{"id":104,"date":"2012-02-03T17:09:42","date_gmt":"2012-02-03T17:09:42","guid":{"rendered":"https:\/\/cih.org.br\/?p=104"},"modified":"2012-02-03T17:09:42","modified_gmt":"2012-02-03T17:09:42","slug":"o-egito-e-as-aguas-sagradas-do-nilo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cih.org.br\/?p=104","title":{"rendered":"O Egito e as \u00e1guas sagradas do Nilo"},"content":{"rendered":"<p><strong>Fonte:<\/strong> <a href=\"http:\/\/educaterra.terra.com.br\/educacao\/\">Terra Educa\u00e7\u00e3o<\/a><\/p>\n<p><!--StartFragment -->\u00a0O rio Nilo, o maior rio em extens\u00e3o do mundo, tamb\u00e9m \u00e9 o respons\u00e1vel direto por manter a continuidade de uma das mais antigas culturas que temos registro, a cultura eg\u00edpcia. Saiba um pouco da sua hist\u00f3ria e do simbolismo das suas colossais constru\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><!--StartFragment --><strong>Jos\u00e9 e as pragas do Egito<!--M_SUBTITULO2--> <\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table width=\"1\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"right\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"right\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><!--M_FOTO2--><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/img.terra.com.br\/i\/2005\/10\/04\/267440-7926-th.jpg\" alt=\"\" align=\"right\" border=\"0\" hspace=\"3\" vspace=\"3\" \/> <!--M_FOTO2--><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span><!--M_LEGENDA2-->Os\u00edris e Horus cabe\u00e7a=de-falc\u00e3o<!--M_LEGENDA2--> <\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--M_TEXTO2-->O hebreu Jos\u00e9 ainda estava encarcerado, v\u00edtima da perf\u00eddia da mulher de Putifar, quando o Fara\u00f3 mandou cham\u00e1-lo para esclarecer um mist\u00e9rio. Precisava de algu\u00e9m que lhe interpretasse um sonho que o atormentava h\u00e1 algum tempo. Nele o fara\u00f3 estava \u00e0 beira do rio Nilo e viu por ali passar sete vacas gordas que, em pouco tempo, foram devoradas por outras sete vacas magras. Em seguida, deparou-se ele com sete belas espigas de trigo para igualmente v\u00ea-las desaparecer engolidas por outras sete mirradas espigas.<\/p>\n<p>Jos\u00e9, que tinha o dom da adivinha\u00e7\u00e3o, disse ao imperador que se tratava de uma mensagem divina. Deus, por meio da sua estranha linguagem on\u00edrica, avisava o Fara\u00f3 para que se precavesse. Haveria no Egito sete anos de abund\u00e2ncia e, em seguida, sete anos de fome. Jos\u00e9 aconselhou-o ent\u00e3o que mandasse recolher tudo o que fosse poss\u00edvel na \u00e9poca da anunciada bonan\u00e7a, porque os sete anos futuros seriam de estiagem generalizada.<\/p>\n<p>T\u00e3o impressionado ficou sua majestade que, rebatizando com o nome de Sefenat Fanec, encarregou o vision\u00e1rio hebreu de assumir uma fun\u00e7\u00e3o plenipotenci\u00e1ria, responsabilizando-o doravante pelo sucesso do armazenamento dos mantimentos, dando assim os come\u00e7os da vida de sucesso de Jos\u00e9 (G\u00eanesis, 37-50)<!--M_TEXTO2--><\/p>\n<div align=\"center\">\n<p><!--M_SUBTITULO3-->O Fara\u00f3 e o Nilo<!--M_SUBTITULO3--><\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table width=\"1\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"right\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"right\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--M_TEXTO3-->Este sonho em si sintetiza tudo na vida do Egito Antigo. Nele encontram-se os diversos elementos que comp\u00f5em sua hist\u00f3ria: o Fara\u00f3 como interlocutor entre os deuses e os homens; a banal e antiqu\u00edssima cren\u00e7a de que o sobrenatural se comunica com o natural atrav\u00e9s dos sonhos; a depend\u00eancia que a popula\u00e7\u00e3o tinha da carne e do trigo e, finalmente a magna presen\u00e7a do rio Nilo.