \u00e1rduos.<\/p>\n<p>\u00d3 v\u00f3s hip\u00f3critas! N\u00e3o foi este o vosso sorrisinho de esguelha, vosso vil cochicho, que a escarnecia e a ultrajava? N\u00e3o era &#8220;Puta&#8221; a verdade &#8220;dela&#8221;, o t\u00edtulo de terror que v\u00f3s lhes destes em vosso medo dela, covardes consolando covardes com furtivas olhadelas e gestos?<\/p>\n<p>Mas n\u00f3s n\u00e3o a tememos; n\u00f3s gritamos Puta, quando os ex\u00e9rcitos dela se aproximam de n\u00f3s. N\u00f3s batemos em nossos escudos com nossas espadas. A terra ecoa o clamor!<\/p>\n<p>H\u00e1 d\u00favida da Vit\u00f3ria? Vossas hordas de escravos encolhidos (com medo de si mesmos, com medo de seus pr\u00f3prios escravos, hostis, desprezados e desacreditados, vossos passos da avestruz,\u00a0 ir a luta,\u00a0 n\u00e3o fugireis de debanda \u00e0 vossa primeira investida quando com lan\u00e7as de ardor em riste n\u00f3s cavalgamos \u00e0 carga, como nossas aliadas, as Putas que n\u00f3s amamos e aclamamos, livres amigas a nosso lado na Batalha da Vida?<\/p>\n<p>O Livro da Lei \u00e9 a Carta de Direitos da Mulher, a Palavra Thelema abriu a fechadura do cintur\u00e3o da castidade &#8220;Dela&#8221;. Vossa Esfinge de pedra cobrou vida: para Saber, Querer, Ousar, E Calar.<\/p>\n<p>Sim, Eu, A Besta, minha Puta Escarlate montada em mim, nua e coroada, \u00e9bria de Sua Ta\u00e7a dourada de Fornica\u00e7\u00e3o, gabando-se de ser minha companheira de cama, a levei at\u00e9 \u00e0 Pra\u00e7a do Mercado, e rugi esta Palavra que toda mulher \u00e9 uma Estrela. E com esta Palavra est\u00e1 pronunciada a Liberdade da Mulher; as tolas e fracas e coquetes ouvir\u00e3o minha voz. A raposa na mulher ouviu o Le\u00e3o no homem; medo, faniquitos, moleza, frivolidade, falsidade, nada disto est\u00e1 mais na moda.<\/p>\n<p>Em v\u00e3o homens brutos, apoquentadores e gabolas, padres, advogados, ou pol\u00edticos franzir\u00e3o as sobrancelhas e procurar\u00e3o um novo truque para atemorizar mulheres; de uma vez para todas a tradi\u00e7\u00e3o est\u00e1 quebrada: acabou a moda do cintur\u00e3o de castidade, da roupa de saco, do apedrejamento at\u00e9 a morte, de talhos no nariz, de arrastamentos por cavalos nas vias p\u00fablicas, de a\u00e7oitamento, de exposi\u00e7\u00e3o no pelourinho, de div\u00f3rcio de eunuco, har\u00e9m, amea\u00e7as de inferno, ostracismo social, e at\u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de encorajamento de prostitui\u00e7\u00e3o para manter uma classe de mulheres no abismo debaixo do tac\u00e3o da pol\u00edcia, e outra na beira do abismo, \u00e0 merc\u00ea da bota do marido ao primeiro sinal de insubordina\u00e7\u00e3o ou mesmo de fracasso em agradar.<\/p>\n<p>A c\u00e2mara de torturas dos homens crist\u00e3os tem ferramentas de grande variedade: em um extremo, o assassinato cru e direto, ou a mais sutil morte a m\u00edngua; do outro, agonias morais, desde arrancar-lhes o filho do seio at\u00e9 amea\u00e7\u00e1-las com uma rival quando os servi\u00e7os dela acabaram com a beleza.<\/p>\n<p>A mulher fraca de corpo e esfomeada na mente; a Mulher, moralmente aprisionada pelo seu her\u00f3ico juramento de salvar a ra\u00e7a, n\u00e3o importa a que custo, aturou estas coisas, aturou de idade a idade. O sacrif\u00edcio dela n\u00e3o foi espetacular, n\u00e3o foi nenhuma cruz no cocuruto de um outeiro com o mundo boquiaberto, e monstruosos milagres para ecoar o aplauso do c\u00e9u. Ela sofreu e triunfou no sil\u00eancio mais vergonhoso; ela n\u00e3o teve amigo, ou seguidor, ningu\u00e9m para ajudar ou aprovar. Como gratid\u00e3o ela bland\u00edcias sentimentais, e aprendeu o frio e cruel esc\u00e1rnio que os cora\u00e7\u00f5es de pseudo-homens s\u00e3o capazes de abrigar.