<\/p>\n<p>E anuncia tamb\u00e9m a refer\u00eancia m\u00e1gica do n\u00famero sete. Algarismo de profundo significado herm\u00e9tico. Foi este n\u00famero que orientou o fara\u00f3 Rams\u00e9s II a que desse in\u00edcio entre os s\u00e9culos 14 e 13 e a.C. na constru\u00e7\u00e3o de sete templos sagrados espalhados pelas ribeiras do Nilo. Um deles Beit el-Wali, outro em Gerf Hussein, mais outro em el -Sebua, em el-Derr, os magn\u00edficos templos de Abu Simbel (onde ele se fez reproduzir em forma colossal), Aksha e, finalmente, o de Ibsambul.<\/p>\n<p>Durante muito tempo os arque\u00f3logos quebraram a cabe\u00e7a para entender seu significado, at\u00e9 conclu\u00edrem que aquelas constru\u00e7\u00f5es tratavam-se de \u201ccasas divinas\u201d s\u00f3 acess\u00edveis aos sacerdotes, aos s\u00e1bios e ao pr\u00f3prio fara\u00f3, erguido para afirmar e assegurar a regularidade das preciosas cheias do rio.<!--M_TEXTO3--><\/p>\n<div align=\"center\">\n<p><!--M_SUBTITULO4-->Os deuses<!--M_SUBTITULO4--><\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table width=\"1\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"left\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><!--M_FOTO4--><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/img.terra.com.br\/i\/2005\/10\/04\/267440-7995-ga.jpg\" alt=\"\" align=\"right\" border=\"0\" hspace=\"3\" vspace=\"3\" \/> <!--M_FOTO4--><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--M_TEXTO4-->Para os eg\u00edpcios havia uma sagrada simbiose entre o Nilo e todos os reinos vivos da Terra. Nada havia na natureza que dele n\u00e3o dependesse. T\u00e3o forte era a cren\u00e7a que em todas as suas representa\u00e7\u00f5es sagradas os seus deuses s\u00e3o pintados ou esculpidos de maneira zooantropom\u00f3rficos, isto \u00e9 , t\u00eam simultaneamente forma humana e animal: <em>Bastet<\/em>, a deusa da guerra, tem uma cabe\u00e7a de leoa; <em>Thot<\/em>, deusa da escrita, uma de \u00cdbis; <em>H\u00e1tor<\/em>, a deusa das mulheres e do c\u00e9u, tem chifres de vaca e mesmo R\u00e1, o deus-sol, um dos mais cultuados, ostenta sobre o disco solar , uma cabe\u00e7a de falc\u00e3o.<\/p>\n<p>Imaginavam eles que a vida tivesse emergido dos p\u00e2ntanos e concebiam a exist\u00eancia como uma harmonia entre o mundo humano, o animal e o vegetal. Bem ao contr\u00e1rio da cultura ocidental (que as separa em esferas distintas &#8211; reservando a superior para os humanos e a inferior para as demais), eles n\u00e3o faziam distin\u00e7\u00f5es entre os reinos. Tudo dotado de vida era uma manifesta\u00e7\u00e3o do sagrado.<\/p>\n<p><!--StartFragment -->\u00a0<strong>A lenda de Os\u00edris<\/strong><\/p>\n<p><!--StartFragment --> Atribui-se tamb\u00e9m \u00e0 sua religi\u00e3o a id\u00e9ia do deus morto e redivivo, reproduzida na lenda de <em>Os\u00edris<\/em>: a hist\u00f3ria do deus morto \u00e0 trai\u00e7\u00e3o pelo seu perverso irm\u00e3o Seth, o &#8220;Caim&#8221; dos eg\u00edpcios. Essa hist\u00f3ria era uma representa\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica das fases de estiagem do Nilo, quando em dezembro ele se encolhia. <em>Os\u00edris<\/em>, todavia, ressuscitava voltando \u00e0 vida, transbordando das suas margens e propiciando com seu humo as prodigiosas colheitas por todo o lugar onde passava.<\/p>\n<p>Manifestavam eles a mais profunda f\u00e9 no retorno futuro dos seus mortos ilustres. Da\u00ed mumifica-los. Os eg\u00edpcios eram os apologistas da ressurrei\u00e7\u00e3o. N\u00e3o aceitavam que seus grandes simplesmente desaparecessem nos breus escuros da morte como acontecia aos demais mortais. Inconformados, envolviam os corpos dos grandes mortos em natr\u00e3o (carbonato hidratado de s\u00f3dio natural) e ess\u00eancias especiais. Enchiam-lhes as cavidades com panos ensopados em resina e sacos de mat\u00e9rias perfumadas com mirra e canela, enfaixando-os, por fim, com tiras de linho.<\/p>\n<p>Sepultavam-nos ent\u00e3o seus fara\u00f3s e gr\u00e3o-sacerdotes em pr\u00e9dios gigantescos, dignos da magnitude deles, em mastabas, pir\u00e2mides ou em templos no Vale dos Reis. No sarc\u00f3fago ilustre deixavam parte dos seus bens e decoravam tudo com imagens que faziam o gosto do falecido, visto que esperavam que na outra vida ele pudesse usufruir daquilo que amara aqui na terra.<!--M_TEXTO1--><\/p>\n<div align=\"center\">\n<p><!--M_SUBTITULO2-->A grandeza do estado<!--M_SUBTITULO2--><\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table width=\"1\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"right\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"right\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><!--M_FOTO2--><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/img.terra.com.br\/i\/2005\/10\/04\/267440-6177-cp.jpg\" alt=\"\" align=\"right\" border=\"0\" hspace=\"3\" vspace=\"3\" \/><!--M_FOTO2--><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--M_TEXTO2-->Tais constru\u00e7\u00f5es majestosas e imponentes, que se encontram em v\u00e1rias partes do alto e baixo Nilo, glorificavam ainda outra coisa. Foram elas as primeiras manifesta\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas celebrantes da grandeza do estado. As dimens\u00f5es gigantescas e a estatu\u00e1ria extravagante da maioria delas, como \u00e9 o caso das pir\u00e2mides da plan\u00edcie de Guiz\u00e9, que at\u00e9 hoje impressionam qualquer visitante, s\u00e3o lembran\u00e7a permanente do feito extraordin\u00e1rio que foi constituir-se um estado centralizado, soberano e independente, que se estendia por milhares de quil\u00f4metros quadrados do solo africano.<\/p>\n<p>O Antigo Egito formou uma sociedade emblem\u00e1tica. Nenhum dos seus reinos vizinhos, na Palestina, ou na velha Mesopot\u00e2mia ou no planalto do Ir\u00e3, atingiu a sua duradoura continuidade. Com aqueles edificios-monumento o fara\u00f3 desejava imortalizar n\u00e3o apenas a sua sobreviv\u00eancia no mundo do al\u00e9m, no reino dos mortos, mas igualmente a perpetua\u00e7\u00e3o do poder do estado real.<\/p>\n<p>Era como se houve um trono imagin\u00e1rio no v\u00e9rtice das pir\u00e2mides contemplando dali os quatro cantos da Terra. O Estado \u00e9 aquele que tudo v\u00ea e que tudo alcan\u00e7a com seu olhar. A base dele pode estar enraizada no ch\u00e3o, na realidade, mas sua cabe\u00e7a coroada encontra-se nas alturas, perto dos c\u00e9us e dos deuses, bem longe da vista dos simples mortais.<!--M_TEXTO2--><\/p>\n<div align=\"center\">\n<p><!--M_SUBTITULO3-->Constru\u00eddo as pir\u00e2mides<!--M_SUBTITULO3--><\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table width=\"1\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"right\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"right\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--M_TEXTO3-->Geograficamente o Antigo Egito era uma confedera\u00e7\u00e3o de o\u00e1sis espalhados pelo Nilo e adjac\u00eancias e bem poucas vezes, ao correr da sua longu\u00edssima hist\u00f3ria, as antigas cidades de M\u00eanfis, Tebas ou Heli\u00f3polis, gozaram de alguma autonomia pol\u00edtica. Quem o dominasse o rio Nilo, dominava tudo. Deste modo, quando os governantes do Alto Nilo, situado pr\u00f3ximo ao delta, unificaram todas as regi\u00f5es mais ao sul, submeteram-nas a um \u00fanico e s\u00f3lido reino: o imp\u00e9rio dos fara\u00f3s.