<\/p>\n<p>Ele agonizou, rid\u00edculo e obsceno; deu toda a sua beleza e for\u00e7a de mocidade para sofrer doen\u00e7a, fraqueza, amea\u00e7a de morte, decidindo viver a vida de uma vaca &#8211; para que a humanidade pudesse navegar nos mares do tempo.<\/p>\n<p>Mas agora a Palavra de min, A Besta, \u00e9 esta: n\u00e3o s\u00f3 est\u00e1s tu, mulher, jurada a um prop\u00f3sito que n\u00e3o s\u00ea teu; tu \u00e9s tu mesma uma estrela, e em tu mesma um prop\u00f3sito para tu mesma. N\u00e3o s\u00f3 m\u00e3e de homens tu \u00e9s, ou\u00a0 puta de homens; serva \u00e0 necessidade deles de vida e Amor, sem partilhar da Luz e Liberdade deles; n\u00e3o, tu \u00e9s m\u00e3e e puta para teu pr\u00f3prio prazer; a palavra que Eu digo aos Homens, Eu digo a ti nem mais nem menos: Faze o que tu queres h\u00e1 de ser tudo da Lei!<\/p>\n<p>Sim padre, sim advogado, sim censor. N\u00e3o vos renunciareis em segredo uma vez mais, para buscar em vossa bolsa de truques se h\u00e1 um que n\u00e3o tentastes?<\/p>\n<p>Foi sempre t\u00e3o f\u00e1cil at\u00e9 agora! Qual \u00e9 a Magick dessa Palavra, a primeira tese do Livro da Lei, que &#8220;toda mulher \u00e9 uma estrela&#8221;?<\/p>\n<p>Ai de v\u00f3s! Sou eu a Besta que rugi aquela Palavra t\u00e3o alto, que acordei a Beleza.<\/p>\n<p>Vossos truques, vossas drogas de torpor, vossas mentiras, vossos passes hipn\u00f3ticos, eles n\u00e3o serviram mais[1].<\/p>\n<p>Resolvei a ser homens livres, destemidos como Eu, dignos parceiros para mulheres n\u00e3o menos livres e destemidas!<\/p>\n<p>Pois eu, A Besta, chequei um fim para os males de antanho, para os abusos que contestastes, fazendo das mulheres o instrumento de vosso deboche e vosso medo.<\/p>\n<p>A ess\u00eancia de minha palavra \u00e9 declarar a Mulher como Ela mesma. Si para si mesma; e Eu lhe entrego uma Arma irresist\u00edvel, a express\u00e3o de Si Mesma e da sua Vontade atrav\u00e9s do sexo; a ela, em precisamente, eis os mesmos termos que o homem.<\/p>\n<p>Assassinato n\u00e3o mais \u00e9 tem\u00edvel, a arma econ\u00f4mica \u00e9 sem poder desde que a m\u00e3o de obra feminina se aprovou de valor; e a arma social est\u00e1 inteiramente nas pr\u00f3prias m\u00e3os dela.<\/p>\n<p>As mulheres sempre foram sexualmente livres, como os melhores homens; \u00e9 apenas necess\u00e1rio remover as penalidades de &#8220;ser descoberta&#8221;. Que as organiza\u00e7\u00f5es feministas de trabalho defendam qualquer mulher que \u00e9 atormentada economicamente por motivos de atividade sexual. Que as organiza\u00e7\u00f5es sociais feministas honrem em p\u00fablico aquilo que seus membros praticam em privado.<\/p>\n<p>A maior parte da infelicidade dom\u00e9stica desaparecer\u00e1 automaticamente, pois sua causa principal \u00e9 a insatisfa\u00e7\u00e3o sexual de esposas, ou a ansiedade (ou outra tens\u00e3o mental) engendrada caso elas tomem o rem\u00e9dio em suas pr\u00f3prias m\u00e3os.<\/p>\n<p>O crime de aborto perder\u00e1 a raz\u00e3o de ser exceto nos casos mais excepcionais.<\/p>\n<p>Chantagem ser\u00e1 confinada a ofensas pol\u00edticas e comerciais, e assim diminuindo sua freq\u00fc\u00eancia quanto menos por dois ter\u00e7os, talvez por muito mais.<\/p>\n<p>Esc\u00e2ndalos e ci\u00fames sociais tender\u00e3o a desaparecer.