<\/p>\n<p>E, para fixar definitivamente essa integra\u00e7\u00e3o norte-sul, fizeram vir por barca\u00e7as e jangadas, enormes pedras de todas as partes do pa\u00eds para empilh\u00e1-las, uma a uma, formando assim as impressionantes pir\u00e2mides de Guiz\u00e9. Os quatro pontos cardeais da base da pir\u00e2mide, os quatro cantos do imp\u00e9rio, tinham um s\u00f3 comando situado no seu topo.<\/p>\n<p>Toda a d\u00f3cil popula\u00e7\u00e3o ribeirinha do Egito, os fel\u00e1s, transformada num ex\u00e9rcito de oper\u00e1rios, era ent\u00e3o convocada para, nos per\u00edodos da entre-safra, vir a colaborar no erguimento delas, fazendo com que aquelas constru\u00e7\u00f5es imperiais representassem tamb\u00e9m, em sua grandeza, a materializa\u00e7\u00e3o das possibilidades coletivas da humanidade. As pir\u00e2mides n\u00e3o foram obra de gente escrava, mas sim de milhares de s\u00faditos de um Egito independente e orgulhoso.<!--M_TEXTO3--><\/p>\n<div align=\"center\">\n<p><!--M_SUBTITULO4-->O papiro e a mem\u00f3ria<!--M_SUBTITULO4--><\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table width=\"1\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"left\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><!--M_FOTO4--><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/img.terra.com.br\/i\/2005\/10\/04\/267440-6341-it.jpg\" alt=\"\" align=\"right\" border=\"0\" hspace=\"3\" vspace=\"3\" \/><!--M_FOTO4--><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!--M_TEXTO4-->Nenhum rio do mundo sustentou a perenidade de uma civiliza\u00e7\u00e3o, de uma cultura e de um estado, durante tanto tempo como o Nilo o fez. Nascido bifurcado, resultado do Nilo branco e do Nilo azul, vindos ambos das profundezas do cora\u00e7\u00e3o da \u00c1frica, ele cumpre uma sinuosa trajet\u00f3ria de mais de 6 mil quil\u00f4metros.<\/p>\n<p>Rasgando com suas \u00e1guas mansas o deserto, termina por desaguar no Mediterr\u00e2neo. No seu ber\u00e7o ele \u00e9 assistido por um monte de pedras e, ao longo das suas margens, contido pelas areias finas do Saara. O Sol inclemente acompanha suas corrente o tempo inteiro. Foi nas suas beiras que se multiplicou o papiro, utilizado como o papel da \u00e9poca, que proporcionou que se registrasse nele toda a sabedoria da Antig\u00fcidade. O Nilo, tal como os rios da Mesopot\u00e2mia, \u00e9 assim um dos rios-m\u00e3e da humanidade, tudo por primeiro surgiu por l\u00e1, dali espalhando-se para o restante do mundo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fonte: Terra Educa\u00e7\u00e3o \u00a0O rio Nilo, o maior rio em extens\u00e3o do mundo, tamb\u00e9m \u00e9 o respons\u00e1vel direto por manter a continuidade de uma das mais antigas culturas que temos registro, a cultura eg\u00edpcia. Saiba um pouco da sua hist\u00f3ria e do simbolismo das suas colossais constru\u00e7\u00f5es. &nbsp; Jos\u00e9 e as pragas do Egito &nbsp; &hellip; <\/p>\n<p><a class=\"more-link btn\" href=\"https:\/\/cih.org.br\/?p=104\">Continue lendo<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":9691,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[14],"tags":[],"class_list":["post-104","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-mitologia","nodate","item-wrap"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/104","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/9691"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=104"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/104\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=104"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=104"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cih.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=104"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}