<\/p>\n<p>Doen\u00e7a sexual ser\u00e1 f\u00e1cil de identificar e combater, desde que n\u00e3o ser\u00e1 uma desgra\u00e7a admiti-la.<\/p>\n<p>A prostitui\u00e7\u00e3o (com seus crimes derivados) tender\u00e1 a desaparecer, desde que parar\u00e1 de oferecer lucros exorbitantes a esses que a exploram. A preocupa\u00e7\u00e3o da mente do p\u00fablico com quest\u00f5es sexuais n\u00e3o mais propagar\u00e1 doen\u00e7as morais e insanidade, quando o apetite sexual for tratado com a mesma simplicidade que a fome. Franqueza em falar e escrever sobre quest\u00f5es sexuais acabar\u00e1 com a ignor\u00e2ncia que prende tanta gente infortunada; precau\u00e7\u00f5es apropriadas contra atuais perigos imagin\u00e1rios ou artificiais; e os charlat\u00f5es que traficam o medo perder\u00e3o sua fonte de renda.<\/p>\n<p>Tudo isto deve seguir como a luz segue a noite, t\u00e3o cedo a Mulher, leal para consigo mesma, perceba que ela n\u00e3o mais pode ser falsa com qualquer homem. Ela deve se honrar \u00e0 sua Vontade; e deve compelir o mundo a honr\u00e1-la igualmente.<\/p>\n<p>A mulher moderna n\u00e3o ser\u00e1 nunca mais, joguete, escrava, ou v\u00edtima, a mulher que se entrega livremente ao pr\u00f3prio gozo, sem pedir recompensa, merecer\u00e1 o respeito de seus irm\u00e3os, e abertamente prezar\u00e1 suas irm\u00e3s &#8220;castas&#8221; ou &#8220;venais&#8221;, como homens hoje em dia desprezam efeminados e os filhinhos de papai. O amor ser\u00e1 separado por completo e irrevogavelmente de concordatas sociais ou financeiras, especialmente o casamento. O amor \u00e9 um esporte, uma arte, uma religi\u00e3o, como quiserdes, n\u00e3o \u00e9 um emp\u00f3rio nem um mercado.<\/p>\n<p>Eu te vejo mulher, est\u00e1s de p\u00e9 s\u00f3, Alta Sacerdotisa do Amor tu \u00e9s o Altar da Vida. E o homem \u00e9 a v\u00edtima no Altar.<\/p>\n<p>Debaixo de ti, regozijante, ele est\u00e1 deitado; exulta ao morrer, queimando no alento de teus beijos. Sim, estrela se arremessa flamejando para estrela; o esbraseio explode, alaga os c\u00e9us.<\/p>\n<p>H\u00e1 um Grito numa l\u00edngua ignota, ressoa atrav\u00e9s do Templo do Universo; em sua \u00fanica Palavra est\u00e1 a Morte e o \u00caxtase, e teu t\u00edtulo de honra, \u00f3 tu, a ti mesma Alta Sacerdotisa de Nuit, Profetisa, Imperatriz, que \u00e9 tu Mesma a Deusa cujo nome significa a Puta e M\u00e3e! [2]<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/p>\n<p>[1] Nota de M. &#8211; O leitor deve se lembrar que estas linhas precederam a completa emancipa\u00e7\u00e3o da mulher na maior parte dos pa\u00edses do mundo; o fato que elas ainda s\u00e3o atuais no Brasil, prova apenas o quanto nosso pa\u00eds sofreu durante s\u00e9culos, sob o imundo tac\u00e3o de Roma e seus pederastas!<\/p>\n<p>[2] Nota de M. &#8211; Mapie (Mapie) em grego tem a mesma numera\u00e7\u00e3o de BABALON, note-se, na par\u00e1bola dos &#8220;evangelhos&#8221;, que Maria, a M\u00e3e Virgem, assiste a morte do &#8220;filho&#8221; com Maria, a Puta de Magdala. \u00c9 a Puta de Magdala, n\u00e3o a &#8220;M\u00e3e Virgem&#8221;, quem v\u00ea o cristo erguido. Aum Ha!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autor: Aleister Crowley (To Mega Therion) Tradu\u00e7\u00e3o:Marcelo Ramos Motta (Fr. Parzival XI\u00ba) 55. Que Maria inviolada seja despeda\u00e7ada sobre rodas: por sua causa, que todas as mulheres castas sejam desprezadas ao m\u00e1ximo entre v\u00f3s! 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